Ano X - 2007/2016 - 10 ANOS NO AR - BLOG DO IVSON - "A IGREJA CATÓLICA EM NOTÍCIAS" - EDITADO POR IVSON DE MORAES ALEXANDRE - VOLTA REDONDA - RIO DE JANEIRO - BRASIL
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Por que o celibato do sacerdote?

Jesus Cristo é o verdadeiro sacerdote e foi celibatário; então, a Igreja vê n'Ele o modelo do verdadeiro sacerdote que, pelo celibato, se conforma ao grande Sacerdote. Jesus deixou claro a Sua aprovação e recomendação ao celibato para os sacerdotes, quando disse: “Porque há eunucos que o são desde o ventre de suas mães, há eunucos tornados tais pelas mãos dos homens e há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do Reino dos céus. Quem puder compreender, compreenda” (Mateus 19,12).
Nisso Cristo está dizendo que os sacerdotes devem assumir o celibato, como Ele o fez, “por amor ao Reino de Deus”. O sacerdote deve ficar livre dos pesados encargos de manter uma família, educar filhos, trabalhar para manter o lar; podendo assim dedicar-se totalmente ao Reino de Deus. É por isso que, desde o ano 306, no Concílio de Elvira, na Espanha, o celibato se estendeu por todo o Ocidente, até que em 1123 o Concílio universal de Latrão I o tornou obrigatório.
É preciso dizer que a Igreja não impõe o celibato a ninguém; ele deve ser assumido livremente e com alegria por aqueles que têm essa vocação especial de se entregar totalmente ao serviço de Deus e da Igreja. É uma graça especial que o Senhor concede aos chamados ao sacerdócio e à vida religiosa. Assim, o celibato é um sinal claro da verdadeira vocação sacerdotal.
No início do Cristianismo a grandeza do celibato sacerdotal ainda não era possível; por isso São Paulo escreve a Timóteo, que o grande Apóstolo colocou como bispo de Éfeso, dizendo: “O epíscopo ou presbítero deve ser esposo de uma só mulher” (1Tm 3, 2). Estaria, por isso, o padre hoje obrigado a se casar? Não. O Apóstolo dos gentios tinha em vista uma comunidade situada em Éfeso, cujos membros se converteram em idade adulta, muitos deles já casados. Dentre esses o Apóstolo deseja que sejam escolhidos para o sacerdócio homens casados (evitando os viúvos recasados). Já no ano 56, São Paulo, que optou pelo celibato, escrevia aos fiéis de Corinto (cf. 1Cor 7,25-35) enfatizando o valor do celibato: “Aos solteiros e às viúvas digo que lhes é bom se permanecessem como eu. Mas se não podem guardar a continência que se casem” (1Cor 7,8). “Não estás ligado a uma mulher? Não procures mulher”. São Paulo se refere às preocupações ligadas ao casamento (orçamento, salário, educação dos filhos...). E enfatiza:
“Quem não tem esposa, cuida das coisas do Senhor e do modo de agradar à esposa, e fica dividido. Da mesma forma a mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor, a fim de serem santas de corpo e de espírito. Mas a mulher casada cuida das coisas do mundo; procura como agradar ao marido”. “Procede bem aquele que casa sua virgem; aquele que não a casa, procede melhor ainda” (1Cor 7, 38). A virgindade consagrada e o celibato não tinham valor nem para o judeu nem para o pagão. Eles brotam da consciência de que o Reino já chegou com Jesus Cristo.
O último Sínodo dos Bispos sobre a Eucaristia confirmou o celibato e o Papa Bento XVI expressou isso na Exortação Apostólica pos-sinodal “Sacramentum Caritatis”, de 22 fev 2007. Disse o Sumo Pontífice:
“Os padres sinodais quiseram sublinhar como o sacerdócio ministerial requer, através da ordenação, a plena configuração a Cristo... é necessário reiterar o sentido profundo do celibato sacerdotal, justamente considerado uma riqueza inestimável e confirmado também pela prática oriental de escolher os bispos apenas de entre aqueles que vivem no celibato (...) Com efeito, nesta opção do sacerdote encontram expressão peculiar a dedicação que o conforma a Cristo e a oferta exclusiva de si mesmo pelo Reino de Deus. O fato de o próprio Cristo, eterno sacerdote, ter vivido a sua missão até ao sacrifício da cruz no estado de virgindade constitui o ponto seguro de referência para perceber o sentido da tradição da Igreja Latina a tal respeito. Assim, não é suficiente compreender o celibato sacerdotal em termos meramente funcionais; na realidade, constitui uma especial conformação ao estilo de vida do próprio Cristo. Antes de mais, semelhante opção é esponsal: a identificação com o coração de Cristo Esposo que dá a vida pela sua Esposa. Em sintonia com a grande tradição eclesial, com o Concílio Vaticano II e com os Sumos Pontífices meus predecessores, corroboro a beleza e a importância duma vida sacerdotal vivida no celibato como sinal expressivo de dedicação total e exclusiva a Cristo, à Igreja e ao Reino de Deus, e, consequentemente, confirmo a sua obrigatoriedade para a tradição latina. O celibato sacerdotal, vivido com maturidade, alegria e dedicação, é uma bênção enorme para a Igreja e para a própria sociedade” (n.24).
O Mahatma Ghandi, hindu, tinha grande apreço pelo celibato. Ele disse: “Não tenham receio de que o celibato leve à extinção da raça humana. O resultado mais lógico será a transferência da nossa humanidade para um plano mais alto... “Vocês erram não reconhecendo o valor do celibato: eu penso que é exatamente graças ao celibato dos seus sacerdotes que a Igreja católica romana continua sempre vigorosa” (Tomás Tochi, “Gandhi, mensagem para hoje”, Ed. Mundo 3, SP, pp. 105ss,1974).
Alguns querem culpar o celibato pelos erros de uma minoria de padres que se desviam do caminho de Deus. A queda desses padres no pecado não é por culpa do celibato, e sim por falta de vocação, oração, zelo apostólico, mortificação, etc; tanto assim que a maioria vive na castidade e por uma longa vida. Quantos e quantos padres e bispos vivendo em paz e já com seus cabelos brancos!
O casamento poderia trazer muitas dificuldades aos sacerdotes. Não nos iludamos, casados, eles teriam todos os problemas que os leigos têm, quando se casam. O primeiro é encontrar, antes do diaconato, uma mulher cristã exemplar que aceite as muitas limitações que qualquer sacerdote tem em seu ministério. Essa mulher e mãe teria de ficar muito tempo sozinha com os filhos. Depois, os padres casados teriam de trabalhar e ter uma profissão, como os pastores protestantes, para manter a família. Quantos filhos teriam? Certamente não todos que talvez desejassem. Teriam certamente que fazer o controle da natalidade pelo método natural Billings, que exige disciplina. A esposa aceitaria isso?
Além disso, podemos imaginar como seria nocivo para a Igreja e para os fiéis o contratestemunho de um padre que por ventura se tornasse infiel à esposa e mãe dos seus filhos! Mais ainda, na vida conjugal não há segredos entre marido e mulher. Será que os fiéis teriam a necessária confiança no absoluto sigilo das confissões e aconselhamentos com o padre casado? Você já pensou se um dos filhos do padre entrasse pelos descaminhos da violência, da bebedeira, das drogas e do sexo prematuro, com o possível engravidamento da namorada?
Tudo isso, mas principalmente a sua conformação a Jesus Cristo, dedicado total e exclusivamente ao Reino de Deus, valoriza o celibato sacerdotal.

Felipe Aquinofelipeaquino@cancaonova.comProf. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias".

Igreja cubana anuncia beatificação de Padre José Olallo Valdés

A Igreja Católica cubana anunciou nas missas deste domingo,24, a beatificação de José Olallo Valdés no próximo sábado na cidade de Camaguey na presença do cardeal Saraiva Martins, Prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos. Uma mensagem dos bispos de Cuba divulgada ontem em todas as igrejas do país chama a atenção para uma "convivência fraterna" seguindo o exemplo de Olallo.
"Que o exemplo de caridade paciente e heróica de Padre Olallo ajude todos nós, mas de maneira especial aqueles que têm a delicada tarefa de promover o bem comum”, destaca a mensagem.
Olallo viveu de 1820 a 1889 e cuidou dos feridos, sendo sacerdote, durante a guerra de Independência dos cubanos da Espanha. "A Igreja reconhece publicamente que o Padre Olallo viveu de modo extraordinário as virtudes cristãs, destacando-se assim por sua santidade de vida", acrescenta a mensagem.
Rádio Vaticano

188 mártires são beatificados em país de minoria católica

Cerca de 30 mil pessoas são esperadas hoje, 24, para a cerimônia de beatificação de 188 mártires japoneses do século XVII, que acontecerá no Big-N Baseball Stadium de Nagasaki, Japão.A Eucaristia, na qual serão beatificados Peter Kibe e 187 companheiros mártires, assassinados entre 1603 e 1639, será presidida pelo Cardeal Seiichi Peter Shirayanagi, Arcebispo emérito de Tóquio, e contará com a presença do Cardeal português Dom José Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos e enviado do Papa para a ocasião. Além da totalidade dos bispos do Japão, está previsto que participem prelados de outros países, entre eles a Coréia, Taiwan e Filipinas. Trata-se da primeira cerimônia desse tipo que se celebra em solo japonês, pelo que está a levantar uma enorme expectativa no país, especialmente entre a minoria católica. A diocese de Nagasaki mobilizou cerca de 2000 voluntários e alugou 200 autocarros para esta ocasião, além de várias equipes médicas para ajudar as pessoas mais idosas. Um longo martírioO Japão foi evangelizado pelo jesuíta S. Francisco Xavier, entre 1549 e 1552, e poucas décadas depois, a nascente Igreja conhecia uma cruel perseguição. Os primeiros mártires, encabeçados por São Paulo Miki (crucificados em Nagasaki em 1597), foram canonizados em 1862 por Pio IX, e outros 205 foram beatificados em 1867. Em 1603, com o governo de Tokugawa, começou uma forte perseguição contra os cristãos (então chegavam a cerca de 400 mil em todo o Japão), que custou a vida de milhares deles. Os mártires que serão beatificados em 24 de Novembro pertencem a esta época: entre eles há 4 sacerdotes e 184 leigos, mulheres, crianças, samurais, servos e inclusive pessoas deficientes. Contam-se 52 fiéis de Quioto, martirizados em 1622, e 53 procedentes de Yamagata, mortos em 1629, segundo informa a Conferência Nacional dos Bispos do Japão. Além dos atrozes tormentos que se aplicaram a Pedro Kibe e outros companheiros jesuítas, um dos testemunhos mais comoventes é o de uma família inteira de Quioto, João Hashimoto Tahyoe e sua mulher Thecla, martirizados junto com todos os seus filhos a 6 de Outubro de 1619. Os católicos que sobreviveram à perseguição tiveram de ocultar-se durante 250 anos, até a chegada de missionários europeus no século XIX. A causa destes 188 mártires foi iniciada em 1984, após a visita apostólica de João Paulo II ao país em 1981. Recordes de beatificaçõesBento XVI fez até hoje 575 beatos e 18 novos Santos, mas após a cerimônia da próxima Segunda-feira o número de beatos chegará aos 763, mais de metade do total de João Paulo II no que diz respeito às beatificações. Para este número contribuiu largamente a beatificação de 498 fiéis martirizados na perseguição religiosa durante a Guerra Civil de Espanha (1934-1939), numa cerimônia que teve lugar em Outubro de 2007.João Paulo II fez 482 novos Santos e 1342 novos Beatos, num pontificado de 26 anos e meio.Após a eleição de Joseph Ratzinger, em Abril de 2005, começaram as especulações em torno de um abrandamento da "fábrica de Santos" do Vaticano. O Papa delegou a presidência dos ritos de Beatificação (quase sempre no português D. José Saraiva Martins) e a Congregação para as Causas dos Santos publicou, pouco depois do início do pontificado, uma comunicação sobre os novos procedimentos nos ritos de beatificação que reflete as mudanças acontecidas, neste âmbito, centrando as cerimônias de beatificação no âmbito diocesano.
Ecclesia

sábado, 8 de novembro de 2008

Papa recebe embaixador de Taipé




Cidade do Vaticano, 08 nov (RV) - O papa recebeu esta manhã o novo embaixador de Taipé junto à Santa Sé, Wang Larry Yu-yuan, a quem garantiu que está seguindo de perto os recentes e positivos progressos no processo de aproximação com a China popular. “O diálogo franco e construtivo – observou o pontífice – deve ser sempre a chave para resolver os conflitos que ameaçam a estabilidade de nosso mundo. Nesta perspectiva, a Santa Sé se compromete em promover soluções pacíficas para os contenciosos diplomáticos na região”. O pontífice também destacou a ‘grande vitalidade religiosa dos povos da Ásia, ‘em meio à pluralidade de religiões culturas’, e explicou que neste contexto, o diálogo inter-religioso pode ser incrementado. Justamente a partir desta realidade, Bento XVI ressaltou como é importante, no mundo de hoje, para todos os povos, ser capazes de escutar o próximo numa atmosfera de respeito e dignidade. Concluindo o encontro, Bento XVI expressou suas felicitações ao recém-eleito presidente de Taiwan, Ying Jeou Ma, primeiro católico na história da república, e reafirmou que embora representem apenas 1% da população, os católicos daquela ilha-Estado desejam participar da construção de uma sociedade humana e justa. (CM)

Santa Sé confirma encontro de Papa com Lula na próxima semana

A Secretaria de Estado da Santa Sé confirmou a visita que o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará ao Papa Bento XVI. A visita de cortesia será realizada na manhã da próxima quinta-feira, 13. O presidente Lula deverá ainda se encontrar com o Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone.O presidente Lula inicia na próxima segunda-feira uma visita oficial à Itália que se prolongará até quarta-feira. Lula chegará a Roma no domingo.
Fonte: Canção Nova

Morre Dom José Bezerra Coutinho, bispo emérito de Estância, SE

CNBB
Faleceu na manhã de ontem, sexta-feira, por volta das 8h30, o bispo emérito de Estância (SE) e residente há 22 anos em Fortaleza (CE), dom José Bezerra Coutinho. O bispo, que tinha 98 anos e sofria de problemas cardiorrespiratórios será velado durante o dia e a noite de hoje, na capela São José, próxima ao Hospital Geral de Fortaleza.
Amanhã,8, o corpo do bispo será trasladado para a catedral metropolitana de Fortaleza, onde às 9h acontecerá a celebração de corpo presente, presidida pelo arcebispo de Fortaleza, dom José Antônio Aparecido Tosi Marques e concelebrada por bispos e padres do Regional Nordeste 1 (Ceará). Seu corpo será sepultado na cripta da catedral.
Dom José Bezerra Coutinho nasceu em Capistrano (CE), em 10 de fevereiro de 1910. Sua ordenação presbiteral aconteceu em 3 de dezembro de 1933, em Sobral (CE) e sua ordenação episcopal, em 28 de outubro de 1956, na mesma cidade. Dom José foi bispo auxiliar em Sobral (SE) de 1959 a 1961 e bispo diocesano de Estância, de 1961 a 1985.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Exposição sobre o Papa Pio XII no Vaticano

Rádio Vaticano
O Pontifício Comitê de Ciências Históricas apresentou ontem de manhã, 3, na ala Carlos Magno, no Vaticano, a exposição intitulada: "Pio XII: O Homem e O Pontificado (1876-1958)".A apresentação foi presidida pelo presidente do Comitê, Mons. Walter Brandmüller, acompanhado, entre outros, pelo responsável da Fundação para os Bens e as Atividades Culturais da Igreja, Prof. Giovanni Morello, e o secretário do Pontifício Comitê organizador, Padre Cosimo Semeraro.A cerimônia de abertura da Exposição terá lugar, hoje à tarde, no adro da Sala Paulo VI, com a presença do Presidente da Pontifícia Comissão para o Estado da Cidade do Vaticano, Cardeal Giovanni Lajolo, e a do Mons. Walter Brandmüller. O cardeal Secretário de Estado, Tarcisio Bertone, fará o discurso inaugural.50º aniversário de morteA exposição, aberta ao público até 6 de janeiro de 2009, na ala Carlos Magno, é comemorativa do 50º aniversário de morte do Servo de Deus, Pio XII, Papa Eugenio Pacelli. Em uma nota publicada no catálogo da mostra, o Cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, define o Papa Pio XII como "figura extraordinária, uma das maiores personalidades do século XX. Com a profética intuição do sinal dos tempos, ele soube preparar o caminho da Igreja para a época contemporânea".A exposição, escreve o cardeal salesiano, tenta evidenciar os diversos aspectos do caráter desse Papa: "Não apenas sua imagem oficial, entregue aos arquivos da história, mas algo mais singular e profundo, mais completo, que caracteriza sua personalidade, ou seja: sua verdadeira imagem, aquela apreciada apenas pelos que o conheceram pessoalmente e tiveram a sorte de trabalhar com ele". "A mostra, segundo o secretário de Estado do Vaticano, quer revelar integralmente sua personalidade, interpretar profundamente seus sentimentos e o modo como desempenhava os altos cargos a ele atribuídos ao longo de sua longa existência".

Bento XVI quer levar esperança ao povo africano

Rádio Vaticano
"Certamente a África, com seus graves problemas, está presente nas palavras e no coração do Papa, mas uma viagem sempre tem um significado fortíssimo de participação, de presença, de contato direto". Assim, Padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa, da RV e do CTV, comentou a visita do Papa a Camarões e Angola, em sua última edição de 'Octava Dies', semanário do Centro Televisivo Vaticano.Bento XVI realizará sua primeira viagem ao continente em março próximo. Segundo Pe. Lombardi, o objetivo da visita é dar esperança a seus povos, que sofrem com a violência e a pobreza. 2009 será também o ano da Assembléia especial do Sínodo dos Bispos para a África, e a visita de Bento XVI terá um papel fundamental em sua preparação: toda a Igreja dirigirá seu olhar ao continente."João Paulo II, que havia dedicado à África uma atenção apaixonada – chegando a receber o apelido de 'João Paulo II, o africano' – não pôde voltar ao continente nos últimos anos de pontificado: suas últimas breves viagens se realizaram à Nigéria, em 98, e ao Egito e ao Sinai, em 2000"."Todos temos em nossos olhos imagens dramáticas de conflitos e de pobreza, mas também uma extraordinária vitalidade daquele continente, que é preciso libertar, animar, sustentar e orientar, a fim de que os africanos possam construir a África com dignidade e esperança. Uma mensagem de esperança: é certamente isso que o papa Bento XVI levará à terra africana", afirmou Pe. Lombardi.