José Arturo Quarracino (foto) é integrante do Movimento Pró-Vida em Buenos Aires, Argentina e veio ao Brasil para prestigiar o I Congresso Internacional em Defesa da Vida. Em entrevista à Canção Nova, falou um pouco sobre sua luta contra o aborto que já acontece há muitos anos.Quarracino usou a expressão "holocausto demográfico" que era usada por João Paulo II, para se referir às crianças que geradas, eram impedidas de nascer. "Mais de 20 milhões de crianças são assassinadas através do aborto, todos os anos. Isso sem contar o aborto clandestino”, disse o argentino."Na Europa, há 12 anos, a população com mais de 65 anos supera a população com mais de 15; daqui 300 anos não haverá mais nenhum alemão no mundo. Estes são alguns dos acontecimentos justificados pelas agressões químicas dos anticoncepcionais, pela automutilação genital e pela despenalização do aborto”, explica o Quarracino.Ele diz, ainda, que este é um círculo demoníaco, porque aplica a pena de morte aos inocentes e indefesos. "Quem mata o próprio filho não se preocupa em matar os outros", afirma lembrando da fase de Madre Tereza que diz "Se pode matar o próprio filho, não há mais nada a ser impedido".Há mulheres que justificam o aborto, dizendo que "são donas de seus corpos", mas, segundo Quarracino isto não é admissível porque no caso do aborto, a vida que está em jogo é de outra pessoa.Quarracino explica que estamos em uma realidade na qual se mistura a verdade com a mentira e são divulgados argumentos inválidos que confundem os cristãos.Durante a entrevista, condenou a pílula do dia seguinte, apresentada, muitas vezes, como algo dócil, sem contra-indicações, quando na verdade "é uma droga com a qual é preciso muito cuidado. Devemos levar à luz a informação de que esta pílula é um método abortivo", disse.Quarracino conclui explicando que este não é apenas um combate religioso e ideológico, mas que se trata de uma batalha cultural e moral
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
A luta não é apenas religiosa ou ideológica
José Arturo Quarracino (foto) é integrante do Movimento Pró-Vida em Buenos Aires, Argentina e veio ao Brasil para prestigiar o I Congresso Internacional em Defesa da Vida. Em entrevista à Canção Nova, falou um pouco sobre sua luta contra o aborto que já acontece há muitos anos.Quarracino usou a expressão "holocausto demográfico" que era usada por João Paulo II, para se referir às crianças que geradas, eram impedidas de nascer. "Mais de 20 milhões de crianças são assassinadas através do aborto, todos os anos. Isso sem contar o aborto clandestino”, disse o argentino."Na Europa, há 12 anos, a população com mais de 65 anos supera a população com mais de 15; daqui 300 anos não haverá mais nenhum alemão no mundo. Estes são alguns dos acontecimentos justificados pelas agressões químicas dos anticoncepcionais, pela automutilação genital e pela despenalização do aborto”, explica o Quarracino.Ele diz, ainda, que este é um círculo demoníaco, porque aplica a pena de morte aos inocentes e indefesos. "Quem mata o próprio filho não se preocupa em matar os outros", afirma lembrando da fase de Madre Tereza que diz "Se pode matar o próprio filho, não há mais nada a ser impedido".Há mulheres que justificam o aborto, dizendo que "são donas de seus corpos", mas, segundo Quarracino isto não é admissível porque no caso do aborto, a vida que está em jogo é de outra pessoa.Quarracino explica que estamos em uma realidade na qual se mistura a verdade com a mentira e são divulgados argumentos inválidos que confundem os cristãos.Durante a entrevista, condenou a pílula do dia seguinte, apresentada, muitas vezes, como algo dócil, sem contra-indicações, quando na verdade "é uma droga com a qual é preciso muito cuidado. Devemos levar à luz a informação de que esta pílula é um método abortivo", disse.Quarracino conclui explicando que este não é apenas um combate religioso e ideológico, mas que se trata de uma batalha cultural e moral
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