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sábado, 9 de fevereiro de 2008

É preciso estabelecer a cultura da vida, destaca Monsenhor Reilly no Congresso em Defesa da Vida

No terceiro dia do I Congresso em Defesa da Vida que acontece em Aparecida (SP), o diretor executivo do Helpers of God’s Precious Infants de Nova York, Estados Unidos, monsenhor Phillip J. Reilly (foto) relatou sobre a atual situação do aborto em Nova York. Segundo ele, na quarta-feira de cinzas deste ano, em Nova York, 31 crianças foram abortadas em clínicas que realizam este tipo de "trabalho".Padre há 48 anos, passou por várias situações nos Estados Unidos; uma que ele relembra é do tempo em que não era possível comprar um anticoncepcional. Mas, de acordo com o sacerdote, nos Estados Unidos, as pessoas dizem que é impossível voltar àquela época. "Recentemente, em Washington, vimos muitos jovens saírem em marcha pró-vida. Podemos perceber, então, que leva tempo; porém, as coisas boas já estão acontecendo", afirmou o sacerdote.Segundo o monsenhor Reilly, nos Estados Unidos, decisões judiciais permitiram que os casais
pudessem comprar um anticoncepcional. Anos depois, foi legalizado o aborto até, praticamente, os 9 meses de gestação. Reilly também diz que a vida é um dom dado a nós por Deus, mas está sendo totalmente eliminado pelo homem. A decisão do tribunal foi uma "vitória" ao movimento anti-vida, mas, disse o sacerdote, ela é um direito absoluto; nenhuma vida deveria ser tirada, pois todos merecem ter qualidade vital. "Hoje, a própria vida é relativa à qualidade, então podemos perder nossa própria vida se outros decidirem que ela não é mais aceitável", lamentou o monsenhor.A pergunta deixada a todos, hoje, pelo movimento anti-vida é: "Este ser humano tem qualidade de vida para que sobreviva?". No entanto, o sacerdote explica que a base da vida foi nos dada pela Igreja e que quando as pessoas negam que existe um plano divino, abrem-se as portas para todos os tipos de aberrações".Monsenhor Reilly afirma que a Igreja tem reagido à cultura da morte e que no dia 25 de julho deste ano, será aniversário do documento produzido por Paulo VI. Nele, Paulo VI defendeu o objetivo de Deus para que a família tenha continuidade no contexto do amor, da unidade. "Chegamos, hoje, a uma cultura da morte. Por isso, esses documentos devem ser repensados, se queremos estabelecer essa cultura da vida", ensina o monsenhor.De acordo com a Igreja, um casal que usa anticoncepcional durante o casamento está rompendo o contrato de núpcias, pois, no matrimônio, o casal deve doar-se integralmente um ao outro. O aspecto unitivo, que é expressão do amor entre marido e mulher, acontece ao longo de todo o ciclo, por essa razão, devemos respeitar as leis de Deus.Para finalizar, o sacerdote ressaltou que o dom da fertilidade é um desígnio de Deus dado ao homem que, ao escolher o matrimônio, foi escolhido por Ele para participar da criação. “Para que cada um possa existir, Deus nos deu um dom especial. Para que cada um de nós se crie, Deus deu a vida a cada um de nós. Por isso, o homem é único entre todas as criaturas”, falou monsenhor Reilly
Com Michelle Mimoso e foto de
Robson Siqueira da cancão nova

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