Ir. Joselina de Lourdes Pereira*
“Seguindo o exemplo de Jesus Cristo, o Verbo encarnado na historia, é urgente assumir a inculturação do evangelho nas culturas. Para isso é preciso entender melhor cada cultura e entender os costumes do povo brasileiro, a fim de apresentar o evangelho de modo mais familiar e eficiente. Símbolos, celebrações e encontros de catequese que levam em consideração a cultura dos destinatários tornarão a Igreja um espaço onde as pessoas se sentem mais avontade, respeitadas e valorizadas a partir de seu jeito próprio”.
Jesus, um Judeu, viveu em uma determinada cultura e pregou a boa nova de dentro daquela cultura. De fato, a verdadeira inculturação não é acomodação e ou apenas inserção; é levar o evangelho como fermento. Essa é a “inculturação” original da cultura de Deus e mo0delo de referencia para ação catequética.
Catequese e inculturaçãoA catequese se encontra de ante de situação particularmente desafiadora:
a. conhecer a cultura especifica de cada grupo humano e o grau de influencia dessa cultura em suas vidas;
b. reconhecer a presença da dimensão cultural no próprio evangelho e na Bíblia inteira;
c. anunciar a transformação que o evangelho causa nas culturas;
d. dar testemunha de que o evangelho transcende a cultura e não se esgota nela , e discernir as sementes do evangelho presente em cada cultura;
e. promover, no interior de cada uma das culturas, novas expressões do Evangelho, procurando uma linguagem de fé que seja patrimônio comum dos fieis e, portanto, fator fundamental de comunhão;
f. manter íntegros os conteúdos da fé e da Igreja e explica-los levando em conta a situação cultural e histórica dos interlocutores.
Processo metodológico na inculturaçãoA catequese alimenta o ideal de propor o Evangelho de maneira viva e de tocar nas raízes da cultura e das culturas. Isso determina o processo metodológico integrado por diversos métodos:a. perceber na cultura o eco da palavra de Deus; b. discernir os valores evangélicos presentes na vida e na cultura dos interlocutores;
c. purificar o que está sob o signo do pecado; d. suscita nos catequizandos atitudes de conversão radical a Deus, de diálogo com os demais e pacientes maturação interior.
A catequese não só provoca uma assimilação intectual do, contudo da fé, mas também toca o coração e transforma a conduta. Desse modo, a catequese gera uma vida dinâmica e unificada na fé, encaminhada para a coerência daquilo que se vê aquilo que se vive entre a mensagem cristã e o conteúdo cultural, estimula frutos de santidade.
Espaços privilegiados para a inculturaçãoA catequese é convidada a ir aonde as pessoas vivem, em particular, na família, na escola, no trabalho e no lazer. É importante que se tenha alguns âmbitos antropológicos, como a cultura urbana, o mundo universitário e esportivo, o turismo e as imigrações, o fenômeno juvenil e outras situações de relevo social. Cada cultura possui símbolos, ritmos, musicas, cores, danças, linguagens, expressão corporal, tradições, festas, comidas, vestes, habitação e religiosidades próprias. Na catequese, a inculturação exige que se levem em conta todos esses aspectos.
Também devem ser iluminadas com a luz do evangelho algumas áreas como a comunicação, a ecologia, o compromisso com a construção da paz, do desenvolvimento, da libertação dos povos; a área da defesa dos direitos humanos, sobre tudo das minorias, das mulheres e das crianças; a área das investigações cientificas e das relações internacionais.
A inculturação é necessária na catequese pelas possibilidades de correlacionar mais incisivamente fé e vida. A catequese litúrgica é uma via privilegiada da inculturação pela riqueza dos símbolos que expressam a mensagem e introduzem no mistério celebrado e porque ela tem acesso grande parte do povo de Deus.
Comunicação e linguagem na catequese
A inculturação da fé é, em certos aspectos, obra da linguagem. A catequese respeita e valoriza a linguagem própria da mensagem ( linguagem bíblica, litúrgica, doutrinal, etc.) e entra em comunicação com formas e termos próprias da cultura e de seus interlocutores. O catequista precisa encontrar uma linguagem adaptada para cada idade, à linguagem dos estudantes, dos intectuais, dos analfabetos e das pessoas de culturas elementar. Da Bíblia e da liturgia aprende-se que Deus não se contenta com a comunicação verbal, mas se comunica também e mais eficazmente por ações e linguagem corporal e simbólica, fortemente, marcada pela cultura. Os meios de comunicação estão intimamente ligados à linguagem corporal, verbal, simbólica. É importante a linguagem dos meios de comunicação para a catequese, como parte de inculturação da fé no mundo contemporâneo.
Para ver, julgar e agir
“Seguindo o exemplo de Jesus Cristo, o Verbo encarnado na historia, é urgente assumir a inculturação do evangelho nas culturas. Para isso é preciso entender melhor cada cultura e entender os costumes do povo brasileiro, a fim de apresentar o evangelho de modo mais familiar e eficiente. Símbolos, celebrações e encontros de catequese que levam em consideração a cultura dos destinatários tornarão a Igreja um espaço onde as pessoas se sentem mais avontade, respeitadas e valorizadas a partir de seu jeito próprio”.
Jesus, um Judeu, viveu em uma determinada cultura e pregou a boa nova de dentro daquela cultura. De fato, a verdadeira inculturação não é acomodação e ou apenas inserção; é levar o evangelho como fermento. Essa é a “inculturação” original da cultura de Deus e mo0delo de referencia para ação catequética.
Catequese e inculturaçãoA catequese se encontra de ante de situação particularmente desafiadora:
a. conhecer a cultura especifica de cada grupo humano e o grau de influencia dessa cultura em suas vidas;
b. reconhecer a presença da dimensão cultural no próprio evangelho e na Bíblia inteira;
c. anunciar a transformação que o evangelho causa nas culturas;
d. dar testemunha de que o evangelho transcende a cultura e não se esgota nela , e discernir as sementes do evangelho presente em cada cultura;
e. promover, no interior de cada uma das culturas, novas expressões do Evangelho, procurando uma linguagem de fé que seja patrimônio comum dos fieis e, portanto, fator fundamental de comunhão;
f. manter íntegros os conteúdos da fé e da Igreja e explica-los levando em conta a situação cultural e histórica dos interlocutores.
Processo metodológico na inculturaçãoA catequese alimenta o ideal de propor o Evangelho de maneira viva e de tocar nas raízes da cultura e das culturas. Isso determina o processo metodológico integrado por diversos métodos:a. perceber na cultura o eco da palavra de Deus; b. discernir os valores evangélicos presentes na vida e na cultura dos interlocutores;
c. purificar o que está sob o signo do pecado; d. suscita nos catequizandos atitudes de conversão radical a Deus, de diálogo com os demais e pacientes maturação interior.
A catequese não só provoca uma assimilação intectual do, contudo da fé, mas também toca o coração e transforma a conduta. Desse modo, a catequese gera uma vida dinâmica e unificada na fé, encaminhada para a coerência daquilo que se vê aquilo que se vive entre a mensagem cristã e o conteúdo cultural, estimula frutos de santidade.
Espaços privilegiados para a inculturaçãoA catequese é convidada a ir aonde as pessoas vivem, em particular, na família, na escola, no trabalho e no lazer. É importante que se tenha alguns âmbitos antropológicos, como a cultura urbana, o mundo universitário e esportivo, o turismo e as imigrações, o fenômeno juvenil e outras situações de relevo social. Cada cultura possui símbolos, ritmos, musicas, cores, danças, linguagens, expressão corporal, tradições, festas, comidas, vestes, habitação e religiosidades próprias. Na catequese, a inculturação exige que se levem em conta todos esses aspectos.
Também devem ser iluminadas com a luz do evangelho algumas áreas como a comunicação, a ecologia, o compromisso com a construção da paz, do desenvolvimento, da libertação dos povos; a área da defesa dos direitos humanos, sobre tudo das minorias, das mulheres e das crianças; a área das investigações cientificas e das relações internacionais.
A inculturação é necessária na catequese pelas possibilidades de correlacionar mais incisivamente fé e vida. A catequese litúrgica é uma via privilegiada da inculturação pela riqueza dos símbolos que expressam a mensagem e introduzem no mistério celebrado e porque ela tem acesso grande parte do povo de Deus.
Comunicação e linguagem na catequese
A inculturação da fé é, em certos aspectos, obra da linguagem. A catequese respeita e valoriza a linguagem própria da mensagem ( linguagem bíblica, litúrgica, doutrinal, etc.) e entra em comunicação com formas e termos próprias da cultura e de seus interlocutores. O catequista precisa encontrar uma linguagem adaptada para cada idade, à linguagem dos estudantes, dos intectuais, dos analfabetos e das pessoas de culturas elementar. Da Bíblia e da liturgia aprende-se que Deus não se contenta com a comunicação verbal, mas se comunica também e mais eficazmente por ações e linguagem corporal e simbólica, fortemente, marcada pela cultura. Os meios de comunicação estão intimamente ligados à linguagem corporal, verbal, simbólica. É importante a linguagem dos meios de comunicação para a catequese, como parte de inculturação da fé no mundo contemporâneo.
Para ver, julgar e agir
Em sua paróquia, acontece a inculturação na catequese? Como?
O que você, caríssimo (a) leitor (a), pode fazer para que sua comunidade cristã tenha melhores recursos para a formação dos (as) catequistas?
O que você, caríssimo (a) leitor (a), pode fazer para que sua comunidade cristã tenha melhores recursos para a formação dos (as) catequistas?
*Sacramentina de Nossa Senhora
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