

Evento Nacional sobre Segurança Pública, Justiça e Cidadania reúne juristas, organizações profissionais, pastorais sociais e conselhos de classe, em Brasília, para discutir políticas públicas na área de segurança pública brasileira.
O Seminário Segurança Pública, Justiça e Cidadania , evento organizado pelo Ministério da Justiça e pela CNBB, aconteceu no Hotel San Marco, em Brasília (DF). Participaram dos debates, representantes de pastorais, do poder jurídico, de organizações profissionais e de conselhos de classe, como o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana de São Paulo (Condepe).
Segundo o secretário executivo da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Carlos Moura, o seminário representa uma preparação para a Campanha da Fraternidade de 2009, que aborda o tema Fraternidade e Segurança Pública. “Com este seminário damos o primeiro passo em preparação à Campanha da Fraternidade do ano que vem, por isso, ele está acontecendo numa boa hora. E ele é válido porque é realizado com base nos direitos humanos, com base na pessoa, na cultura de superação de todas as violências”. O secretário executivo disse ainda que a iniciativa da CNBB objetiva colaborar com o atual quadro de segurança pública do Brasil. “A CNBB foi feliz com a promoção deste seminário em parceria com o Ministério da Justiça, porque nós, como participantes do evento, temos que levar os resultados para nossas cidades, nossas ruas e aplicarmos na prática, o que aqui foi decidido”, destacou.
Para o coordenador nacional da Pastoral Carcerária, pe. Günther Zgubic (foto acima), o evento representa um fato histórico de suma importância para o Brasil. “Nos últimos 50 anos eu não vi um evento como este sobre segurança pública. É um seminário que lança um olhar para a situação prisional no Brasil e não olha com a visão da classe média, de que os encarcerados são objetos e que estando presos fazem um bem à sociedade”, disse. “Este seminário faz parte de um processo que pretendemos criar em todos os estados, para que a partir do compromisso da Igreja, possamos construir propostas de esperança para o povo brasileiro”, concluiu.
Já o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, disse que o Seminário representa uma forma de multiplicar o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública. “Este evento representa a socialização do trabalho desenvolvido pela Segurança Pública brasileira. É também uma forma de cobrar para que haja segurança no país”. O secretário também ressaltou a importância da segurança pública na vida da população. “Não há liderança popular que se desenvolva de forma autônoma e empreendedora, nem há como desenvolver educação de qualidade porque o crime não permite. Temos que criar uma ambiência de segurança pública no país para que a população possa se organizar e se expressar livremente, na luta pelos seus direitos”, sublinhou. Questionado sobre o tema da Campanha da Fraternidade 2009, Fraternidade e Segurança Pública, o secretário respondeu: “A CNBB e as pastorais da Igreja são parceiras nesse trabalho de segurança pública, uma vez que têm a capacidade de multiplicar, mobilizar e formar opinião e cultura na cidadania brasileira. A Campanha da Fraternidade sobre esse tema chega numa boa hora porque todos os trabalhos nessa linha serão multiplicados nas paróquias e comunidades de base, possibilitando a ampliação da consciência popular sobre o que é segurança pública”, afirmou.
O Seminário Segurança Pública, Justiça e Cidadania , evento organizado pelo Ministério da Justiça e pela CNBB, aconteceu no Hotel San Marco, em Brasília (DF). Participaram dos debates, representantes de pastorais, do poder jurídico, de organizações profissionais e de conselhos de classe, como o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana de São Paulo (Condepe).
Segundo o secretário executivo da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Carlos Moura, o seminário representa uma preparação para a Campanha da Fraternidade de 2009, que aborda o tema Fraternidade e Segurança Pública. “Com este seminário damos o primeiro passo em preparação à Campanha da Fraternidade do ano que vem, por isso, ele está acontecendo numa boa hora. E ele é válido porque é realizado com base nos direitos humanos, com base na pessoa, na cultura de superação de todas as violências”. O secretário executivo disse ainda que a iniciativa da CNBB objetiva colaborar com o atual quadro de segurança pública do Brasil. “A CNBB foi feliz com a promoção deste seminário em parceria com o Ministério da Justiça, porque nós, como participantes do evento, temos que levar os resultados para nossas cidades, nossas ruas e aplicarmos na prática, o que aqui foi decidido”, destacou.
Para o coordenador nacional da Pastoral Carcerária, pe. Günther Zgubic (foto acima), o evento representa um fato histórico de suma importância para o Brasil. “Nos últimos 50 anos eu não vi um evento como este sobre segurança pública. É um seminário que lança um olhar para a situação prisional no Brasil e não olha com a visão da classe média, de que os encarcerados são objetos e que estando presos fazem um bem à sociedade”, disse. “Este seminário faz parte de um processo que pretendemos criar em todos os estados, para que a partir do compromisso da Igreja, possamos construir propostas de esperança para o povo brasileiro”, concluiu.
Já o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, disse que o Seminário representa uma forma de multiplicar o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública. “Este evento representa a socialização do trabalho desenvolvido pela Segurança Pública brasileira. É também uma forma de cobrar para que haja segurança no país”. O secretário também ressaltou a importância da segurança pública na vida da população. “Não há liderança popular que se desenvolva de forma autônoma e empreendedora, nem há como desenvolver educação de qualidade porque o crime não permite. Temos que criar uma ambiência de segurança pública no país para que a população possa se organizar e se expressar livremente, na luta pelos seus direitos”, sublinhou. Questionado sobre o tema da Campanha da Fraternidade 2009, Fraternidade e Segurança Pública, o secretário respondeu: “A CNBB e as pastorais da Igreja são parceiras nesse trabalho de segurança pública, uma vez que têm a capacidade de multiplicar, mobilizar e formar opinião e cultura na cidadania brasileira. A Campanha da Fraternidade sobre esse tema chega numa boa hora porque todos os trabalhos nessa linha serão multiplicados nas paróquias e comunidades de base, possibilitando a ampliação da consciência popular sobre o que é segurança pública”, afirmou.
Fonte: CNBB
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