Ano X - 2007/2016 - 10 ANOS NO AR - BLOG DO IVSON - "A IGREJA CATÓLICA EM NOTÍCIAS" - EDITADO POR IVSON DE MORAES ALEXANDRE - VOLTA REDONDA - RIO DE JANEIRO - BRASIL
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domingo, 31 de agosto de 2008

Bispos criticam Corte Suprema por decisão sobre aborto

Os bispos mexicanos criticaram a decisão da Corte Suprema do país que confirmou, com oito votos contra três, a constitucionalidade da lei sobre a descriminalização do aborto nas primeiras 12 semanas de gestação, em vigor há um ano no Distrito Federal de Cidade do México.A proposta de revogar a lei fora apresentada por um dos juízes da Suprema Corte, com o apoio da Igreja, por julgá-la "inconstitucional". Os bispos afirmam em uma declaração que "jamais será moralmente aceitável a adoção de um direito que viola outro direito, ainda mais se diz respeito à vida humana".
Dom Carlos Aguiar(foto), bispo de Texcoco, em nome de todos os bispos do México, recorda que diversos artigos da Constituição proclamam o direito à vida e denuncia "que um direito não pode ser sancionado violando outro direito", sobretudo, como neste caso, em que se refere "à vida humana, dom, presente gratuito a ser valorizado, cuidado e protegido sempre, do momento da concepção à morte natural".
Os bispos lançam, por sua vez, um apelo a todos os cidadãos mexicanos a "lutarem juntos para proteger o embrião humano" e para que o "direito à vida de cada ser humano seja um elemento constitutivo da convivência civil e da legislação". O País, e os seus cidadãos, afirmam os bispos, "sentem a necessidade de um estado de direito capaz de proteger todos os cidadãos. Desejam também uma cultura da vida que permita fazer da nação, um lugar positivo para a convivência civil onde ninguém, também quem não tem voz, seja excluído"; e com maior razão, destacam, se deve trabalhar "para garantir o primeiro direito, o da vida".
A Constituição mexicana, recordam os bispos, rejeita não somente a escravidão mas também todo tipo de discriminação e isso significa, "que nenhuma pessoa pode ser privada de algum direito muito menos o da assistência".
Entretanto, aguardam-se outras tomadas de posição, entre as quais a do presidente da república Felipe Calderon que, desde o início sempre se opôs à decisão do Distrito Federal anunciando que utilizará todo tipo de recurso legal e constitucional para bloqueá-la.
Fonte: Radio Vaticano

sábado, 30 de agosto de 2008

“Seminário sobre segurança pública é um fato histórico na vida da nação brasileira”, disse o coordenador nacional da Pastoral Carcerária pe. Günther Z
















Evento Nacional sobre Segurança Pública, Justiça e Cidadania reúne juristas, organizações profissionais, pastorais sociais e conselhos de classe, em Brasília, para discutir políticas públicas na área de segurança pública brasileira.

O Seminário Segurança Pública, Justiça e Cidadania , evento organizado pelo Ministério da Justiça e pela CNBB, aconteceu no Hotel San Marco, em Brasília (DF). Participaram dos debates, representantes de pastorais, do poder jurídico, de organizações profissionais e de conselhos de classe, como o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana de São Paulo (Condepe).
Segundo o secretário executivo da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Carlos Moura, o seminário representa uma preparação para a Campanha da Fraternidade de 2009, que aborda o tema Fraternidade e Segurança Pública. “Com este seminário damos o primeiro passo em preparação à Campanha da Fraternidade do ano que vem, por isso, ele está acontecendo numa boa hora. E ele é válido porque é realizado com base nos direitos humanos, com base na pessoa, na cultura de superação de todas as violências”. O secretário executivo disse ainda que a iniciativa da CNBB objetiva colaborar com o atual quadro de segurança pública do Brasil. “A CNBB foi feliz com a promoção deste seminário em parceria com o Ministério da Justiça, porque nós, como participantes do evento, temos que levar os resultados para nossas cidades, nossas ruas e aplicarmos na prática, o que aqui foi decidido”, destacou.
Para o coordenador nacional da Pastoral Carcerária, pe. Günther Zgubic (foto acima), o evento representa um fato histórico de suma importância para o Brasil. “Nos últimos 50 anos eu não vi um evento como este sobre segurança pública. É um seminário que lança um olhar para a situação prisional no Brasil e não olha com a visão da classe média, de que os encarcerados são objetos e que estando presos fazem um bem à sociedade”, disse. “Este seminário faz parte de um processo que pretendemos criar em todos os estados, para que a partir do compromisso da Igreja, possamos construir propostas de esperança para o povo brasileiro”, concluiu.
Já o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, disse que o Seminário representa uma forma de multiplicar o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública. “Este evento representa a socialização do trabalho desenvolvido pela Segurança Pública brasileira. É também uma forma de cobrar para que haja segurança no país”. O secretário também ressaltou a importância da segurança pública na vida da população. “Não há liderança popular que se desenvolva de forma autônoma e empreendedora, nem há como desenvolver educação de qualidade porque o crime não permite. Temos que criar uma ambiência de segurança pública no país para que a população possa se organizar e se expressar livremente, na luta pelos seus direitos”, sublinhou. Questionado sobre o tema da Campanha da Fraternidade 2009, Fraternidade e Segurança Pública, o secretário respondeu: “A CNBB e as pastorais da Igreja são parceiras nesse trabalho de segurança pública, uma vez que têm a capacidade de multiplicar, mobilizar e formar opinião e cultura na cidadania brasileira. A Campanha da Fraternidade sobre esse tema chega numa boa hora porque todos os trabalhos nessa linha serão multiplicados nas paróquias e comunidades de base, possibilitando a ampliação da consciência popular sobre o que é segurança pública”, afirmou.

Fonte: CNBB

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Campanha da Fraternidade 2009 já tem cartaz

O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) aprovou na terça-feira, 10, na sede da CNBB, o cartaz da Campanha da Fraternidade do próximo ano que tem como o tema "Fraternidade e Segurança Pública" e como lema "A paz é fruto da justiça". Concorreram 47 cartazes e o vencedor é um grupo da Agência Oficina Design & Comunicação de Campinas. "O conceito principal da imagem é mostrar que a paz pode ser conseguida em qualquer nível cultural ou econômico e a cultura é uma forte ferramenta para conseguirmos a paz", explicam os autores do cartaz vencedor, Adauto Henrique Cavalcante e Luís Gustavo Cavalcante, de Mogi Mirim (SP) e Nathália Bellan, Ana Paula Couto, Bianca Uehara Trava e Fernando Ribeiro Moretti, de Campinas (SP).Com a participação dos responsáveis pela Campanha da Fraternidade nos 17 regionais da CNBB, o Consep, reunido nos dias 9 e 10, fez também um estudo do Texto-Base da CF-2009 que está em fase de redação final e apresentou emendas ao texto.
Segundo o secretário executivo da CF, Padre José Adalberto Vanzella, todos os subsídios da Campanha estarão disponíveis a partir da segunda quinzena agosto e serão publicados pelas Edições CNBB.CF-2008Padre Vanzella apresentou, ainda, a avaliação da CF-2008 feita por 10 regionais (65%) da CNBB. O cartaz, o hino e o texto-base da Campanha foram muito bem avaliados e receberam aprovação de todos. Chamou a atenção, no entanto, o pouco uso de alguns subsídios produzidos pela CF, como círculos bíblicos, calendário, agenda e o material produzido pela Associação das Escolas Católicas (AEC).
Fonte: CNBB

sábado, 23 de agosto de 2008

PREPARAÇÃO DO SÍNODO ESTÁ NA RETA FINAL

Cidade do Vaticano, 23 ago (RV) - O sínodo de outubro próximo, foi convocado por Bento XVI em 6 de outubro de 2006, e será o segundo de seu pontificado. O último foi realizado em outubro de 2005, 6 meses após sua eleição como papa. Esta será a 12ª assembléia geral ordinária do sínodo, instância consultiva, criada em 1965 para favorecer as trocas de opiniões entre os bispos e auxiliar o pontífice na tarefa de governar a Igreja. Apesar de terem temas específicos, as discussões geralmente são ampliadas, e acabam incluindo diversas questões, relativas ao mundo da Igreja Católica.A palavra sínodo tem sua origem no idioma grego - sýnodos - e quer dizer ‘caminhar juntos’. Além de bispos, participam sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos, cada um com a sua contribuição específica.A escolha de um bispo africano como secretário especial, neste caso, do arcebispo de Kinshasa, é interpretada como um reconhecimento ao continente que registra um aumento constante de católicos. Dom Laurent Monsengwo é um grande especialista em atividades sinodais, pois já participou de muitos, e é também membro dos Conselhos especiais e do Conselho ordinário do sínodo dos bispos. Além disso, é biblista e tem muita experiência profissional e pastoral, o que poderá contribuir na reflexão sinodal sobre a Palavra de Deus. A RV entrevistou o arcebispo Nikola Eterovic, secretário-geral do sínodo dos bispos, que explicou em que ponto está a preparação para este grande evento eclesial: “Estamos na fase final da preparação. A secretaria geral do Sínodo dos Bispos funcionou sempre, mesmo nestes meses de férias. A preparação espiritual foi sendo reforçada para este evento, que coloca toda a Igreja, todas as forças vivas da Igreja, no trabalho de redescobrira Palavra de Deus. Desde seus inícios, a Igreja vive da Palavra de Deus, nasce da Palavra de Deus... mas continuamente deveria redescobri-la, para reencontrar o seu brilho, a força do Espírito Santo”.Está sendo preparada a lista das pessoas – cardeais, bispos, sacerdotes e religiosos – nomeadas pelo papa para o Sínodo e que será publicada em breve. Antes da Assembléia serão publicados todos os nomes dos padres sinodais escolhidos pelas próprias Conferências Episcopais, pelos Sínodos das Igrejas orientais católicas, pela União dos Superiores Gerais. E naturalmente, participarão também todos os chefes dos dicastérios da Cúria Romana. Os grandes protagonistas do sínodo são os episcopados, mas os fiéis também podem participar. Dom Eterovic explica como se preparar para isso: “Nós recebemos diversas cartas e sugestões de fiéis, em várias línguas e de todo o mundo. Este é um sinal de que os leigos também são envolvidos na preparação do sínodo. Todos podem participar deste evento eclesial, acompanhando através da imprensa, como a RV e os meios de informação católicos, para receber uma informação objetiva sobre a preparação e sobretudo sobre o andamento do sínodo dos bispos, que nos envolve a todos, porque não existe cristão que não tenha uma relação vital com a Palavra de Deus”. (CM)


Fonte: Rádio Vaticano

ORGANIZAÇÕES CATÓLICAS SOCORREM POPULAÇÕES DO SUL DO TOGO, ATINGIDAS POR INUNDAÇÕES

Lomé, 23 ago (RV) - As chuvas torrenciais cessaram, há duas semanas, na região sul do país africano, mas ainda são graves as conseqüências das inundações. “Jamais no passado as inundações tiveram efeitos tão nefastos nas infra-estruturas do país. As transportadoras não sabem mais como fazer para embarcar as mercadorias”, criando assim graves problemas de fornecimento: É o que testemunha à agência missionária Misna, o secretário nacional da Organização para a caridade e o desenvolvimento integral (Ocdi), o sacerdote Marian Schwark, missionário do Verbo Divino, ressaltando a precária situação humanitária no sul do país.“É impossível viajar. Pessoas comuns, comerciantes, transportadoras devem dar uma volta muito grande para chegar às regiões do sul, passando até mesmo pelo Benin; e o porto de Lomé _ capital do Togo _ está registrando perdas econômicas importantes” _ prossegue o missionário verbita de origem alemã, no país africano há 33 anos.O governo criou uma unidade de crise e forneceu um alojamento para centenas de habitantes, deslocados em torno da capital, mas muitos consideram que ele deve ser ajudado pela comunidade internacional, para poder reparar os danos.De fato, “já começou a mobilização para ajudar a população e as organizações cristãs, como a Caritas alemã e a Catholic Relief Service, que estão nos ajudando de modo concreto, permitindo-nos fazer a distribuição das ajudas” _ ressaltou ainda o missionário verbita, Pe. Schwark. (RL)
Fonte: Rádio Vaticano

MUNDO LEMBRA HOJE TRÁFICO DE ESCRAVOS E SUA ABOLIÇÃO

Cidade do Vaticano, 23 ago (RV) - Lembrar um passado de escravidão para construir um futuro livre de toda forma de exploração e de opressão: é este o objetivo da efeméride que se celebra hoje, o “Dia internacional de comemoração do tráfico de escravos e da sua abolição”, instituído pela UNESCO em 1998, para esclarecer um dos capítulos mais sombrios da história da humanidade e, ao mesmo tempo, combater as novas formas de escravidão, produzidas pelos tempos modernos.A partir daquele distante 23 de agosto de 1791, quando na República Dominicana uma revolta de escravos contra os colonos franceses, levou à expulsão dos ocupantes e à fundação da República do Haiti. A grande sublevação partida do Caribe se difundiu pelas Américas, dando largada ao processo de abolição da escravatura. Ouçamos, a propósito, o missionário comboniano, Padre Giulio Albanese, diretor das revistas missionárias das Pontifícias Obras Missionárias, que reconstrói o passado e o presente do fenômeno da escravidão:PADRE ALBANESE: - "O tráfico de escravos foi, sem dúvida, uma das piores páginas da história, que envolveu milhões e milhões de pessoas. Já os egípcios o utilizavam porque lhes permitia ter acesso à mão-de-obra praticamente a custo zero. A mesma prática consolidou-se com os romanos. Sucessivamente, este fenômeno teve um incremento notável sobretudo no século XIX.... Neste segundo milênio, a escravidão moderna é causada pelo chamado “border Labour”, trabalho vinculado. Trata-se de indivíduos que se entregam como escravos, em garantia de um empréstimo recebido ou quando é herdada uma dívida contraída pela família à qual o sujeito pertence. Acontece, por vezes, ainda, que se ofereçam contratos que garantam o emprego, mas quando chegam ao lugar, os trabalhadores descobrem que infelizmente caíram numa verdadeira escravidão. A chamada “escravidão clássica” está presenta ainda hoje sobretudo no norte da África. Mas o fenômeno da prostituição é, certamente, uma forma de escravatura, como também o recrutamento de crianças-soldados. E no mundo, aldeia global, onde se investe nos países do sul porque a mão-de-obra é barata, o fenômeno da escravidão assume outras características". (PL)
Fonte: Rádio Vaticano

BRASILIA HOSPEDA CONFERÊNCIA DA PAZ

Brasília, 23 ago (RV) - Brasília hospedará amanhã a 4ª Conferência da Paz, um debate sobre “O Limite da Propriedade da Terra e sua função social”. Autoridades, religiosos, indígenas e trabalhadores rurais vão se reunir na Câmara dos Deputados em defesa da Reforma Agrária e da Soberania Territorial e Alimentar. A Conferência propõe a inclusão de um novo inciso na Constituição Federal, que limite as propriedades rurais. “O direito à propriedade é geralmente interpretado como garantia de um direito absoluto e ilimitado, legitimando a concentração de terras nas mãos de poucas pessoas e grupos, enquanto a maior parte da população do campo está excluída” - diz o convite para o evento. Os organizadores também alertam que no Brasil, os latifúndios representam 2,8% das propriedades rurais e ocupam 56,7% da área total, enquanto os minifúndios têm 62,2% dos imóveis do campo e ocupam 7,9% da área total.A Conferência tem como objetivo construir uma cultura de paz e não-violência no país, por meio do diálogo entre Igrejas, entidades da sociedade civil e os órgãos do Estado.A abertura terá a participação do presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia; do secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Dimas Lara Barbosa; de bispos da Igreja Anglicana do Brasil, e da Igreja Presbiteriana do Brasil. Após a cerimônia, o bispo do Xingu e presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Dom Erwin Krautler, fará uma palestra.Entre os relatores, estarão também o bispo emérito de Goiás e conselheiro permanente da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Dom Tomás Balduíno e o representante do Conselho Indígena de Roraima (CIR), Jacir de Souza.(CM)
Fonte: Rádio Vaticano

Vocação ao Matrimônio



Quem assume o celibato, não o faz por falta de vocação ao matrimônio

O termo “vocação” vem da língua latina e se traduz por “chamado”. Esse termo é usado em diversos sentidos, pois seu significado se abre como as muitas e diferentes palhetas de um belo leque.
Em sentido amplo, pode-se falar em “vocação para o matrimônio”, para a “paternidade” ou para a “maternidade”. Essas são vocações implícitas na própria natureza criada. Pelo fato de alguém ser criado “homem”, em sua natureza está “embutido” o chamado ao matrimônio e à paternidade.
Da mesma forma, aquela que é gerada “mulher” traz em si mesma a vocação ao matrimônio e à maternidade. As exceções são muito raras, e quase sempre determinadas por algum tipo de problema pessoal.
É preciso afirmar de imediato que aqueles que são chamados ao sacerdócio e à vida consagrada, quer masculina quer feminina, trazem, sim, em sua natureza, essa vocação ao matrimônio, à paternidade e à maternidade. Se estes todos assumem o celibato, não é por falta da vocação ao matrimônio, mas sim, por uma “opção positiva” diante do chamado de Jesus para uma vida celibatária. Estes todos podem afirmar: “Eu não renunciei ao matrimônio!... Eu aceitei o convite de Jesus, optei e escolhi livre, voluntária e positivamente viver esse tipo de vida para a qual Ele me chamou!”
Na verdade, a família é tão importante para o ser humano que o matrimônio, a paternidade e a maternidade deveriam ser sempre assumidos “como uma vocação personalizada” do Pai celeste. O conhecimento da responsabilidade, da importância e da grandeza de formar um lar deveria ser tão profundo que induzisse os jovens a se prepararem para o matrimônio com todo cuidado, esmero e honestidade. Aliás, deveria ser exatamente com a mesma seriedade que um jovem se prepara para o sacerdócio ou uma jovem para a vida consagrada.
Para os jovens poderem se preparar muito bem para o matrimônio, precisam possuir um conhecimento claro e profundo do “projeto divino da procriação humana”. Esse conhecimento lhes mostrará o verdadeiro significado do “masculino e do feminino”, da “genitalidade” masculina e feminina, do sentido da “mútua atração” entre o homem e a mulher, do significado do namoro, do noivado e do casamento, bem como da importância de formar um lar que seja “ninho de amor”, para a realização e felicidade do casal e dos filhos.
Por Pe. Alírio José Pedrini da Canção Nova

O 'sim' da conversão



Converter-se é deixar de viver na mentira

Converter-se é deixar de viver longe de Deus. Sair do estado de perdição, deixar o pecado. Não somente o ato mau em si, mas deste resulta no estado da perda da salvação e o sentimento de inimizade contra Deus. Conversão consiste em voltar para o Senhor com todo coração, retomar o caminho das suas veredas.
A conversão é um conceito complexo, que significa uma profunda mudança de coração sob o influxo da Palavra de Deus. Essa transformação interior exprime-se nas obras e, por conseguinte, na vida inteira do cristão. A conversão significa a vitória sobre o “homem velho” que está enraizado (a existência carnal) e o começo de uma vida nova (a vida no Espírito) criada e governada pelo Espírito Santo de Deus. É um fato que na História da Salvação, após o pecado original, cada vez que Deus vai ao encontro do homem para com ele dialogar. Faz isso para provocar no mesmo ser humano a conversão do coração.
Não basta renunciar somente a um ato mau nem a um hábito pecaminoso. Precisa-se ir ao centro da existência; todo coração e todo o procedimento devem ser mudados. O afastamento de Deus somente termina quando o próprio Deus se achega pessoalmente ao homem.
A conversão como saída do estado de pecado, de ausência de Deus e de perda da salvação está unida à aceitação incondicional da soberania divina. Reconhecer que praticou o mal, que tem necessidade de redenção e de uma transformação completa.
Quem realmente se converte, submete-se de boa vontade à lei divina. Renuncia à vida de ilegalidade.
Converter-se é deixar de viver na injustiça. Quem se converte reconhece o quanto deve a Deus e esforça-se por Lhe dar a devida honra. Todo pecado cria um estado permanente de sonegação de justiça para com Deus. É uma inimizade habitual, uma injustiça. É uma recusa permanente de dar ao Senhor a glória que Lhe pertence e de prestar ao Pai a obediência e o amor filial. A conversão tira-nos deste mísero estado. Supõe uma renovação integral do coração.
Converter-se é deixar de viver na mentira. Quem se converte afasta-se da mentira. O pecado é mentira. Por isso, a conversão requer uma mudança total de mentalidade, um espírito novo, o Espírito da Verdade. A conversão é um ‘sim’ à verdade.
Conversão é a volta à casa do Pai e a entrada no Reino. É a passagem das trevas do pecado para a luz da Graça. O caminho que Deus aponta conduz a uma conversão séria e autêntica do coração. Deus apela para a liberdade humana e que a íntima conversão desta liberdade é obra Sua.
A conversão se inicia no momento em que Deus se digna de derramar “o espírito de graça e de preces” (Zac 12, 10). Porém, nossa conversão não se realizará sem o ‘sim’ de nossa liberdade.
A conversão culmina - é próprio da sua essência - em um novo nascimento, num renascimento do alto, de Deus. A volta à casa do Pai é a reintegração nos direitos de filho. Não é algo que se processa unicamente no exterior, mas é uma ação interior, uma modificação vital, um nascimento pelo Espírito. Para o homem, a conversão é, pois, infinitamente mais que o simples fato negativo de se livrar da escravidão do pecado, porque, para Deus, converter-se é infinitamente mais que perdoar pecados, é fazer o dom de uma vida nova. O homem torna-se filho de Deus.
O único modo efetivo de descobrir sempre mais a própria identidade é árduo, mas consolador, caminho da conversão sincera e pessoal, com um humilde reconhecimento das próprias imperfeições e pecados; e a confiança na força da ressurreição de Cristo. Essa transformação interior exprime-se nas obras e, por conseguinte, na vida inteira do cristão.

Por Pe. Reinaldo - Canção Nova

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Santuário de Lourdes aguarda 200 mil pessoas na visita do Papa


O Santuário de Lourdes espera 200 mil fiéis para a Missa que acontece em 14 de setembro. Esta celebração será presidida pelo Papa Bento XVI e faz parte da visita que fará à França entre 12 e 15 de setembro, por ocasião do 150º aniversário das Aparições de Lourdes.Durante coletiva de imprensa, o Bispo de Tarbes e Lourdes, Dom Jacques Perrier, destacou ainda que na missa de sábado, 13, nos Invalides da capital francesa, devem participar cerca de 250 mil pessoas. O caminho do jubileu de Bernadette já foi percorrido este ano por 900 mil pessoas, indicou Perrier.


Divulgado programa oficial da viagem de Bento XVI à França


Divulgado o programa oficial da viagem apostólica de Bento XVI à França, de 12 a 15 de setembro, por ocasião dos 150 anos das aparições de Lourdes. O ponto culminante desta visita será a Missa na esplanada de Lourdes no domingo dia 14, de manhã.A primeira etapa da viagem será Paris, onde o Papa chegará ao fim da manhã de sexta-feira, dia 12. Após o acolhimento oficial, no aeroporto, o primeiro ato do programa será a visita de cortesia ao presidente da República francesa, no Palácio do Eliseu, onde o Papa se encontrará também com outras autoridades do Estado.De tarde, acontecerá, um breve encontro com a Comunidade Hebraica, na nunciatura apostólica, logo após, no Colégio dos Bernardinos, às 17h30, um encontro com o mundo da cultura. Às 19h15, na catedral Notre Dame de Paris, Bento XVI celebra Vésperas com os padres, religiosos e religiosas, seminaristas e diáconos. Na saída, por volta das 20h30, na esplanada em frente a Notre Dame, o Papa dirigirá uma saudação aos jovens.Sábado de manhã, 13 de setembro, Bento XVI celebra Missa na Esplanada dos Inválidos. Logo após haverá umo almoço com os Bispos da região de Paris, na Nunciatura Apostólica, às 18 horas, o Pontífice parte para Lourdes. ao chegar, Bento XVI desloca-se à gruta de Massabiele e à noite presidie à conclusão da procissão de velas.Domingo, 14, às 10 horas, o Papa participa da Santa Missa pelos 150 anos das aparições, na esplanada em frente à Gruta. O Papa almoçará depois com os Bispos da região dos Pirinéus. A tarde, depois de um encontro com os Bispos franceses, Bento XVI preside à conclusão da procissão eucarística.A viagem do Papa termina segunda-feira, 15 de setembro, de manhã. Bento XVI visita a capela do hospital de Lourdes e celebra a Missa com os doentes, na basílica de Nossa Senhora do Rosário. Às 13 horas, parte para Roma.

Rádio Vaticano

Fátima comemora aniversário da quarta aparição de Nossa Senhora

Nesta terça-feira será celebrado em Fátima, Portugal, o aniversário da quarta aparição de Nossa Senhora de Fátima aos postorinhos.A 19 de Agosto de 1917 a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque no dia 13 as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém. Em Vila Nova de Ourém, os Três Pastorinhos foram submetidos a múltiplos interrogatórios e ameaçados com violentos castigos. Por fim, foram entregues aos pais.No Domingo seguinte, 19 de Agosto, Nossa Senhora apareceu-lhes nos Valinhos e pediu-lhes que continuassem a ir à Cova da Iria no dia 13 e que rezassem o terço todos os dias. "Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas", disse Nossa Senhora.Nos Valinhos, no local desta quarta aparição, foi erguido um monumento celebrativo, construído a expensas dos católicos húngaros e inaugurado a 12 de Agosto de 1956. A branca imagem de Nossa Senhora de Fátima é obra da escultora Maria Amélia Carvalheira da Silva.



Fonte: Ecclesia

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Solenidade da Assunção de Maria é celebrada na Terra Santa

A Solenidade da Assunção da Virgem Maria, em Jerusalém, Israel, foi celebrada na Basílica do Getsêmani e da Dormição no Monte Sion.Logo pela manhã, o custódio da Terra Santa, Padre Pier Batista Pizzabala, celebrou no Getsêmani, há poucos metros da tumba de Maria, lugar onde, segundo a tradição, a Virgem Maria foi colocada após a sua morte. Na parte da tarde, os franciscanos seguiram em procissão até a gruta onde uma breve oração foi presidida pelo custódio e todos cantam a Salve Rainha.Ainda pela manhã, no Monte Sião, próximo ao Cenáculo, na Basílica da Dormição, lugar onde Maria adormeceu, o abade geral dos beneditinos, reverendo Benedikt Lindemann, presidiu a cerimônia que é concluída com a oração na cripta da Dormição. O responsável pela Igreja da Dormição, Padre Elias, com alegria abençoou todos os que participam da festa da dormição: "Aqui é o lugar onde Maria adormeceu e, de acordo com a fé católica, ela foi assunta em corpo e alma ao céu. E deste lugar especial nós queremos desejar a todas as pessoas os nossos sinceros votos de alegria e bençaos desse grande dia de festa, que esta seja nossa esperança, de um dia todos nós estarmos como Maria no céu no qual celebramos sua assunção".
Fonte: Canção Nova

Agosto, mês vocacional

Quando Deus chama, Ele mesmo nos capacita

Vocação é um chamado do Senhor. É Deus quem chama e envia. A iniciativa é toda de Deus.
“Não fostes vós que me escolhestes mas eu vos escolhi e vos designei para que vades e produzais frutos e o vosso fruto permaneça” (Jo 15,16).
Deus quando chama, Ele leva em conta toda a sua pessoa, a começar pelo nome, passando pela sua família e pela sua história. Nada fica de lado em sua vida.
Quando Deus chama, Ele mesmo o capacita para aquilo para o qual está o chamando. Por isso, não precisamos ter medo porque a iniciativa é toda do Senhor. A nossa parte é responder dizendo “sim” e nos colocando inteiramente à disposição d’Aquele que nos chama.
A vocação afeta a pessoa no mais profundo do seu íntimo e quando somos afetados por esse chamado não temos como dizer “não”; a nossa resposta sempre será “sim”!
"Deixei-me seduzir..."
Todos nós fomos escolhidos, chamados por Deus para uma missão. A Palavra diz que Jesus subiu ao monte e chamou os que Ele quis e os designou e os preparou para uma missão específica, a de levar a Sua Palavra por todo o mundo (cf. Mc 3, 13-19). Mas Deus não nos chama só para isso. Há lugar para todos em Seu Reino. Existem os que pregam, os que se dedicam somente às famílias, os que defendem a pátria. Enfim, é infinita a missão de Deus. O Senhor conta com corações abertos para colaborar com Ele nessa linda companhia.
Qual é a sua missão? A que você é chamado hoje? Não diga que aquilo que faz hoje não é um chamado; não é uma missão! Não diga que você não é capaz; porque quem nos capacita é Deus. O chamado foi um presente d’Ele aos discípulos e na Palavra não está escrito que eles estavam capacitados para a missão que iriam receber. Ao contrário, todos corriam o risco de fracassar, de não dar conta; mas, o segredo está em confiar e se abandonar nas mãos d’Aquele que chama, capacita e envia. Quem é chamado recebe a autoridade espiritual e o conforto da presença constante do Senhor.
Creia! Você também foi escolhido por Deus para uma missão e precisa investir nela. O Senhor o conhece e conhece a missão que escolheu para você, conhece seu potencial e também suas limitações. Não são as características pessoais de cada um que determinam a vocação, muito pelo contrário, o próprio profeta responde dessa forma: “Não sei falar, sou apenas uma criança...” (Jer 1, 6). Mas saiba: o Senhor não se importa se você tem potencial ou não, a partir do momento em que Ele nos chama, todo o potencial vem d’Ele.
Toda a graça da vocação de ser pai, de ser mãe, padre, missionário, freira, político, seja lá o que for, se é Deus quem chama toda a graça para executar a vocação vem d’Ele. Quem foi chamado só precisa responder a essa iniciativa amorosa de Deus, como Maria, que disse: “Eis-me aqui, faça-se a Tua Vontade”.


Fonte: Ritinha (Canção Nova)

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

O Papa a católicos da América: O serviço mais importante é o anúncio de Jesus Cristo

O Papa Bento XVI enviou uma mensagem ao III Congresso Americano Missionário (CAM 3) que se celebra nesta cidade e lembrou aos católicos que “o serviço mais importante que podemos brindar aos nossos irmãos é o anúncio claro e humilde de Jesus Cristo, que veio a este mundo para que tenhamos vida e a tenhamos em abundância”.
“Diante das dificuldades de um ambiente às vezes hostil, da escassez de resultados imediatos e espetaculares ou frente à insuficiência de médios humanos, convido-os a não deixar-se vencer pelo medo, nem se abater pelo desânimo ou arrastar pela inércia”, indicou o Papa.
Do mesmo modo, lembrou que “a hora presente é uma ocasião providencial para que, com simplicidade, limpeza de coração e fidelidade, volte a escutar como Cristo nos lembra que não somos servos, senão seus amigos”.
“Ele nos instrui para que permaneçamos em seu amor sem nos amoldar aos ditados deste mundo. Não sejamos surdos à sua Palavra. Dele aprendamos. Imitemos seu estilo de vida. Sejamos semeadores de sua Palavra. Deste modo, com toda nossa vida, com a alegria de nos experimentar amados por Jesus, a quem podemos chamar irmão, seremos instrumentos válidos para que Ele siga atraindo a todos com a misericórdia que brota de sua Cruz”, adicionou.
Bento XVI alentou aos católicos “a compartilhar com outros este tesouro, pois não há riqueza maior do que gozar da amizade de Cristo e caminhar ao seu lado. Vale a pena consagrar a este formoso trabalho nossas melhores energias, sabendo que a graça divina nos precede, sustentam e acompanham em sua realização”.
“Encontrem, pois, na oração perseverante, na meditação fervorosa da Palavra de Deus, na obediência ao Magistério da Igreja, na digna celebração dos Sacramentos e no testemunho da caridade fraterna a força necessária para identificar-se com os sentimentos de Cristo e assim ser seus discípulos com coerência e generosidade, proclamando com os próprios exemplos que Cristo é o Filho de Deus, o Redentor do homem e a rocha firme onde cimentar a nossa existência”, indicou.
O Santo Padre alentou aos católicos do continente a sentir “o consolo de Cristo e ofereçam o bálsamo de seu amor aos aflitos, aos que andam aflitos pela dor ou ficaram feridos pela frieza do indiferentismo ou pelo flagelo da corrupção. Estes desafios exigem superar o individualismo e o isolamento e reclamam robustecer o sentido de pertença eclesiástica e a colaboração leal com os Pastores, com o fim de formar comunidades cristãs de oração, concordes, fraterno e missionário”.
O CAM três começou ontem, 12 de agosto, na cidade de Quito com a participação de mais de três mil delegados. Concluirá este domingo 17 de agosto com o solene início da grande “Missão continental”, que conforme explicou o Papa harmonizará “esforços pastorais e iniciativas evangelizadoras, as distintas Igrejas particulares na América Latina e o Caribe vão intensificar suas tarefas, para que o Senhor seja cada dia mais conhecido, amado, seguido e louvado nessas benditas terras”.

Fonte: acidigital.com

domingo, 10 de agosto de 2008

NO ANGELUS, O PREMENTE APELO DO PAPA A FIM DE QUE CESSEM IMEDIATAMENTE AS AÇÕES MILITARES NA GEÓRGIA

Bressanone, 10 ago (RV) - O premente apelo pela situação na Ossetia do Sul, com o convite à oração junto com os ortodoxos, e uma reflexão sobre os riscos do vazio que comportam certos aspectos da “sociedade do bem-estar” estiveram no centro das palavras do papa, que no Angelus de hoje _ ao meio-dia _ expressou a sua gratidão pelo período de repouso e meditação em Bressanone, no nordeste da Itália, onde permanecerá até amanhã.O Santo Padre, falando em alemão na primeira parte de sua alocução, ressaltou o benefício dos dias de repouso, para depois recordar que o Evangelho de hoje “nos conduz do lugar de repouso à vida cotidiana”.“Conta-nos _ explicou o pontífice _ como após a multiplicação dos pães o Senhor vai para a montanha para permanecer sozinho com o Pai. Por sua vez, os discípulos estão no lago e com a sua mísera barca tentam inutilmente resistir ao vento contrário”.Também hoje _ disse Bento XVI _ “em muitas partes da terra a Igreja se encontra penando para seguir adiante não obstante o vento contrário e parece que o Senhor esteja muito distante, mas o Evangelho nos dá resposta, consolação e encorajamento e, ao mesmo tempo, nos indica o caminho”.Cristo estende-nos a mão como aos discípulos e “somente se nós segurarmos a mão do Senhor, se nos deixarmos conduzir por Ele _ acrescentou o papa _ o nosso caminho será um caminho reto e bom”.“Por isso, queremos pedir ao Senhor que consigamos sempre encontrar a sua mão e, ao mesmo tempo, nessa oração há também o convite a fim de que em seu nome estendamos a nossa mão aos outros, àqueles que precisam dessa mão estendida para conduzi-los pelas águas da nossa história.”Depois, falando em italiano o pontífice prosseguiu a sua reflexão com um convite forte e afetuoso aos jovens, a não perderem de vista a alegria verdadeira atrás de falsas miragens de prazer.Bento XVI recordou os “rostos alegres de tantos jovens de todas as partes do mundo” reunidos em Sydney, que sentiram “a autêntica alegria de encontrar-se e de descobrir juntos um mundo novo”, “sem ter tido necessidade de recorrer a modos inconvenientes e violentos, ao álcool e a substâncias entorpecentes”.O papa ressaltou isso pensando com pesar naqueles jovens que caem vítima de “falsas evasões, vivendo experiências degradantes que não raramente desembocam em tragédias”. O Santo Padre analisou os motivos:“Esse é um típico produto da atual chamada ‘sociedade do bem-estar’ que, para preencher um vazio interior e a monotonia que o acompanha, induz a tentar novas experiências, mais emocionantes, mais extremas.”“Também as férias _ recordou o pontífice _ correm assim o risco de dissipar-se numa busca vã de miragens de prazer.” “Mas desse modo _ observa o papa _ o espírito não se repousa, o coração não sente alegria e não encontra paz, pelo contrário, acaba por encontrar-se mais cansado e triste do que antes.” E aí o Santo Padre explicou não falar somente aos jovens:“Referi-me aos jovens porque são os mais sedentos de vida e de novas experiências, e por isso também os que mais correm risco. Mas a reflexão vale para todos: a pessoa humana se regenera verdadeiramente somente na relação com Deus, e Deus o encontramos aprendendo a escutar a sua voz na quietude interior e no silêncio.”Bento XVI observou que “numa sociedade em que se vive sempre na correria, as férias são dias de verdadeira distensão”.E após a oração mariana o papa expressou a sua profunda preocupação “pelos trágicos eventos que estão se verificando na Geórgia e que, a partir da região da Ossetia do Sul, já causaram muitas vítimas inocentes e obrigaram um grande número de civis a deixar as suas casas”.Bento XVI expressou seus votos:“Faço votos de que cessem imediatamente as ações militares e que renunciem, também em nome da comum herança cristã, ulteriores confrontos e represálias violentas, que possam degenerar num conflito de ainda mais vasto alcance; de que sejam retomados, ao invés, o caminho da negociação e do diálogo respeitoso e construtivo, evitando assim ulteriores, dilacerantes sofrimentos àquelas caras populações.”E o pontífice acrescentou um claro apelo à comunidade internacional:“Igualmente, convido a Comunidade internacional e os países mais influentes na atual situação a fazerem todo esforço para apoiar e promover iniciativas voltadas a alcançar uma solução pacífica e duradoura, em favor de uma convivência aberta e respeitosa.”O pontífice convidou à oração junto com os irmãos ortodoxos, recomendando a sua intenção à Virgem Maria.Nas saudações finais o papa recordou os peregrinos presentes provenientes das diversas comunidades paroquiais da Diocese de Bolzano-Bressanone, bem como os jovens e as famílias de outras dioceses italianas. A todos agradeceu pelo afeto e, em particular, aos jornalistas e aos agentes dos meios de comunicação que o acompanharam durante suas férias em Bressanone. Recordamos que Bento XVI retorna amanhã, segunda-feira, para a residência pontifícia de verão de Castel Gandolfo, localizada a cerca de 30Km de Roma. (RL)
Fonte: Rádio Vaticano

DIA DOS PAIS

Ser pai

Quem disse que por de trás daquela barba que nos arranha o rosto não tem um coração moleque querendo brincar?
Quem disse que por detrás daquela voz grossa não tem um menino criativo querendo falar?
Quem foi que falou que aquelas mãos grandes não sabem fazer carinho se o filho chorar?
Quem foi que pensou, que aqueles pés enormes, não deslizam suaves na calada da noite, para o sono do filho velar?
Quem é que achou que no fundo do peito largo e viril não tem um coração de pudim, quando o filho amado, com um sorriso largo se põe a chamar?
Quem foi que determinou que aquele coroa, de cabelos brancos não sabe da vida para querer me ensinar?
Pai, você me escolheu filho, eu te fiz exemplo! Feliz dia dos pais, meu PAI.

O DIÁLOGO DE BENTO XVI COM O CLERO EM BRESSANONE: A RAZÃO SEM A BELEZA É REDUZIDA À METADE – O PADRE DIANTE DE TANTOS AFAZERES, DEVE VER O QUE É ESSEN

Bressanone, 09 ago (RV) - Ontem, a Sala de Imprensa da Santa Sé publicou o texto integral do longo diálogo do papa com o clero, quarta-feira passada, na Catedral de Bressanone. Bento XVI respondeu a 6 perguntas. Nos dias passados, apresentamos uma síntese de 4 delas. Hoje vamos facalizar as duas últimas.A pergunta, colocada por um sacerdote franciscano, referia-se ao discurso do papa em Regensburgo, quando então ressaltava a ligação substancial entre o Espírito divino e a razão humana. Por outro lado, continuou o franciscano, o senhor sempre ressaltou a importância da arte e da beleza, da estética. Então, ao lado do diálogo conceitual sobre Deus, não deveria ser serpre reafirmada a experiência estética da fé no âmbito da Igreja, para o anúncio e a liturgia?

O papa responde, afirmando que as duas coisas devem caminhar pari passu: a razão, a honestidade da reflexão sobre a verdade e a beleza, pois uma razão que quisesse de certo modo despojar-se da beleza, seria reduzida à metade, e prosseguiu:


“Para mim, a arte e os Santos são a maior apologia da nossa fé. Os argumentos apresentados pela razão são absolutamente importantes e irrenunciáveis, mas o dissenso pode sempre permanecer de pé. Ao invés, se olhamos para os Santos, este grande facho de luz com o qual Deus atravessou a história, vemos que aí realmente existe uma força do bem que resiste aos milênios, aí existe verdadeiramente a luz da luz. E, do mesmo modo, se contemplamos as belezas criadas pela fé, diria que estas são simplesmente a prova viva da fé. Uma bela catedral é um anúncio vivo, que nos fala; e partindo da beleza da catedral, conseguimos anunciar visualmente Deus, Cristo e todos os seus mistérios”.




Onde nasce a beleza – acrescentou o papa – nasce a verdade:


“Quando, nesta nossa época, discutimos sobre a racionalidade da fé, discutimos precisamente do fato que a razão não acaba onde acabam as descobertas experimentais, ela não acaba no positivismo; a teoria da evolução vê a verdade, mas vê somente a metade da verdade: não vê que por trás está o Espírito da criação. Nós estamos lutando pelo alargamento da razão e portanto por uma razão que seja aberta também ao belo… Penso que isto é, de certo modo, a prova da verdade do cristianismo: coração e razão se encontram, beleza e verdade se tocam. E quanto mais nós mesmos conseguimos viver na beleza da verdade, tanto mais a fé poderá voltar a ser criativa também no nosso tempo”.




Um pároco faz uma pergunta ao papa sobre a diminuição dos padres e sobre a possibilidade de confiar aos leigos algumas funções do sacerdote. Vejamos a resposta do papa:


“Na minha resposta gostaria de considerar dois aspectos fundamentais. De um lado, o caráter insubstituível do sacerdote, o significado e o modo do ministério sacerdotal hoje; do outro lado – e isto hoje se destaca mais do que antes – a multiplicidade dos carismas e o fato que todos juntos são Igreja, edificam a Igreja e por isto devemos nos empenhar por despertar os carismas, que sustentam também o sacerdote. O sacerdote sustenta os outros e os outros o sustentam, e somente neste conjunto complexo e variegado a Igreja pode crescer hoje e para o futuro”.




O papa fala das dificuldades dos sacerdotes, hoje, sobrecarregados de tantas coisas a fazer. E indica uma prioridade:


“Uma prioridade fundamental da existência sacerdotal é estar com o Senhor e ter tempo para a oração. São Carlos Borromeo dizia sempre: “Não poderás cuidar da alma dos outros, se deixas que a tua depereça. Afinal de contas, não farás mais nada nem mesmo para os outros. Deves ter tempo também para estar com Deus”… E a partir daí, ordenar depois as prioridades: devo aprender a ver o que é realmente essencial, onde é absolutamente exigida a minha presença de sacerdote e não posso delegar ninguém. Ao mesmo tempo, devo aceitar humildemente quando, muitas coisas que teria a fazer e onde seria exigida a minha presença, não posso realizar porque reconheço os meus limites. Penso que as pessoas compreenderão essa humildade”.




Bento XVI volta a destacar o valor do celibato, sinal de que o sacerdote pertence totalmente a Deus e aos outros, e termina com uma oração diante de tantas conseiras do padre:


“Rezemos ao Senhor que nos console sempre quando pensamos que não agüentamos mais; sustentemo-nos uns aos outros e então o Senhor nos ajudará a encontrar juntos as estradas justas”.




Fonte: Rádio Vaticano(PL)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

EM ENCONTRO INFORMAL, PAPA RESPONDE ÀS QUESTÕES DO CLERO DE BRESSANONE

Cidade do Vaticano, 07 ago (RV) - O papa Bento XVI se reuniu ontem com 400 sacerdotes em Bressanone, nordeste da Itália, onde se encontra em férias, e respondeu perguntas relativas ao sofrimento, à administração dos sacramentos e ao meio ambiente.O encontro se realizou a portas fechadas na catedral de Bressanone e os sacerdotes fizeram ao papa seis perguntas. Ao responder sobre a administração dos sacramentos a fiéis que não pareçam preparados, Bento XVI disse:“Antes era mais rígido na hora de administrar os sacramentos, mas o exemplo de Cristo me fez ser mais acolhedor nos casos em que possivelmente não há fé suficiente, madura ou sólida, mas há uma intenção de busca, um desejo de comunhão com a Igreja. Com o tempo, compreendi que é preciso continuar o caminho do Senhor, aberto à misericórdia” - aconselhou.Respondendo à questão sobre como enfrentar o sofrimento, feita por um sacerdote de 42 anos doente de esclerose múltipla, que estava em cadeira de rodas, Bento XVI recordou a figura de Karol Woytila, de quem disse: “Na segunda parte do pontificado, João Paulo II foi o testemunho verdadeiro de como carregar a cruz; neste mundo do ativismo, do jovem e do belo, a mensagem do sofrimento e da paixão tem um valor particular” – explicou. “A presença de Cristo no sofrimento é um ensinamento fundamental do cristianismo. Aceitar o sofrimento é uma dimensão da humanidade” – acrescentou Bento XVI, concluindo que “João Paulo II foi um gigante da fé, levou o anúncio cristão aos confins do mundo, e abateu o muro entre os dois mundos com a força de sua fé”. Sobre a visão católica da proteção do meio ambiente, Bento XVI pediu aos católicos para dar exemplo com estilos de vida respeitosos, e acrescentou:“Se você nega Deus, o mundo se reduz unicamente à matéria, e então faltam as bases para construir a responsabilidade do homem em relação à criação e a seu uso”. (CM)

CNBB e Canção Nova lançam edição de bolso do Evangelho

O ritmo de vida da geração atual, cada dia mais acelerado, exige que a Igreja busque novos meios para que o Evangelho torne-se cada vez mais acessível. A CNBB e a Editora Canção Nova embarcam neste desafio e lançam uma versão de bolso da Palavra de Deus, para que as pessoas a carreguem para todos os lados. A obra, intitulada Novo Testamento e Salmos, será lançada nesta quinta-feira, 7, durante a ExpoCatólica, em São Paulo. Na ocasião também ocorrerá o lançamento oficial do tema da Campanha da Fraternidade 2009, escolhido pela CNBB: "Segurança Pública". Estarão presentes o arcebispo metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, o secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, o fundador da Comunidade Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib, os co-fundadores, Wellington Silva Jardim e Luzia Santiago, o coordenador das Edições CNBB, Padre Valdeir Goulart, padres convidados e autoridades civis.Para Padre Valdeir Goulart, a Bíblia em tamanho maior seria ideal para o dia-a-dia, mas, muitas vezes, não tendo o ideal trabalha-se com o que é possível. O coordenador das Edições CNBB explica o conteúdo da nova obra: "Este livro apresenta o Novo Testamento, que nos traz a pessoa de Jesus e o surgimento da Igreja primitiva, e os Salmos, que são a oração do povo direcionada a Deus. A obra ficou com um formato muito bom, muito bonito. Mantivemos a mesma fonte da 'Bíblia grande', o que facilita a leitura".Esta não é a primeira parceria entre as Edições CNBB e a Editora Canção Nova. Há cerca de dois anos foi lançada a edição comemorativa da Bíblia Sagrada, Tradução CNBB pela Editora Canção Nova. Padre Valdeir vê a parceria como um meio de proporcionar um alcance maior do Evangelho: "Quando trabalhamos juntos, só temos a ganhar. Temos muito que oferecer à sociedade, mas só conseguimos atingir nossos objetivos quando estamos juntos. Queremos lutar por um único objetivo, que a Palavra de Deus chegue no coração de todas as pessoas". A coordenadora editorial da editora Canção Nova, Jocelma Cruz, concorda: "A Canção Nova, junto a CNBB, que levar a 'Boa Nova' do Evangelho até os confins da terra". A proposta da Canção Nova é ser voz da Igreja. A responsável pela Editora Canção Nova, Cristiana Maria Negrão, ressalta: "Buscamos publicar todos os documentos do Papa e caminhar em sintonia com a CNBB. A parceria neste novo trabalho reforça nosso objetivo"."A Palavra precisa ser lida, proclamada, para cair dentro do coração e transformar a vida das pessoas", concluiu Padre Valdeir.A ExpoCatólica é uma feira internacional de produtos e serviços para igrejas, livrarias e lojas de artigos religiosos. Realiza-se entre 7 e 10 de agosto, no ExpoCenter Norte, São Paulo. O horário de funcionamento da feira é das 11 às 20 horas. O acesso à feira nos dias 7 e 8 é restrito aos profissionais do setor, e nos dias 9 e 10, aberto ao público, com ingressos a R$ 5 ou 1 Kg de alimento.


Fonte: Canção Nova

Morre Dom Afonso Gregory

Morre dom Afonso Gregory, bispo emérito de Imperatriz (foto)



O bispo emérito de Imperatriz (MA), dom Affonso Felippe Gregory, faleceu às 20:30h desta quarta-feira, 6, no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre (RS), onde estava internado em estado grave desde a sexta-feira da semana passada. Há quase dois anos, dom Affonso sofria de leucemia.
Segundo o bispo auxiliar de Porto Alegre, dom Remídio José Bohn, amanhã o corpo de dom Affonso será levado para Estrela (RS), sua terra natal, onde será velado junto aos parentes e conhecidos. Na sexta-feira, às 9h, haverá missa de despedida, e seu corpo será translado para Imperatriz, onde será sepultado, conforme seu desejo.
Nascido em Estrela (RS), dom Affonso Gregory completou, em fevereiro, 52 anos de sacerdócio. Licenciado em teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, e em Sociologia, em Lovaina, na Bélgica, foi nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro em 1979. Recebeu a ordenação episcopal em 12 de janeiro daquele ano e ficou no Rio até 1987. Neste período, foi presidente do Regional Leste 1 da CNBB (Estado do Rio de Janeiro); presidente da Cáritas Brasileira, responsável pelo Setor da Pastoral Social da CNBB e presidente do CERIS.
Em 1987, foi nomeado bispo de Imperatriz (MA), onde ficou até tornar-se emérito em agosto de 2005. Neste tempo, foi presidente da Cáritas Internacional; membro da Comissão Episcopal Pastoral da CNBB e presidente do Nordeste 5 da CNBB (Estado do Maranhão). Seu lema episcopal era “A verdade vos libertará” (Jo 8, 32).




IMPERATRIZ (MA)--A Diocese divulgou na tarde desta quinta-feira(07) os detalhes sobre o velório e enterro de dom Felipe Gregory, bispo emérito de Imperatriz. O corpo chega à cidade no vôo das 23h desta sexta-feira(08) e será velado por toda a madrugada e manhã de sábado na paróquia de Santa Teresa D´Avila, padroeira e co-fundadora do município.
O bispo diocesano, dom Gilberto Pastana de Oliveira divulgou que o corpo foi embalsamado e transladado de Porto Alegre à Estrela (RS) onde será velado por familiares e amigos. Somente nesta sexta, depois de algumas celebrações, é que o corpo deixará Estrela e seguirá até Brasília (DF) e em seguida à Imperatriz em vôo comercial com previsão de desembarque no aeroporto Renato Moreira por volta das 23h do mesmo dia.
Em Imperatriz o corpo será velado na paróquia de Santa Teresa até pouco antes das 17h quando seguirá para a catedral de Fátima onde será celebrada uma missa de corpo presente. Lá também, precisamente embaixo das gravuras que exibem a 14ª estação da Paixão de Cristo será feito o túmulo do religioso.
"Foi um pedido dele, uma escolha dele que quis ser enterrado aqui. Conversamos com a familia dele e colocamos esse desejo e a importância dele como primeiro bispo de Imperatriz e felismente a familia aceitou e esse último desejo será atendido", disse dom Gilberto Pastana.
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DESPEDIDA--Dom Pastana sugeriu que todas as paróquias da Diocese organizem-se para o velório. A idéia é que cada uma possa adotar um horário para a visitção visando garantir que todas as pessoas possam se despedir do religioso sem maiores imprevistos.:
REPERCUSSÃO--A morte de dom Afonso Gregory provocou grande repercussão em Imperatriz. O assunto foi o destaque dos meios de comunicação da cidade na manhã desta quinta-feira(07). Além de dezenas de entrevistas, a própria emissora de tv da Diocese também deu um plantão no qual o bispo Gilberto Pastana fez longo comentário sobre a morte do colega e também detalhou sobre a programação após a chegada do corpo à cidade.
"Dom Gregory cumpriu sua missão aqui na terra, fez muito por Imperatriz. Perdemos um amigo, mas o céu ganhou e com certeza agora dom Gregory estará intercedendo por nós junto ao Deus pai", frisou dom Pastana.
Afonso Gregory foi o primeiro bispo de Imperatriz e também desenvolveu muitas atividades em organizações nacionais e internacionais. Dentre elas está o cargo de presidente da Cáritas Internacional e cargos de primeiro escalão na CNBB.
Fontes: CNBB e Blog Imperanews

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Reconhecimento Pontifício dos Estatutos da comunidade Canção Nova.


“Vamos juntos fazer uma grande festa em Roma.”


Inicia-se um tempo de grande benção para a Canção Nova, em Novembro os Estatutos, as normas que regem o carisma Canção Nova serão oficialmente aprovados pelo Vaticano, é Pedro e seus apóstolos aprovando o jeito de ser, é a igreja afirmando que o carisma Canção Nova é vontade de Deus para os nossos tempos


Para o Reconhecimento Pontifício dos Estatutos a Canção Nova está com dois roteiros especiais a partir do dia 28 de Outubro.


Roteiro:Saída do dia 28 de Outubro.(Itália)
Dia 28 de Outubro.Terça-Feira: Brasil/Roma
Dia 29 de Outubro.Quarta-Feira: Roma/Assis
Dia 30 de Outubro.Quinta-Feira: Assis
Dia 31 de Outubro.Sexta-Feira: Assis/San Giovanni Rotondo
Dia 01 de Novembro.Sábado: San Giovanni Rotondo
Dia 02 de Novembro.Domingo: San Giovanni Rotondo / Lanciano / Roma
Dia 03 de Novembro.Segunda-Feira: Roma
Dia 04 de Novembro.Terça-Feira: Roma
Dia 05 de Novembro.Quarta-Feira: Roma
Dia 06 de Novembro.Quinta-Feira: Roma/Brasil
Esse roteiro esta custando um valor de R$ 4.480,00(Quatro mil, quatrocentos e oitenta reais) + R$ 90,00 (Noventa reais de taxa de adesão) Valor sujeito a alterações.


Roteiro: Saída do dia 31 de Outubro.(Portugal, Itália, e Terra Santa)
Dia 31 de Outubro.Sexta-Feira: Brasil/Lisboa
Dia 01 de Novembro.Sábado: Lisboa/Fátina
Dia 02 de Novembro.Domingo: Fátima/Lisboa/Roma
Dia 03 de Novembro.Segunda-Feira: Roma
Dia 04 de Novembro.Terça-Feira: Roma
Dia 05 de Novembro.Quarta-Feira: Roma/Tel-Aviv/Galiléia
Dia 06 de Novembro.Quinta-Feira: Galiléia
Dia 07 de Novembro.Sexta-Feira: Galiléia/Judéia
Dia 08 de Novembro.Sábado: Judéia
Dia 09 de Novembro.Domingo: Judéia
Dia 10 de Novembro.Segunda-Feira: Judéia
Dia 11 de Novembro.Terça-Feira: Tel-Aviv/Brasil
Esse roteiro esta custando um valor de U$ 3.480,00(Quatro mil, cento e oitenta dolares) + U$ 90,00 (Noventa dolares de taxa de adesão) Valor sujeito a alterações.


Fonte: Blog Peregrinações - Canção Nova

domingo, 3 de agosto de 2008

É grave estado de saúde de Dom Affonso Gregory

CNBB
O bispo emérito de Imperatriz (MA), Dom Affonso Felippe Gregory, 78, está internado na UTI do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre (RS), onde moram seus familiares, desde o final da noite desta sexta-feira, 1º. Segundo o secretário executivo do Regional Sul 3 da CNBB, Padre Tarcísio Rech, Dom Affonso está sendo acompanhado por uma equipe médica, coordenada pela hematologista, Laura Fogliatto, e seu estado de saúde é grave. "A equipe aguarda 24h para saber como Dom Afonso irá responder ao tratamento iniciado", explica Padre Tarcísio.

Papa recorda exemplo de Paulo VI e saúda Olimpíadas de Pequim

Rádio Vaticano
"No centro de tudo sempre Cristo": esta foi "a atitude fundamental" de Paulo VI, destacou Bento XVI no primeiro Ângelus, em Bressanone, onde passa alguns dias de descanso, ao recordar seu predecessor que esta semana completa trinta anos de falecimento. Fazendo memória devota e filial, o Papa destacou que "como supremo Pastor da Igreja, Paulo VI guiou o povo de Deus à contemplação do rosto de Cristo Redentor do homem e Senhor da história. Esta amorosa orientação da mente e do coração para Cristo foi precisamente um dos pontos centrais do Concílio Vaticano II, uma atitude fundamental que o meu venerado predecessor João Paulo II herdou e relançou no grande Jubileu do ano 2000. No centro de tudo, sempre Cristo: no centro das Sagradas Escrituras e da Tradição, no coração da Igreja, do mundo e de todo o universo".O Santo Padre recordou ainda que "a Divina Providência chamou João Batista Montini da Cátedra de Milão à de Roma no momento mais delicado do Concílio – quando a intuição do bem-aventurado João XXIII corria o risco de não chegar a se concretizar"."Como não dar graças ao Senhor pela sua fecunda e corajosa ação pastoral? À medida que se alarga e se torna mais consciente o nosso olhar sobre o passado, aparece sempre cada vez mais elevado, quase sobre-humano, o mérito de Paulo VI ao presidir à Assembléia Conciliar, conduzindo-a felizmente a termo e governando a movimentada fase do pós-Concílio". "Poderíamos verdadeiramente dizer, com o apóstolo Paulo, que a graça de Deus nele não foi vã" – acrescentou ainda Bento XVI-, "ele valorizou os seus notáveis dotes de inteligência e o seu apaixonado amor à Igreja e ao homem. Dando graças a Deus pelo dom deste grande Papa, empenhemo-nos em tirar partido, completamente, dos seus ensinamentos".Ao concluir sua mensagem, antes da recitação das Ave-Marias, o Papa recordou ainda o título atribuído por Paulo VI a nossa Senhora no discurso de encerramento da terceira sessão do Concílio Vaticano II: "Mãe da Igreja, imagem e modelo não só do cristão, mas – como ensinam os santos Padres – de todo o Corpo místico de Cristo. Invoquemos a materna intercessão de Maria, para que nos obtenha a graça de sermos fiéis aos ensinamentos e ao testemunho de santidade deste inesquecível Pontífice". Olimpíadas de PequimApós a oração do Ângelus, o Papa destacou os Jogos das XXIX Olimpíadas que terão início na próxima sexta-feira, dia 8, em Pequim. O Papa exprimiu suas saudações ao país que hospeda esta iniciativa, assim como aos organizadores e, principalmente, aos participantes, "em primeiro lugar aos atletas, a minha cordial saudação, fazendo votos de que cada um possa dar o melhor de si, no genuíno espírito olímpico"."Sigo com profunda simpatia este grande encontro esportivo – o mais importante e aguardado a nível mundial – e exprimo os mais vivos votos de que ele ofereça à comunidade internacional um válido exemplo de convivência entre pessoas das mais diversas proveniências, no respeito pela dignidade comum. Possa uma vez mais o esporte ser penhor de fraternidade e de paz entre os povos!"

DIA DO PADRE



Mensagem do prefeito da Congregação para o Clero pelo dia dos padres



Meus caros Sacerdotes,
Para o dia 4 de agosto, festa de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, envio-vos de coração as mais calorosas saudações e esta mensagem fraterna.
A Igreja hoje sabe que há uma urgência missionária, não apenas “ad gentes”, mas também nas regiões e ambientes em que há séculos a fé cristã foi pregada, implantada e as comunidades eclesiais estabelecidas. Trata-se de uma missão ou evangelização missionária dentro do próprio rebanho, que tenha por destinatários aqueles que nós batizamos mas, por diversas circunstâncias, não conseguimos evangelizar suficientemente ou perderam o primeiro fervor e se afastaram. A cultura pós-moderna da sociedade atual, uma cultura relativista, secularizada, agnóstica e laicista, também exerce uma forte ação erosiva sobre a fé religiosa de muitos.
A Igreja é por natureza missionária. “O semeador saiu a semear” (Mt 13,3), diz Jesus. Saiu de casa e não se limitou a jogar da janela a semente. Assim, a Igreja sabe que não pode permanecer em casa e limitar-se a acolher e evangelizar os que a procuram em suas comunidades e igrejas. É preciso levantar-se e ir em busca, lá onde as pessoas e as famílias residem, vivem e trabalham. Ir também a todos os serviços, organizações, instituições e âmbitos da sociedade humana. Para esta missão, todos os membros da comunidade eclesial são chamados, pastores, religiosos e leigos.
Por outro lado, a Igreja reconhece que os presbíteros são a grande força propulsora da vida quotidiana das comunidades locais. Quando os presbíteros se movem, a Igreja se move. Caso contrário, será muito difícil realizar a missão.
Vós, caros irmãos presbíteros, sois a grande riqueza, o dinamismo, a inspiração pastoral e missionária, lá na base, onde vivem em comunidade nossos batizados. Sem vossa determinante decisão de remar mar a dentro (“Duc in altum”) para a grande pesca, à qual o próprio Senhor vos convoca, pouco ou nada acontecerá em âmbito de missão urgente, seja “ad gentes” seja nos territórios de antiga evangelização. Mas, a Igreja tem certeza de poder contar convosco, porque sabe e reconhece explicitamente que a imensa maioria de nossos sacerdotes, não obstante as fraquezas e limitações humanas, que todos temos, são sacerdotes dignos, que doam cada dia sua vida ao Reino de Deus, que amam Jesus Cristo e o povo que lhes foi confiado, sacerdotes que se santificam no exercício diuturno de seu ministério, que perseveram até o fim na messe do Senhor. Há, sim, uma pequena parcela de sacerdotes, que se desviou, às vezes muito gravemente. A Igreja procura reparar o mal feito por eles. Mas, por outro lado, alegra-se e orgulha-se da imensa maioria de seus presbíteros, que são bons e sumamente louváveis.
Neste Ano Paulino e na expectativa do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus, que se realizará em Roma, em outubro próximo, queremos todos nos dispor para a urgente missão. Que o Espírito Santo nos ilumine, nos envie, nos impulsione para que andemos e anunciemos de novo a todos a pessoa de Jesus Cristo, morto e ressuscitado, e seu Reino!
Saúdo-vos, ainda uma vez, caros irmãos, permanecendo sempre a vosso serviço. Rezo por vós todos, em especial pelos que estão sofrendo, pelos enfermos e idosos.

Cardeal Cláudio Hummes
Arcebispo Emérito de São Paulo
Prefeito da Congregação para o Clero
Fonte: CNBB

Notícias do Papa

NA INTENÇÃO GERAL DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO PARA O MÊS DE AGOSTO, O PAPA CONVIDA A REZAR PARA QUE A FAMÍLIA HUMANA SAIBA RESPEITAR O DESÍGNIO DE DEUS PARA O MUNDO E SE TORNE CADA VEZ MAIS CONSCIENTE DO GRANDE DOM DE DEUS QUE REPRESENTA PARA NÓS A CRIAÇÃO

Na intenção geral do apostolado da oração para o mês de agosto, Bento XVI convida a rezar “para que a família humana saiba respeitar o desígnio de Deus para o mundo e se torne, assim, cada vez mais consciente do grande dom de Deus que representa para nós a criação”.O papa explica que no plano divino do Criador, nós fomos programados para amar. Num dos encontros mais emocionantes do DMJ em Sydney, o encontro com os jovens em recuperação da droga, Bento XVI fala sobre o sentido da vida que rejeita o amor possessivo e se guarda de um poder que explora o ambiente natural para os seus interesses egoístas."O culto dos bens materiais, o culto do amor possessivo, o culto do poder - destacava então o papa – muitas vezes leva as pessoas a se comportarem como se fossem Deus, tentando assumir o controle total, sem prestar nenhuma atenção à sabedoria ou aos mandamentos que Deus nos fez conhecer”. É este o caminho que leva à morte, adverte o papa. Ao contrário, obedecer aos seus mandamentos é a via para escolher a vida".O papa já havia expresso este pensamento na missa de abertura da Assembléia do Sínodo dos Bispos sobre a Eucaristia, em outubro de 2005:“Nós homens, a quem a criação, por assim dizer, é confiada para ser administrada, usurpamo-la. Queremos ser os seus senhores, pessoalmente e sozinhos. Desejamos possuir o mundo e a nossa própria vida de modo ilimitado. Deus é um obstáculo para nós (...) Lá onde o homem se torna o único senhor do mundo e proprietário de si mesmo, não pode existir a justiça. Lá só pode predominar o arbítrio do poder e dos interesses”. A Criação é ordenada pelo amor divino. O papa observa que desta ordem deriva a sacralidade de valores, como a vida e a família; ele não se cansa de convidar-nos a procurar a bondade da Criação:“A beleza da criação é uma das fontes onde realmente podemos tocar a beleza de Deus, podemos ver que o Criador existe e é bom, que é verdadeiro o que a Sagrada Escritura narra no conto da Criação, isto é, que Deus pensou e fez com o seu coração, com a sua vontade, com a sua razão este mundo e achou-o bom. Também nós devemos ser bons, a fim de manter o coração aberto para perceber a verdadeira presença de Deus”. O amor, portanto, é o sinal tangível do desígnio de Deus sobre o mundo e sobre o homem. A beleza da criação e a misericórdia de Deus são indissociáveis. É o que o papa lembra, quando afirma que “existe uma mensagem divina, secretamente gravada na criação e sinal da fidelidade amorosa de Deus que doa às suas criaturas o ser e a vida, a água e o alimento, a luz e o tempo. É preciso ter olhos límpidos para contemplar esta revelação divina, recordando a admoestação do Livro da Sabedoria, que nos convida a "contemplar na grandeza e na beleza das criaturas, por analogia, o seu Criador". Com a Sagrada Escritura, constata o papa, o Senhor “desperta a razão que dorme e diz-nos: no início está a Palavra criadora. No início, a Palavra criadora, esta Palavra que tudo criou, que criou este projeto inteligente que é o cosmos, também é amor”. (PL)
Fonte: Rádio Vaticano.

sábado, 2 de agosto de 2008

Cardeal Cláudio Hummes celebra jubileu de Ouro em São Paulo

Uma Missa, neste domingo, 3, às 15 horas, na Catedral da Sé (SP), celebra o Jubileu de Ouro Sacerdotal do Prefeito da Sagrada Congregação para o Clero, Cardeal Cláudio Hummes. A Santa Missa será concelebrada pelo arcebispo metropolitano de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, e pelos seis Bispos Auxiliares da Arquidiocese. Estarão presentes autoridades, padres, diáconos, seminaristas, pastorais, movimentos e o povo das comunidades de toda a Arquidiocese. A celebração será transmitida pelo Sistema Canção Nova de Comunicação (TV, Rádio e internet).
Biografia:
Cardeal Cláudio Hummes nasceu em Montenegro (RS), em 8 de agosto de 1934. Ordenou-se padre em Divinópolis (MG) em 3 de agosto de 1958, pertencendo à Ordem Franciscana dos Frades Menores. Em 22 de março de 1975 foi nomeado Bispo Coadjutor da Diocese de Santo André (SP). Permaneceu como Coadjutor até o final do ano, quando assumiu a Diocese. Ali fez notar seu zelo pastoral, principalmente, em meio a classe operária.Em 1996, foi nomeado Bispo de Fortaleza no Ceará, onde permaneceu por quase dois anos. Foi, então, solicitado na Capital Paulista, tomando posse como Arcebispo Metropolitano de São Paulo em 23 de maio de 1998. Em 2001 foi nomeado Cardeal pelo então Papa João Paulo II.Foram 5 anos de trabalhos intensos. Em 2006, assumiu a Congregação para o Clero no Vaticano, missão na qual se dedica até hoje.

Igreja concede indulgência plenária em honra a São Francisco

Da Canção Nova, com Rádio Vaticano
Foi aberta na última sexta-feira, 01, com uma celebração Eucarística na Basílica Santa Maria dos Anjos em Assis, a solenidade do "Perdão de Assis."Com as palavras "Quero mardar-vos todos ao Paraíso”, no dia 2 de agosto de 1216, Francisco de Assis comunicava aos fiéis reunidos na Porciúncula que obtivera do Papa Honório III, a indulgência plenária para todos os que visitassem, arrependidos e confessados, a pequenina igreja que ele construiu em Santa Maria dos Anjos.A partir de então, todos os anos, a começar do meio-dia de 1º de agosto até a meia-noite do dia 2, é possível lucrar a indulgência para si e para os defuntos na Porciúncula ou numa igreja paroquial ou franciscana, com a condição de confessar-se, participar da Eucaristia, rezar o Credo, o Pai-Nosso e uma oração segundo as intenções do Papa.Na manhã de ontem, em Assis, o Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores, Frei José Rodríguez Carballo, deu início à Solenidade do Perdão, presidindo a celebração da Missa na Basílica de Santa Maria dos Anjos.Os fiéis acorreram em procissão a essa Basílica para receber a indulgência e celebrar as primeiras Vésperas, que foram presididas pelo Bispo de Assis-Nocera Umbra-Gualdo Tadino, Dom Domênico Sorrentino.