BENTO XVI RECEBE SUA BEATITUDE CRISÓSTOMO II
◊ Cidade do Vaticano, 28 mar (RV) - O Papa Bento XVI recebeu em audiência nesta segunda-feira, 28 de março, Sua Beatitude Crisóstomo II, Arcebispo de Nea Giustiniana e de todo Chipre, primaz da Igreja Ortodoxa de Chipre. Sua Beatitude Crisóstomo II já visitara o Santo Padre e a Igreja de Roma entre os dias 12 e19 junho de 2007. Bento XVI e o Arcebispo Crisóstomo II, se encontraram novamente em várias ocasiões durante a viagem apostólica do Santo Padre a Chipre de 4 a 6 junho de 2010. Durante a sua permanência em Roma, Sua Beatitude também se reunirá com o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone. O arcebispo e sua comitiva manterão também encontros com o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Cardeal Kurt Koch. Antes de deixar Roma, no próximo dia 30 de março, o Arcebispo Crisóstomo II vai se encontrar com o Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, com o Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi, e com o Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran. (SP)
SANTA SÉ ESTARÁ PRESENTE EM CÚPULA SOBRE A LÍBIA
◊ Londres, 28 mar (RV) - O Núncio Apostólico em Londres, Dom Antonio Mennini, participará amanhã, como Observador, da reunião do grupo de Contato que reunirá mais de 35 chefes da diplomacia na capital inglesa para discutir sobre as operações militares na Líbia. A notícia foi antecipada ontem pelo Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, e hoje é confirmada pelo Ministério do Exterior britânico, que anunciou a presença também do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e do presidente da União africana, Jean Ping. O encontro contará com a participação de nações não envolvidas nas ações militares, reunindo “um amplo leque de nações e organizações comprometidas por um futuro melhor para o povo líbio” – revela Pe. Lombardi. Entretanto, após oito dias das operações da coalizão internacional, o secretário-geral da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Anders Fogh Rasmussen, declarou que os EUA já repassaram à Aliança o controle total da missão que implementa a resolução 1973, aprovada pelas Nações Unidas. Enquanto isso, aeronaves das potências intensificaram bombardeios à capital Trípoli e a Sirte, cidade natal de Kaddafi. “Os aliados da OTAN decidiram assumir a operação militar na Líbia por completo, sob a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Nosso objetivo é proteger os civis e as áreas populadas por civis ameaçados pelo regime de Kaddafi. A OTAN implementará todos os aspectos da resolução da ONU. Nada mais, nada menos” - disse Rasmussen. Por outro lado, o chanceler da Itália, Franco Frattini, adiantou ontem a possibilidade de que Roma e Berlim proponham um plano conjunto para uma solução diplomática da crise líbia na cúpula de amanhã em Londres.
ESPERANÇAS DO VIGÁRIO APOSTÓLICO EM TRÍPOLI, NA VIGÍLIA DA CONFERÊNCIA DE LONDRES
◊ Cidade do Vaticano, 28 mar (RV) - O apelo ao diálogo lançado pelo Papa no Angelus deste domingo não deixou de repercutir na Líbia. De fato, Bento XVI manifestou preocupação com a incolumidade dos civis exortando as partes a tomarem o caminho diplomático. Para uma reflexão sobre as palavras do Pontífice, a Rádio Vaticano entrevistou o Vigário Apostólico em Trípoli, Dom Giovanni Innocenzo Martinelli. Eis o que disse: Dom Giovanni Innocenzo Martinelli:- "Em primeiro lugar, na comunidade cristã há muita esperança de que a palavra do Papa possa ser verdadeiramente ouvida pelos políticos e por quem tem responsabilidade neste contexto. Era a palavra que nós esperávamos e seguramente o Papa interpretou o desejo de todos os homens que trabalham neste país. Na manhã desta segunda-feira entreguei ao protocolo, às autoridades líbias e ao escritório islâmico da Islamical Society a nota dessa mensagem do Papa, para mostrar como o Santo Padre, a Santa Sé e a Igreja estão atentos ao que acontece na Líbia. Junto à oração chega também a mensagem de interpretar a voz daqueles que sofrem. É uma mensagem que se deve fazer chegar a quem tem poder e responsabilidade." P. Qual tem sido a reação das instituições líbias? Dom Giovanni Innocenzo Martinelli:- "É difícil dizê-lo neste momento, porque não temos, ainda, reações imediatas. A referida nota foi entregue na manhã desta segunda-feira e, mesmo assim, me parece que está tendo – daquilo que eu pude perceber – uma repercussão positiva. O Papa se interessa pela paz num contexto árabe muçulmano: isso me parece uma coisa muito bonita. É algo que vai além de todas as interpretações que podem ser feitas. Ademais, trata-se de uma palavra muito equilibrada e muito atenta e me parece que – como sinal e como modo – respeite e não interfira na política ou em outros aspectos, mas que interprete perfeitamente o ânimo desse povo que sofre." P. Nesta terça-feira terá lugar a Conferência internacional de Londres sobre a situação na Líbia: quais são as esperanças de vocês? Dom Giovanni Innocenzo Martinelli:- "Faço votos de que não somente a Europa, mas também a União Africana possa tomar parte desses concertos políticos, porque a União Africana tem um papel importante e uma ascendência sobre a Líbia e sobre Muammar Kadhafi, e, portanto, deixa-la de lado significa de certo modo não dar peso ao papel da Líbia na história de hoje da África. A União Africana já ressaltou que qualquer coisa, sem essa realidade africana, torna incompleta as instâncias e as decisões." P. Como se vive nestas horas em Trípoli? Dom Giovanni Innocenzo Martinelli:- "Há calma e expectativa: após a noite de bombardeios, embora não diretamente sobre Trípoli, mas fora da capital, o ânimo é de inquietação. Há fila nos postos de abastecimento de combustível, fila nas padarias, fila nos estabelecimentos alimentícios para comprar o necessário... Há uma dificuldade generalizada, uma tristeza. De fato, percebe-se a tristeza no rosto das pessoas, porque jamais foi assim. Sente-se agora toda a exasperação por não poder resolver essa situação, e não se vê, ainda, como se possa resolver..." (RL)
BISPOS DO NORTE DA ÁFRICA DIZEM "NÃO À GUERRA" E FAZEM DELES O APELO DO PAPA
◊ Rabat, 28 mar (RV) - "Os bispos do norte da África (Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia), que se encontram diante de processos de evolução histórica que dizem respeito aos países árabes e especialmente ao Magrebe, desejam reafirmar seu premente apelo a fim de que para esse doloroso conflito seja encontrada uma solução justa e digna para todos. Por isso se unem ao apelo lançado no Angelus deste domingo por Bento XVI" – afirma um comunicado enviado à agência missionária Fides, assinado pelo Arcebispo de Rabat, no Marrocos, e Presidente da Cerna (Conferência Episcopal da Região do Norte da África), Dom Vincent Landel. Os bispos da Cerna reconhecem que nos recentes eventos que se têm verificado nos países do Magrebe há "uma reivindicação legítima de liberdade, de justiça e de dignidade, especialmente por parte das jovens gerações. Essa reivindicação se traduz na vontade de serem reconhecidos cidadãos responsáveis, buscando a possibilidade de se encontrar um trabalho que lhes permita viver decentemente, excluindo toda forma de corrupção e de clientelismo". "Hoje – continua o comunicado – esse vento de mudança atravessa a Líbia. E nós nos unimos de modo particular aos nossos irmãos bispos em Trípoli e Bengasi, e a todas as populações do país." Também os bispos do Norte da África reafirmam a oposição à violência e à guerra: "Sabemos que a guerra não resolve nada e, quando deflagra, é igualmente incontrolável quanto a explosão de um reator nuclear! As primeiras vítimas são sempre os mais pobres e os menos favorecidos". "Ademais – continuam – queiramos ou não, a guerra no Oriente Médio, e agora no Magrebe, será sempre interpretada como "uma cruzada". E isso terá conseqüências inevitáveis nas relações de convivência que cristãos e muçulmanos entrelaçaram e continuam entrelaçando no cotidiano." Os bispos da Cerna pedem uma mediação diplomática e lançam um apelo por uma ajuda humanitária. "Rezemos ao Altíssimo a fim de que inspire os responsáveis pelas nações a encontrar o caminho que conduza à Justiça e à Paz" – conclui o comunicado. (RL)
EUA: LIVRO DO PAPA VENDE 90 MIL CÓPIAS EM UMA SEMANA
◊ Nova York, 28 mar (RV) - Nos Estados Unidos, o livro do Papa Bento XVI “Jesus de Nazaré: Da Entrada a Jerusalém até a Ressurreição” vendeu 90.000 exemplares apenas na primeira semana, de 11 a 18 de março. Com isso, já está incluído na lista dos dez “best-sellers” (mais vendidos) do mês, publicada pelo jornal New York Times. O livro é a continuação de “Jesus de Nazaré: Do Batismo no Jordão até a Transfiguração”, primeira obra escrita por Bento XVI depois de sua eleição em abril de 2005. O novo, segundo de uma trilogia, analisa e reflete sobre os últimos dias da vida do Jesus: sua chegada a Jerusalém, a purificação do Templo, seu discurso escatológico, a Última Ceia, a oração e a detenção no Jardim de Getsêmani, seu julgamento, a crucificação, a sepultura e a ressurreição. Lançado em 24 línguas, no Brasil será publicado pela editora Planeta. Em Portugal, a editoria Principia já o reimprimiu 3 vezes, tendo vendido 35 mil cópias.
LIVRO EXPLICA JPII ÀS CRIANÇAS
◊ Roma, 28 mar (RV) - Na Itália, um livro vai explicar pela primeira vez às crianças quem foi João Paulo II: “O amigo Karol. João Paulo II, sua vida narrada às crianças” lançado na iminência de sua beatificação, em 1º de maio, em Roma. O volume será rico de ilustrações a cores e escrito em uma linguagem simples e direta para contar a crianças e jovens, definidos pelo Pontífice como “os pequenos amigos de Jesus” a sua adolescência, os horrores do nazismo e do regime stalinista, além da vocação, do Concílio, da eleição à Sé pontifícia e os anos do pontificado, até a morte, em 2 de abril de 2005. Justamente o amor manifestado por Karol Wojtyla pelas crianças, visivelmente retribuído por elas, é o tema do livro, como ressalta também o secretário do pontífice, Stanislav Dziwisz, no prefácio. O atual bispo metropolitano de Cracóvia lembra que em dezembro de 1994, Ano dedicado à Família, João Paulo II dedicou às crianças uma Carta pastoral, num gesto único na história da Igreja. “Queridas crianças, escrevo-lhes pensando em quando, muitos anos atrás, eu era uma criança como vocês. Na época, também se vivia um clima de serenidade no Natal, e quando a estrela de Belém brilhava, eu ia correndo ao presépio com meus amigos”.
AOS 88 ANOS, MORRE TEÓLOGO PE. JOSÉ COMBLIN
◊ Salvador, 28 mar (RV) - O teólogo Padre José Comblin, de 88 anos, morreu na manhã deste domingo, 27, no interior da Bahia, onde ministrava um curso para comunidades de base. Segundo Padre José Oscar Beozzo, Padre Comblin levantou-se cedo, tomou banho, aprontou-se, mas não apareceu para a oração da manhã. Procuram-no e o encontraram-no sentado no quarto e já morto. “Perdemos um mestre e um guia inquieto e exigente como os velhos profetas, denunciando sempre nossas incoerências na fidelidade aos preferidos de Deus: o pobre, o órfão, a viúva, o estrangeiro. Trabalhou por uma Igreja profética a serviço destes últimos nas nossas sociedades” - lamenta padre Beozzo. Nascido em Bruxelas, na Bélgica, em 1923, Comblin foi ordenado padre em 1947. Fez doutorado em teologia pela Universidade Católica de Louvaina e chegou ao Brasil em 1958. Em Recife, a convite de Dom Helder Câmara, foi professor no Instituto de Teologia do Recife. Expulso do Brasil em 1971 pelo regime militar, Padre Comblin exilou-se no Chile durante oito anos, de onde também foi expulso em 1980 pelo general Pinochet. Voltando ao Brasil, foi morar na Paraíba, em Serra Redonda. Estudioso da Igreja da América Latina, escreveu obras como a "Teologia da Enxada", uma corrente teológica surgida em 1969 na Igreja Católica do Nordeste do Brasil que tem como base a reflexão a partir da vivência cristã e teológica nas comunidades pobres. Ele estava escrevendo um livro sobre a relação entre religião e Evangelho. Atualmente morava em Barra, na Bahia. Seu corpo é velado hoje em Salvador, e de acordo com vontade manifestada aos amigos, Padre Comblin será sepultado no Santuário do Padre Ibiapina, localizado em Santa Fé, povoado que faz parte do município de Solânea, na Paraíba.
IGREJA EM EL SALVADOR PEDE DEVOÇÃO A DOM ROMERO
◊ São Salvador, 28 mar (RV) – A Igreja Católica salvadorenha convidou ontem seus fiéis a contribuir no processo de canonização do Arcebispo Óscar Arnulfo Romero com testemunhos de milagres ou de ajudas concedidas e difundir a devoção pessoal do bispo. “Se abundarmos com testemunhos e orações privadas, este aspecto pode ser decisivo para a decisão da Santa Sé” – declarou o atual Arcebispo de São Salvador, Dom José Luis Escobar Alas, na coletiva que costuma conceder depois da Missa dos domingos. “Estamos felizes pelos reconhecimentos públicos por parte do Presidente dos EUA, Barak Obama, e da ONU, mas para a canonização, o que mais conta é o testemunho de fé das pessoas que receberam graças e milagres, e estamos precisando disso” – admitiu. O Arcebispo aludiu à visita realizada por Obama ao túmulo de Romero no dia 22 de março, no âmbito de sua estada em El Salvador e dois dias antes do 31º aniversário do assassinado do bispo, e à escolha da data, pelas Nações Unidas, como Dia Internacional do Direito à verdade. Dom Óscar Romero foi assassinado quando celebrava a missa, em 24 de março 1980, por um atirador de elite do exército salvadorenho, treinado na Escola das Américas. Conhecido pelos salvadorenhos como “São Romero da América”, é recordado por denunciar de seu púlpito as injustiças dos anos precedentes à guerra civil vivida em El Salvador entre 1980 e 1992. Em 1994, foi aberto o processo de canonização de Dom Romero em San Salvador. Após superar a etapa diocesana, em 1997 chegou à Congregação para as Causas dos Santos, em Roma, que se encarrega de fazer o estudo. “Nesta fase, o processo é privado e deve haver um ambiente favorável para aprofundar o tema” – explicou Dom Escobar Alas, justificando o porquê não se conhecem os detalhes do caso. “Por isso, é preciso difundir a devoção pessoal por Dom Romero, já que não se pode fazer culto público, não permitido pela Igreja.
BISPOS AFRICANOS E ALEMÃES DISCUTEM IMIGRAÇÃO AFRICANA NA EUROPA
◊ Munique, 28 mar (RV) – Os bispos alemães e uma delegação do Simpósio da Conferência Episcopal da África e Madagascar (SECAM) abriram hoje, 28 de março, em Munique, (República Federal alemã) um encontro de trabalho sobre migração, com especial refrência aos imigrantes africanos na Europa. São quinze participantes de cada lado. Segundo comunicado enviado a Agência Fides, os temas em discussão são: o contexto e as causas da imigração africana na Alemanha; o quadro legal e político da política europeia sobre imigração; o impacto da emigração africana e suas consequências sociais e economicas; a Igreja a serviço dos imigrantes africanos na Alemanha. Os bispos encontrarão alguns representantes do governo alemão e o Presidente da República Federal Alemã.
CHINA: COM O VIVER A QUARESMA
◊ Hang Zhou , 28 mar (RV) - As comunidades católicas da China, no âmbito das várias dioceses, entraram no coração da preparação quaresmal para a Páscoa, em comunhão com a Igreja em todo o mundo. De 14 a 19 de março último, os sacerdotes da diocese de Hang Zhou, na província de Zhe Jiang, se reuniram em um retiro sobre o tema “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. No dia da conclusão, que coincidiu com a Solenidade de São José, foi celebrada uma solene Eucaristia durante a qual os religiosos confirmaram o seu compromisso missionário. A agência Fides informa ainda sobre muitas outras iniciativas que foram realizadas no grande país asiático: na Diocese de Yi Bin, por exemplo, província de Si Chuan, a congregação diocesana convocou um retiro de um mês de preparação não só para a Ressurreição do Senhor, mas também para a festa da Anunciação do Senhor, que se celebrou no sábado. Os membros da Comunidade da piscina de Siloé, na diocese de Wen Zhou, província de Zhe Jiang, seguiram durante cinco dias os ensinamentos de sacerdotes e das religiosas das Pequenas Irmãs de Santa Teresa, que os guiaram em uma reflexão sobre o tema “A Sagrada Escritura com você, comigo e com todos nós”. A comunidade, fundada em 2002, conta hoje 300 membros ativos, especialmente nas áreas de evangelização, da adoração comunitária, da pregação e da música sacra. Retiro espiritual também para os fiéis do distrito de Lin Feng, província de Si Chuang, sobre o tema “Conhecer a Misericórdia de Deus na vida cotidiana e converter-se de modo autêntico”.
PAQUISTÃO: BHATTI, MÁRTIR DA FÉ
◊ Islamabad, 28 mar (RV) - A Conferência Episcopal do Paquistão decidiu em reunião que se concluiu sexta-feira última, apresentar um pedido oficial à Santa Sé para proclamar “mártir da fé e protetor da liberdade religiosa” Shahbaz Bhatti, o ministro paquistanês para as Minorias religiosas assassinado no último dia 2 de março por causa de suas batalhas contra a leis da blasfêmia em vigor no país. A agência Fides destaca que o pedido foi aprovado por unanimidade, e foi apresentado pelo Bispo de Multan e representante para o Diálogo Inter-religiso, Dom Andrew Francis, que recordou em particular o autêntico testemunho de fé do expoente político que chegou a dar a vida por sua missão. Na segunda semana de abril, além disso, os bispos se reunirão em Islamabad, para recordar Bhatti, 40 dias após a sua morte. Sobre a difícil situação das comunidades cristãs no Paquistão, ao invés, os bispos escreveram uma Carta pastoral que será divulgada em todas as igrejas a partir do próximo dia 3 de abril, na qual incentivam os cristãos “a manterem viva a chama da esperança”. A Assembléia dos bispos foi marcada por algumas más notícias como o assassinato de dois cristãos em Hyderabad e pela queima do Alcorão ocorrida nos Estados Unidos. (SP)
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