Esta vida só tem sentido se há amor, se o amor não termina. E nos santos – disse o Papa no Angelus de ontem – “vemos a vitória do amor sobre o egoísmo e sobre a morte: vemos que Cristo nos conduz à vida, à vida eterna, e dá sentido ao presente, a cada momento que passa, porque o preenche de amor e de esperança”.
“Somente a fé na vida eterna nos faz amar realmente a história e o presente, mas sem apegos, na liberdade do peregrino, que ama a terra porque tem o coração no Céu. Que Nossa Senhora nos obtenha a graça de crer fortemente na vida eterna e de nos sentir em comunhão verdadeira com os nossos queridos defuntos”, disse o Papa.
Na solenidade de ontem, Bento XVI recordou que “a santidade não é algo obsoleto ou inacessível”, mas diz respeito a todos, porque Deus a todos quer doar amor e alegria para sempre. Os santos são “sinais luminosos do amor de Deus”. São aqueles que experimentaram a união entre o céu e a terra seguindo Jesus: Ele – acrescentou o Papa – é que introduziu no gênero humano uma "dinânica nova", um movimento que desde já conduz a humanidade a Deus que “nos ama como seus filhos”, e nos quer dar paz e alegria em abundância. (SP)
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