
Todos aqueles que vão acolher um peregrino durante a Jornada Mundial da Juventude Rio2013 estão contribuindo diretamente para a Igreja e para a construção deste grande evento. Além de poder colocar em prática a hospitalidade cristã, aquele que abrir sua casa ao peregrino poderá ter experiências de trocas culturais e espirituais que ficarão para a vida toda.
Sândia Barros Fernandes, por exemplo, se dispôs a hospedar quatro jovens.
— Esse é um evento muito importante de evangelização, e é preciso abrir o coração nessa hora. Esses jovens que vêm para cá não são estranhos, são jovens da Igreja. É importante que todos façam esse ato de caridade, disse Sândia.
O que motivou Sebastiana Diniz Ramos a oferecer a casa foi o fato de sua filha já ter sido muito bem acolhida em várias partes do mundo. Esta é, segundo ela, uma oportunidade para dividir e compartilhar a casa, comida e oração.
— Resolvi acolher por amor, por caridade. Estou preparada para qualquer coisa. A casa está toda disponível a eles. Fico feliz em fazer essa doação. Vou acolhê-los muito bem. E quando se abre as portas da sua casa para alguém, deve ser total, reitera Sebastiana.
Essa experiência é uma via de mão dupla, de acordo com Benjamin Paz Vermal, da Argentina, que está trabalhando como gerente de Comunicação da JMJ Rio2013 e há três meses está na casa de uma família.
— A experiência está sendo muito boa, eles são muito acolhedores, respeitam muito. Ficam preocupados que eu esteja bem acomodado. Eu estava acostumado a morar sozinho e foi um processo de adaptação para mim, mas estou muito contente. Em geral, todo povo brasileiro eu acho que é muito acolhedor. Essa é uma experiência muito enriquecedora para as duas partes: quem recebe e quem acolhe. Por que tem o intercâmbio cultural, com as diferentes formas de viver a fé, afirmou Benjamin.
A espanhola Paloma Lladó está também há três meses no Brasil hospedada com uma família. Para ela, a pessoa que lhe abriu as portas é um exemplo a ser seguido.
— Sua generosidade é um exemplo pra mim, e o jeito que cuidam de mim a cada dia e como têm me aceitado como um membro da família toca muito o meu coração, destacou Paloma.
Já o português Felipe Teixeira, há um mês no país, diz que pela primeira vez se sente realmente acolhido, e esta tem sido uma experiência fantástica. Por ele, construiria uma “estátua” em homenagem à paciência e disponibilidade daqueles que o acolhem. E para os que ainda estão em dúvida, Felipe dá a dica:
— Experimentem esta aventura, a possibilidade de poder acolher um peregrino. Experimentem fazer parte também da vida deles. Isso é o mais importante, mais do que dar cama e algumas condições, é fazer parte da vida um do outro. E isso são experiências que ninguém tira. Independente das condições de casa, o fato de pudermos estar juntos, de podermos conversar, ficará para sempre, ressaltou.
Sândia Barros Fernandes, por exemplo, se dispôs a hospedar quatro jovens.
— Esse é um evento muito importante de evangelização, e é preciso abrir o coração nessa hora. Esses jovens que vêm para cá não são estranhos, são jovens da Igreja. É importante que todos façam esse ato de caridade, disse Sândia.
O que motivou Sebastiana Diniz Ramos a oferecer a casa foi o fato de sua filha já ter sido muito bem acolhida em várias partes do mundo. Esta é, segundo ela, uma oportunidade para dividir e compartilhar a casa, comida e oração.
— Resolvi acolher por amor, por caridade. Estou preparada para qualquer coisa. A casa está toda disponível a eles. Fico feliz em fazer essa doação. Vou acolhê-los muito bem. E quando se abre as portas da sua casa para alguém, deve ser total, reitera Sebastiana.
Essa experiência é uma via de mão dupla, de acordo com Benjamin Paz Vermal, da Argentina, que está trabalhando como gerente de Comunicação da JMJ Rio2013 e há três meses está na casa de uma família.
— A experiência está sendo muito boa, eles são muito acolhedores, respeitam muito. Ficam preocupados que eu esteja bem acomodado. Eu estava acostumado a morar sozinho e foi um processo de adaptação para mim, mas estou muito contente. Em geral, todo povo brasileiro eu acho que é muito acolhedor. Essa é uma experiência muito enriquecedora para as duas partes: quem recebe e quem acolhe. Por que tem o intercâmbio cultural, com as diferentes formas de viver a fé, afirmou Benjamin.
A espanhola Paloma Lladó está também há três meses no Brasil hospedada com uma família. Para ela, a pessoa que lhe abriu as portas é um exemplo a ser seguido.
— Sua generosidade é um exemplo pra mim, e o jeito que cuidam de mim a cada dia e como têm me aceitado como um membro da família toca muito o meu coração, destacou Paloma.
Já o português Felipe Teixeira, há um mês no país, diz que pela primeira vez se sente realmente acolhido, e esta tem sido uma experiência fantástica. Por ele, construiria uma “estátua” em homenagem à paciência e disponibilidade daqueles que o acolhem. E para os que ainda estão em dúvida, Felipe dá a dica:
— Experimentem esta aventura, a possibilidade de poder acolher um peregrino. Experimentem fazer parte também da vida deles. Isso é o mais importante, mais do que dar cama e algumas condições, é fazer parte da vida um do outro. E isso são experiências que ninguém tira. Independente das condições de casa, o fato de pudermos estar juntos, de podermos conversar, ficará para sempre, ressaltou.
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