◊ Hong Kong, 23 set (RV) - “A Jornada Mundial da Juventude ajuda os jovens de Hong Kong a reforçarem a fé e a esperança, a obterem satisfação pela vida e a desfrutarem de boa saúde, tanto psicológica, quanto física.” Esse é o resultado de uma pesquisa recente feita com 424 jovens católicos do local.
A pesquisa foi divulgada no jornal diocesano Kong Ko Bao. Como resultado, descobriu-se que, após a participação na Jornada, segundo relatos dos próprios jovens, eles passaram a reconhecer com mais clareza a própria identidade cristã e aprofundaram-se na fé.
Segundo os pesquisadores, “o aumento da fé e da esperança trazem um ciclo positivo à vida dos jovens, psicologicamente e fisicamente, protegendo-os da insônia e da depressão, que são sintomas muito comuns aos jovens de hoje”.
A última Jornada foi em Sydney, Austrália, em julho de 2008.
A Jornada Mundial da Juventude foi criada pelo Papa João Paulo II em 1985, e reúne, a cada dois ou três anos, milhares de jovens católicos do mundo inteiro.
Para cada Jornada, o Papa sugere um tema. A próxima se realizará em Madri, no próximo ano, de 16 a 21 de agosto, com o tema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”. (ED)
A pesquisa foi divulgada no jornal diocesano Kong Ko Bao. Como resultado, descobriu-se que, após a participação na Jornada, segundo relatos dos próprios jovens, eles passaram a reconhecer com mais clareza a própria identidade cristã e aprofundaram-se na fé.
Segundo os pesquisadores, “o aumento da fé e da esperança trazem um ciclo positivo à vida dos jovens, psicologicamente e fisicamente, protegendo-os da insônia e da depressão, que são sintomas muito comuns aos jovens de hoje”.
A última Jornada foi em Sydney, Austrália, em julho de 2008.
A Jornada Mundial da Juventude foi criada pelo Papa João Paulo II em 1985, e reúne, a cada dois ou três anos, milhares de jovens católicos do mundo inteiro.
Para cada Jornada, o Papa sugere um tema. A próxima se realizará em Madri, no próximo ano, de 16 a 21 de agosto, com o tema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”. (ED)
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