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quinta-feira, 19 de maio de 2011

BENTO XVI: TODO CRISTÃO PRECISA DE UMA DIREÇÃO ESPIRITUAL QUE O CONDUZA À RELAÇÃO COM DEUS

◊ Cidade do Vaticano, 19 mai (RV) - Bento XVI recebeu em audiência nesta quinta-feira, na Sala Clementina, no Vaticano, a comunidade da Pontifícia Faculdade Teológica "Teresianum" de Roma, ao todo, cerca de 115 pessoas.

Sejam capazes "de amar e de servir à Igreja" de modo sempre mais apaixonado: foi a exortação do Santo Padre à referida comunidade acadêmica, recebida no Vaticano por ocasião do 75º aniversário de fundação da "Teresianum".

O Papa deteve-se sobre a espiritualidade de Santa Teresa d'Ávila. Em seguida, reiterou a importância para todos os fiéis de serem acompanhados por uma direção espiritual. A saudação ao Pontífice foi feita pelo Prepósito Geral da Ordem dos Carmelitas Descalços, Frei Pe. Saverio Cannistrà.

"Viver uma sempre maior e mais apaixonada capacidade de amar e de servir à Igreja": foi o desafio que Bento XVI apresentou à comunidade dos Carmelitas descalços da Teresianum, que desde as origens da instituição acadêmica, 75 anos atrás, aprofundou a teologia espiritual no quadro da questão antropológica - disse.

O Santo Padre convidou os docentes e alunos a seguirem o exemplo de Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz, que fizeram uma renovação na Igreja e, com o seu fervor de vida contemplativa, inflamaram o mundo:

"Caros estudantes, na esteira deste carisma se insere também o trabalho de aprofundamento antropológico e teológico de vocês, a tarefa de penetrar o mistério de Cristo, com aquela inteligência do coração que é, ao mesmo tempo, um conhecer e um amar. Isso exige que Jesus esteja no centro de tudo, de seus afetos e pensamentos, do tempo de oração, de estudo e de ação, de todo o viver de vocês."

Em seguida, o Pontífice dirigiu o pensamento à experiência interior da conversão, vivida por Santa Teresa diante do Crucifixo, reiterando que a mística espanhola nos pede que não sejamos indiferentes ao amor do Senhor:

"O amor do Redentor merece toda a atenção do coração e da mente, e pode ativar também em nós aquele admirável círculo em que amor e conhecimento se alimentam reciprocamente. Durante seus estudos teológicos mantenham sempre o olhar voltado para o motivo último pelo qual vocês se dedicaram a eles, ou seja, aquele Jesus que "nos amou e deu a sua vida por nós"."

Em seguida, Bento XVI dedicou uma parte importante de seu discurso à "direção espiritual". Uma prática "insubstituível" que o Pontífice recomenda "não somente aos que desejam seguir o Senhor de perto, mas a todo cristão que queira viver com responsabilidade o próprio Batismo". De fato – observou –, todo mundo precisa "ser acompanhado pessoalmente por um guia seguro na doutrina e especialista nas coisas de Deus"...

"...ela pode ajudar a evitar fáceis subjetivismos, colocando a disposição a própria bagagem de conhecimentos e experiências vividas no seguimento de Jesus. Trata-se de instaurar aquela mesma relação pessoal que o Senhor tinha com os seus discípulos, aquela ligação especial com a qual Ele os conduziu, depois de si, a abraçarem a vontade do Pai, isto é, a abraçarem a cruz." (RL)


PAPA DEFINE TEMA PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ DE 2012

◊ Cidade do Vaticano, 19 maio (RV) – O Papa Bento XVI anunciou hoje o tema para a celebração do próximo Dia Mundial da Paz, a ser realizado em primeiro de janeiro de 2012. O Dia, que estará na sua edição de número 45, será guiado pela temática “educar os jovens à justiça e à paz”.

Escutar e valorizar as novas gerações na realização do bem comum e na afirmação de uma ordem social justa e pacífica, na qual possam ser expressos e realizados plenamente os direitos e as liberdades fundamentais do ser humano. Promover essa idéia é um dos objetivos do evento, levando em consideração que é um dever das atuais gerações dar condições às futuras para que construam um “mundo novo”, baseado nesses valores.

Segundo comunicado da Santa Sé para esse Dia, os responsáveis públicos são chamados a operar de modo que instituições, leis e ambientes sociais sejam permeados por uma humanidade capaz de oferecer às novas gerações oportunidade de realização pessoal e profissional. E que assim seja possível construir a civilidade do amor fraterno, coerente com as mais profundas exigências de verdade, liberdade, amor e justiça para todos os seres.

O tema escolhido por Bento XVI insere-se no contexto da “pedagogia da paz”, delineada por João Paulo II: em 1985, com “a paz e os jovens caminham juntos”; em 1979, com “para chegar à paz, educar à paz”; e, em 2004, “um empenho sempre atual: educar para a paz”. (ED)
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INAUGURADA ESTÁTUA DE 4T DE JOÃO PAULO II

◊ Roma, 19 mai (RV) – Termini. Estação Central de Roma. Oficialmente já se chamava Estação Termini João Paulo II, mas somente nesta quarta-feira, uma estátua em bronze de quatro toneladas e com cinco metros e meio de altura foi inaugurada. Agora a imagem do Beato João Paulo II, de braços estendidos, criada por Oliviero Rainaldi dá as boas vindas aos milhões de visitantes e romanos que todos os dias passam por ali.

O Vigário Geral para a Diocese de Roma, Cardeal Agostino Valini, interpreta os braços abertos representados na estátua de João Paulo II.

"Este homem tinha um coração imenso e acolhia todos. Essa imagem com esse vazio remete a um vazio dele mesmo o qual está aberto ao coração dos homens. A estátua nos dá outra mensagem: a de abrir-se o que é uma grande proposta de vida", conclui.

Símbolo de acolhimento mas também de proteção que atravessará os tempos como memória tangível da ligação entre Woytjla e a cidade de Roma. Gianni Alemmano, prefeito de Roma, também esteve presente na cerimônia de inauguração.

"Com esta estátua deixamos uma marca eterna no coração da cidade. Aqui, justamente na porta de acesso a Roma, a Estação Termini teremos sempre a presença de João Paulo II que era uma pessoa que amava profundamente Roma e que continuará a proteger a nossa cidade", afirmou o prefeito.

Depois de desvelada a estátua, duas horas de música em homenagem ao Beato e pequenos filmes sobre os 27 anos de seu papado atrairam milhares de pessoas à estação Termini. (RB)


ARCEBISPO VEGLIÒ: NÃO A POLÍTICAS IMIGRATÓRIAS POR DEMAIS RESTRITIVAS


◊ Cidade do Vaticano, 19 mai (RV) - O Presidente e o Subsecretário do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, respectivamente, Dom Antonio Maria Vegliò e Pe. Gabriele Bentoglio, fizeram, de 2 a 14 do corrente, uma visita pastoral à Austrália, encontrando as comunidades imigradas, os bispos locais, os capelães e os agentes de pastoral.

A visita tinha a finalidade de encorajar o compromisso da Igreja num setor particularmente importante e de grande empenho. De fato, numa população de cerca de 21 milhões de habitantes, existem cerca de 5 milhões de trabalhadores migrantes, 22.500 refugiados e 2.350 com pedido de asilo.

Entrevistado pela Rádio Vaticano, o Arcebispo Vegliò nos diz a que ponto se encontra a atuação da Pastoral para os migrantes e os refugiados, feita pela Igreja na Austrália?

Dom Antonio Maria Vegliò:- "Efetivamente, a Igreja na Austrália aproveita todas as ocasiões que tem para entabular um diálogo com as instituições governamentais em defesa da dignidade de toda pessoa humana, inclusive de quem se encontra em situação irregular, e o faz justamente como ação pastoral. Há mais de um ano a Igreja busca assegurar a presença estável de um sacerdote ou de uma religiosa no centro de detenção de Christmas Island, enquanto outros centros são regularmente visitados por agentes que oferecem uma ajuda pastoral a todos, prescindindo da fé professada. Essa presença se faz com escuta e encorajamento, que depois se reflete em toda a sociedade dando voz às histórias de vida daqueles que se encontram presos nos centros de detenção, fazendo conhecer as suas vicissitudes e as suas aspirações."

RV: A legislação australiana é particularmente dura em relação aos migrantes sem documentos. Podemos falar de uma realidade que desafia a capacidade da Igreja de educação ao acolhimento?

Dom Antonio Maria Vegliò:- "Ninguém deixa o próprio país, a casa e a família para embarcar-se e arriscar a vida a não ser obrigado pela urgência de encontrar segurança para si e para os seus entes queridos. A Igreja chama a atenção para a criminalização dos migrantes e para o estereótipo de que eles são uma ameaça para a segurança, exortando, ao invés, a olharem para a contribuição positiva e para o papel importante que eles desempenham para o desenvolvimento tanto dos países que os acolhem, quanto daqueles dos quais provêm, também do ponto de vista econômico – com o seu trabalho e com o envio de dinheiro. Mais em geral, a Igreja pede uma reflexão sobre a coerência histórica: podemos compreender a Austrália de hoje sem a contribuição dos trabalhadores migrantes? Daí nasce a atenção sobre as conseqüências de políticas migratórias excessivamente restritivas que, a meu ver, não podem conter quem está em busca de segurança e que, aliás, podem impelir os migrantes nas mãos de traficantes e exploradores. É óbvio, então, que a Igreja esteja preocupada com políticas que se concentram somente em repelir os migrantes." (RL)


BEATIFICAÇÃO DE IRMÃ DULCE SERÁ TRANSMITIDA AO VIVO

◊ Cidade do Vaticano, 19 mai (RV) – A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) informa em seu site que as redes de televisão Canção Nova e TVE/Bahia transmitirão ao vivo para todo o Brasil a cerimônia de beatificação de Irmã Dulce.

As emissoras de todo o país que quiserem obter gratuitamente o sinal devem entrar em contato com a TV Canção Nova via e-mail tvmidia@cancaonova.com

Beatificação

A Cerimônia de Beatificação, presidida por dom Geraldo Majella Agnelo, representante de Bento XVI, terá inicio com o rito de beatificação, no qual faz-se a leitura da biografia resumida da religiosa. Em seguida, acontece a leitura da proclamação de beatificação e, por fim, o tão esperado momento do descerramento da imagem oficial de irmã Dulce como “Bem Aventurada Dulce dos Pobres”. Cerca de 60 mil fiéis são esperados no Parque de Exposições de Salvador, no próximo domingo, dia 22. (RB/CNBB)


LÍDER INDÍGENA BRASILEIRO PARTICIPA DE FÓRUM EM NOVA YORK

◊ Nova York, 19 maio (RV) – Em andamento até o próximo dia 27 de maio, em Nova York, o Fórum Permanente sobre Assuntos Indígenas. Um dos participantes - que fez seu pronunciamento nesta terça-feira – é o líder indígena brasileiro Marcos Terena. Ele foi um dos palestrantes da reunião paralela sobre economia verde.

Em entrevista à Rádio ONU, ele disse que as comunidades nativas brasileiras vão levar conhecimentos tradicionais e articulação política para a Rio+20. a Rio+20 é um evento promovido pelas Nações Unidas, a ser realizado no Rio de Janeiro, em junho 2012, que vai abordar temas ligados ao desenvolvimento sustentável e à erradicação da pobreza.

Terena, que também é coordenador da participação indígena na Rio+20, disse que "como vai ser no Brasil, nós queremos levar a sabedoria da nossa ancestralidade e conhecimentos tradicionais. Mas queremos levar também a capacidade política de negociação que estamos construindo em relação ao Banco Mundial, às Nações Unidas e ao Fórum Permanente da ONU".

Agora, em Nova York, ele alertou para o risco de se dar preços ao meio ambiente.

"Geralmente, o mundo moderno tem o costume de transformar a natureza, os rios, as águas, o meio ambiente e até mesmo o ar, e qualificar isso em termos de preço, de mercado", afirmou – durante e mesma entrevista -, complementando que a visão indígena de economia verde vai contra esta tendência.


Terena falou ao lado de representantes indígenas de outras regiões e de funcionários do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma.

A ONU estima que haja 370 milhões de indígenas em 90 países do mundo. (ED)


ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DO CELAM: DOM DIMAS LARA BARBOSA ELEITO SEGUNDO VICE-PRESIDENTE

◊ Montevidéu, 19 maio (RV) - Está em andamento em Montevidéu, capital do Uruguai, a 33ª Assembleia Ordinária do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM). E foram realizadas ontem as eleições para a nova direção do Órgão, cujo presidente era, até então, o arcebispo de Aparecida (SP), Cardeal Raymundo Damasceno Assis, agora presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Como resultado das eleições temos: o arcebispo de Tlalnepantla (México), Dom Carlos Aguiar Retes, como o novo presidente do CELAM para o quatriênio de 2011-2015; o arcebispo de Bogotá (Colômbia) e presidente da Conferência Episcopal colombiana, Dom Rubén Salazar, como primeiro vice-presidente; e o arcebispo de Campo Grande (Brasil – MS), Dom Dimas Lara Barbosa, como segundo vice-presidente.

Dom Dimas Lara Barbosa nasceu em Boa Esperança (MG). Antes de começar a formação sacerdotal, se formou em Engenharia Eletrônica no Instituto Tecnológico da Aeronáutica, em São José dos Campos. Depois frequentou o Instituto de Filosofia São Bento, em São Paulo, além de cursar teologia no Instituto Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté. Aqui em Roma, concluiu o doutoramento em Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana.

Ordenado sacerdote em 3 de dezembro de 1988 para o clero de São José dos Campos, ao decorrer do ministério sacerdotal foi secretário do Instituto Nacional de Pastoral da Conferência Episcopal em Brasília e também Secretário da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé.

Em 11 de junho de 2003 foi nomeado bispo auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro. Foi Secretário Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e, desde maio deste ano, é arcebispo metropolitano de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul.

O novo presidente do CELAM, Dom Carlos Aguiar Retes, nasceu na cidade mexicana de Tepic, em 9 de janeiro de 1950. Foi ordenado sacerdote com 23 anos e, com 57, bispo de Texcoco. É doutor em teologia bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana, de Roma, e foi professor na Pontifícia Universidade do México.

Em 2009, foi nomeado pelo Papa arcebispo de Tlanepantla, função que exerce até hoje. De 1999 a 2003, foi secretário geral do CELAM e depois primeiro vice-presidente desse mesmo Organismo. Em 2007, Bento XVI o nomeou membro do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, sendo, ainda, de 2001 a 2007, presidente do Departamento de Comunicação Eclesial e Diálogo do CELAM, órgão que passa a presidir a partir de agora. (ED/RB)


ASSEMBLEIA DO CELAM: CONOSCO FREI CARLOS ROCKENBACH

◊ Montevidéu, 19 mai (RV) - Prossegue em Montevidéu, no Uruguai, a 33ª Assembleia Ordinária do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM). Ontem, quarta-feira, foi eleita a nova presidência do CELAM para o quatriênio 2011-2015.

A enviada da Rádio Vaticano a Montevidéu, Alina Tufani, conversou com o secretário executivo do Departamento de Missão e Espiritualidade do CELAM, Frei Carlos Rockenbach (OFM), sobre sua experiência de trabalho nos últimos quatro anos. (MJ)


LÍDERES RELIGIOSOS DA TERRA SANTA EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE


◊ Jerusalém, 19 mai (RV) - Judeus, cristãos e muçulmanos juntos na salvaguarda do meio ambiente. O Conselho das Instituições Religiosas da Terra Santa (CRIHL) aprovou recentemente uma declaração sobre as mudanças climáticas.

Segundo o Patriarcado Latino de Jerusalém, o texto redigido expressa um convite religioso a combater as mudanças climáticas. O objetivo da declaração, que se baseia nos resultados científicos de um grupo de especialistas das Nações Unidas, é multiplicar as ações contra as mudanças climáticas, invocando a autoridade moral dos líderes religiosos.

Em segundo lugar, o documento promove a cooperação inter-religiosa sobre esse tema que é de interesse comum. Lê-se na declaração que as mudanças climáticas são um desafio global, por isso, é urgente intervir.

"Reconhecemos as raízes espirituais dessa crise e a importância de uma resposta religiosa. Convidamos todos os nossos fiéis a considerarem o Planeta e seus recursos como um dom de Deus e a reduzirem as emissões de gases que provocam o efeito estufa" - frisa na nota o Conselho das Instituições Religiosas da Terra Santa – que convida os líderes políticos a aplicarem medidas severas a fim de evitar maiores danos ao clima. (MJ)


DIÁLOGO ENTRE IGREJA E GOVERNO DE CUBA COMPLETA UM ANO

◊ Havana, 19 mai (RV) – A Igreja espera que o diálogo com o governo cubano, que nesta quinta-feira completa um ano, deva alcançar outros temas e gerar novos frutos além daquele que culminou com a liberação de 130 presos políticos, realizada por intermédio da Igreja, disse à AFP o porta-voz do Arcebispado de Havana.

"O processo de diálogo foi positivo e parte de seus frutos apareceram no decorrer do último ano", disse Orlando Márquez em referência ao processo de liberação de 130 presos, entre eles 52 de oposição que ainda estavam presos daqueles que haviam sido condenados em 2003.

Destacou ainda que o "desejo da Igreja é que este processo de diálogo continue e frutifique e que as autoridades cubanas manifestaram interesse em continuar a desenvolver o diálogo". As inéditas e demoradas conversas entre o presidente Raul Castro, o Cardeal Jaime Ortega e o presidente da Conferência Espiscopal, arcebispo Dionísio Garcia, tiveram início em 19 de maio de 2010.

Bento XVI, no início de 2011, no seu discurso aos diplomatas presentes no Vaticano, falou sobre as relações entre a Santa Sé e Cuba.

"Gostaria de enviar uma palavra de encorajamento às Autoridades de Cuba, país que em 2010 celebrou 75 anos de relações diplomáticas ininterruptas com a Santa Sé, para que o diálogo com a Igreja seja reforçado e se amplie". (RB)


JAMAICA HOSPEDA ENCONTRO ECUMÊNICO INTERNACIONAL PELA PAZ

◊ Kingston, 19 mai (RV) - Está em andamento até o próximo dia 25, em Kingston, na Jamaica, o Encontro Ecumênico Internacional pela Paz, promovido pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI).

O secretário-geral desse organismo, Pastor Olav Fykse Tveit, inaugurou ontem o evento, recordando que esse encontro concluirá a campanha de dez anos de luta contra a violência, promovida pelo Conselho Mundial de Igrejas.

O primeiro-ministro jamaicano, Bruce Golding, deu as boas-vindas aos participantes do encontro, e o presidente do Departamento das Relações Eclesiásticas Exteriores do Patriarcado de Moscou, o arcebispo ortodoxo Hilarion de Volokolamsk, fez um apelo aos cristãos para que se unam na defesa de seus irmãos na fé, perseguidos em muitos países.

Por sua vez, a ex-presidente do Conselho da Igreja Evangélica na Alemanha, professora Margot Käsemann, frisou que não existe guerra justa, mas somente paz justa e que uma Igreja que não promove a paz, a justiça e a salvaguarda da criação não é Igreja.

A partir de hoje, os cerca de mil participantes do encontro, em Kingston, provenientes de várias partes do mundo, aprofundarão os vários aspectos da problemática da paz. (MJ)


© Rádio Vaticano 2011

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