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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Intenções de oração de Bento XVI para o mês de maio


Neste mês de maio, o Papa reza pelas famílias e pelos missionários

Nas intenções de oração do Papa Bento XVI para o mês de maio estão as famílias e os missionários.

Como intenção geral, o Santo Padre reza "para que na sociedade sejam promovidas iniciativas que defendam e reforcem o papel da família".

Na intenção missionária deste mês, o Papa pede à "Maria, Rainha do mundo e Estrela da Evangelização, que acompanhe todos os missionários no anúncio de seu Filho Jesus".

O Papa confia suas intenções, todos os meses, ao Apostolado da Oração. Esta iniciativa é seguida por milhões de pessoas em todo mundo.

Kelen Galvan
Da Canção Nova

domingo, 29 de abril de 2012

Sacertote deve dar a vida pelas ovelhas, enfatiza Papa


Nesta Missa, foram ordenados 9 diáconos dos seminários diocesanos de Roma

Neste 4º Domingo de Páscoa, às 9h (pelo horário de Roma), o Papa Bento XVI presidiu a Santa Missa, na Basílica Vaticana, na qual foram ordenados nove diáconos dos seminários diocesanos romanos. Entre eles, oito se tornaram sacerdotes da Diocese de Roma, e um, formado no Almo Colégio Caprinica, foi ordenado para a Diocese de Bui Chu, no Vietnã.

Em sua homilia, o Papa destacou que este é o domingo do Bom Pastor, primeira característica do sacerdote: “O bom pastor dá a própria vida pelas ovelhas” (Jo 10,11).

“Jesus insiste sobre esta característica essencial do verdadeiro pastor que é Ele próprio: aquela de ‘dar a própria vida’. A figura bíblica do pastor, que compreende principalmente o dever de reger o povo de Deus, de mantê-lo unido e guiá-lo, toda essa função régia, se realiza plenamente em Jesus Cristo na dimensão sacrificante, na oferta da vida”, destaca o Pontífice.

O sacerdote é, de fato, aquele que vem inserido de um modo singular no mistério de Sacrifício de Cristo, com uma união pessoal a Ele, para prolongar Sua missão santificadora. O Santo Padre esclarece ainda que a dimensão eucarística-sacrificadora é inseparável daquela pastoral e também constitui o núcleo de verdade e de força salvadora, na qual depende a eficácia de cada atividade.

“Naturalmente, não falamos da eficácia somente sobre o plano psicológico ou social, mas da fecundidade vital da presença de Deus a nível humano profundo. A própria pregação, as obras, os gestos de vários gêneros que a Igreja realiza com suas múltiplas iniciativas, perderiam sua fecundidade salvadora se não fosse celebrado o Sacrifício de Cristo”, destaca Bento XVI.

Ele reforça que é somente através desta “porta” de Sacrifício pascal que os homens e as mulheres de todos os tempos e lugares podem entrar na vida eterna. E, por fim, ele lembrou aos novos ordenamos que quanto o peso da cruz torna-se pesado, esta é a hora mais preciosa, tanto para eles quanto para as pessoas a eles confiadas.

“Renovando com fé e com amor o vosso ‘sim, com a ajuda de Deus eu quero’, vocês cooperaram com Cristo, Sumo Sacerdote e Bom Pastor, no apascentamento de Suas ovelhas – talvez a única coisa que lhes foi pedido, mas para o qual se faz grande festa no Céu!”, conclui o Papa.

Nicole Melhado
Da Canção Nova

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Divulgado o hino oficial do Encontro Mundial das Famílias


Logo oficial do Encontro Mundial das Famílias

"A tua família te agradece" é o nome do hino litúrgico oficial do VII Encontro Mundial das famílias que acontecerá em Milão-Itália, de 30 de maio a 3 de junho de 2012.

A música, dotada de uma melodia solene, foi composta pelo maestro diretor do Coro Musical da Catedral de Milão, Padre Carlo Burgio.

O texto do hino, revisado e aprovado pelo Cardeal arcebipo de Milão, Dom Angelo Scola e pelo presidente do Pontifício Conselho para as famílias, Cardeal Ennio Antonelli, exalta a Santíssima Trindade, cuja festa será celebrada em três de junho, dia de encerramento do encontro.

http://www.youtube.com/watch?v=Dwo3rZzCMBM

Economista explica relações entre família e trabalho


O presidente do Ipea, Márcio Pochmann, que fará uma palestra sobre família e trabalho no Simpósio Nacional das Famílias, em Aparecida

A cidade de Aparecida (SP) já está se preparando para receber milhares de famílias no fim deste mês. O Simpósio Nacional das Famílias será realizado neste fim de semana, 28 e 29, e terá em sua programação uma palestra sobre a relação entre família e trabalho, que será realizada pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann.

Em entrevista ao noticias.cancaonova.com, Pochmann informou que sua palestra vai, em um primeiro momento, situar a atual circunstância em que se encontra o Brasil no que diz respeito à relação entre família e trabalho. A proposta é fazer uma breve recuperação da evolução das famílias ao longo do tempo, estabelecendo sua relação com o trabalho.

“Posteriormente, as transformações da família e do trabalho no que a gente reconhece como sendo a sociedade urbana e industrial e agora, então, o desafio das famílias e do trabalho nessa sociedade em que somos cada vez mais identificados como sociedade do conhecimento.

Família x trabalho

De acordo com o presidente do Ipea, a posição familiar vem passando por uma mudança muito rápida, com sinais de redução no tamanho das famílias e também novos arranjos familiares. Segundo ele, essas novas configurações vêm acompanhadas da expansão da idade dos membros da família, o que leva a uma maior presença e maior disponibilidade para o exercício do trabalho.

“Além disso, a liberação para o exercício do trabalho especialmente das mulheres, que passam a ter menos filhos, quando comparadas com famílias de um período anterior”, complementou Pochmann.

O economista também lembrou casos em que o trabalhador se aposenta, recebe um benefício previdenciário, mas continuam trabalhando. Ele explicou que ainda não há um entendimento absoluto sobre essas novas questões, “seja sob o ponto de vista do papel que a família tem nesse novo horizonte quanto do ponto de vista de políticas públicas que poderiam estar entendendo essa nova realidade”.

Problemas

Dentro dessas novas configurações da sociedade atual, Pochmann também citou as mudanças na própria natureza do trabalho. O que mais se expande hoje em dia não é o trabalho tradicional, na indústria, construção civil ou agricultura, por exemplo, mas sim o de serviços.

Nesses tipos de trabalhos, o economista explicou que conta-se muito com o recurso de novas tecnologias, o que permite que se possa trabalhar em outros lugares, como em casa, e não apenas no local específico do trabalho.

“As pessoas estão levando trabalho pra casa e isso está tendo uma repercussão sob o ponto de vista da sua própria sociabilidade dentro do local de moradia. Então você passa a ter hoje pai, filho, mãe na sua casa continuando a trabalhar, porque essa cultura da informação faz com que as pessoas continuem conectadas no próprio trabalho sem antes estar no trabalho”, disse.

Pochmann ressaltou, porém, que ainda não há um balanço definitivo sobre os reais impactos dessa extensão do trabalho, mas informou que há indícios de que isso vem acompanhado de novas doenças profissionais e ao mesmo tempo tende a comprometer a própria sociabilidade

“Porque faz com que pessoas em casa usem mais a internet, o telefone, e retiram o tempo de relação. Então, na verdade, tem também aspectos negativos que decorrem dessas transformações tão importantes no meio do trabalho e, ao mesmo tempo, da família também”, finalizou.

Jéssica Marçal
Da Canção Nova

quinta-feira, 26 de abril de 2012

"Obediência a Cristo e ao Sucessor de Pedro", pede o Vaticano


'A obediência a Cristo e ao Sucessor de Pedro é o pressuposto de toda e qualquer renovação', diz comunicado.

O Vaticano publicou nesta quinta-feira, 26, um comunicado com o resultado da reunião da Comissão para a Igreja na China, criada pelo Papa Bento XVI, em 2007.

De 23 a 25 de abril, os membros da comissão reuniram-se no Vaticano para traçarem uma série de diretrizes para a melhor vivência da fé no território chinês.

Durante o encontro, de acordo com o comunicado, os participantes aprofundaram o tema da formação dos fiéis leigos, tendo em vista o "Ano da Fé", proclamado por Bento XVI no ano passado, o qual iniciar-se-á em 11 de outubro de 2012 com as comemorações dos 50 anos do Concílio Vaticano II.

"As palavras do Evangelho: 'E Jesus crescia em sabedoria, idade e graça diante de Deus e dos homens' (Luc 2,52), ilustram a missão para a qual são chamados os fiéis leigos católicos na China. Em primeiro lugar, os mesmos devem entrar mais profundamente na vida da Igreja nutridos pela doutrina, conscientes da pertença eclesial e coerentes com as exigências da vida em Cristo", diz o Comunicado.

Entre outras orientações, o Vaticano também pede que os leigos sejam protagonistas no respeito à vida desde a concepção ao seu fim natural e, solicita ainda, que os mesmos sejam ativos nas comunidades paroquiais.

Aos bispos chineses

Na reunião, um apelo também foi feito aos Bispos, que, de acordo com o comunicado "sofrem injustas limitações no cumprimento da missão".

"Foi expressa a admiração pela firmeza na fé e pela união dos senhores bispos com o Santo Padre. O bispos, de modo especial, necessitam da oração da Igreja, para enfrentarem as suas dificuldades com serenidade e na fidelidade a Cristo", diz o Comunicado.

1 - A perseguição à Igreja

Diante da situação específica da Igreja na China, a reunião abordou assuntos referentes às ordenações episcopais ilícitas impostas pelo governo chinês e trouxe diretrizes claras sobre como os católicos que possuem plena ligação com o papa devem se comportar diante de tal situação.

"A obediência a Cristo e ao Sucessor de Pedro é o pressuposto de toda e qualquer renovação, e isto vale para todos os componentes do povo de deus. Os proprios leigos são sensiveis à clara fidelidade eclesial dos proprios pastores", orientou.

Obediência à Santa Sé

Ainda no Comunicado, o Vaticano diz seguir com atenção os "penosos acontecimentos" e está consciente das enormes dificuldades vividas pela Igreja na China, no entanto, exortou que, diante do desafio da evangelização, os católicos não relativizem os conteúdos eclesiais.

"A evangelização não pode acontecer sacrificando elementos essenciais da fé e da discipplia católica", destaca o documento.

Convocação: rezar pela Igreja na China

No último parágrafo do documento, um pedido a todos os católicos do mundo para que se unam à Igreja na China no dia 24 de Maio, dia da memória litúrgica de Nossa Senhora auxílio dos cristãos.

"Será uma ocasião particularmente propícia para toda a Igreja para invocar e energia e consolação, misericórdia e coragem, para a comunidade católica na China", salienta.

Como funciona o catolicismo na China?

No país existe a chamada Associação Patriótica Católica Chinesa que possui cerca de quatro milhões de adeptos, entretanto, a mesma não reconhece a autoridade do Papa, segundo determinação do Governo, que é de regime comunista. Os "verdadeiros católicos", que são minoria, realizam toda e qualquer atividade litúrgica às escondidas, já que o governo os considera "subversivos" por causa da plena comunhão com a Santa Sé e com o Santo Padre. Os fiéis da "igreja clandestina", se descobertos, são submetidos ao cumprimento de penas severas e a condenações penais.

Mirticeli Medeiros
Da Canção Nova

CNBB apresenta nota orientando fiéis sobre eleições municipais


A Igreja Católica no Brasil orienta para que seus fiéis estejam atentos aos valores que definem o perfil de seus candidatos

No encerramento da 50ª Assembleia Geral, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresentou uma mensagem de orientação a todos seus fiéis para orientá-los no exercício da cidadania nas próximas eleições municipais.

Em sintonia com este momento importante para o país, assim os bispos são chamados a dar uma palavra que “ilumine e ajude” as comunidades eclesiais e todos os eleitores, chamados a exercer um de seus mais expressivos deveres de cidadão, que é o voto livre e consciente.

As eleições municipais têm uma característica própria em relação às demais por colocar em disputa os projetos que discutem sobre os problemas mais próximos do povo: educação, saúde, segurança, trabalho, transporte, moradia, ecologia e lazer.

“Trata-se de um processo eleitoral com mais participação da população porque os candidatos são mais visíveis no cotidiano da vida dos eleitores”, destaca a nota.

Desde modo, a Igreja Católica no Brasil orienta para que seus fiéis estejam atentos aos valores que definem o perfil de seus candidatos.

“Estes devem ter seu histórico de coerência de vida e discurso político referendados pela honestidade, competência, transparência e vontade de servir ao bem comum. Os valores éticos devem ser o farol a orientar os eleitores, em contínuo diálogo entre o poder local e suas comunidades”, reforça a CNBB.

Dom Damasceno espera que os políticos cumpram seu cargo recebido através de um gesto de confiança de seus eleitores, com responsabilidade e a serviço da comunidade.

“A política é uma das forças mais sublimes do exercício da caridade, do amor. O político verdadeiro é aquele que se coloca 24 horas por dia a serviço do bem do país, não aquele que faz da política um meio de se enriquecer, de apenas atender o interesse de seus grupos, exercendo uma política fisiológica e corporativista, mas aquele que pensa no bem da sociedade, especialmente dos mais pobres e necessitados”, reforça Dom Damasceno.

O episcopado brasileiro recordou ainda o importante instrumento contra a corrupção que foi a aprovação da Lei da Ficha Limpa, um passo importante para “colocar fim à corrupção, que ainda envergonha o nosso país”.

“Há um desejo de toda a população de que a Ficha Limpa não seja aplicada só aos políticos, só aos candidatos a prefeito e vereador, mas todos aqueles que vão ocupar um cargo. O bom prefeito, bom vereador deve escolher também colaboradores competentes, honestos, capazes de ajudá-lo no exercício de sua função”, esclarece ainda Dom Damasceno.

Nicole Melhado da CN Notícias
Enviada especial a Aparecida

domingo, 22 de abril de 2012

Jesus está presente entre nós na Palavra e Eucaristia, diz Papa


"O Salvador nos assegura de sua presença real entre nós, por meio da Palavra e da Eucaristia", explica Bento XVI "

O Evangelho de São Lucas e o mistério da Ressurreição estiveram no centro da mensagem do Regina Coeli, dirigida pelo Papa Bento XVI aos fiéis presentes na Praça São Pedro, neste domingo, 22.

O Papa destacou a passagem bíblica de Lucas 24,35-48, onde Cristo Ressuscitado se apresenta aos discípulos, e eles incrédulos e tomados pelo medo, pensam estar vendo um fantasma.

Para explicar esse acontecimento, o Santo Padre recorre ao filósofo italiano Romano Guardini que destaca as características dessa mudança de Jesus: “O Senhor mudou. Não vive mais como antes. A sua existência não é compreensível. No entanto, é corpórea, inclui toda a sua vida, o destino percorrido, a sua paixão e morte. Tudo é realidade. Modificada, no entanto, mas sempre tangível realidade”.

Bento XVI descreveu como Jesus convenceu os Apóstolos de que não era um fantasma: "Visto que a Ressurreição não apaga os sinais da crucificação, Jesus mostra aos Apóstolos as mãos e os pés. E para convencê-los, pede até mesmo algo para comer. Assim os discípulos ofereceram uma porção de peixe assado; que Ele aceitou e comeu diante deles".

Devido a esses sinais muito reais, os discípulos superaram a dúvida inicial e se abriram ao dom da fé, explicou o Papa. Fé que os permite entender as coisas escritas sobre Cristo “na lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”.

A passagem de São Lucas destaca ainda que Jesus abriu a "inteligência dos discípulos" para que eles compreendessem melhor o que havia acontecido e que estava além de suas razões humanas.

Superando qualquer dúvida da presença de Jesus Cristo entre nós, Bento XVI esclareceu como e quando Ele se faz presente:

"O Salvador nos assegura de sua presença real entre nós, por meio da Palavra e da Eucaristia. Por isso, como os discípulos de Emaús reconheceram Jesus ao dividir o pão, assim também nós encontramos o Senhor na Celebração Eucarística", afirmou.

Ao citar São Tomás de Aquino, o Papa disse que “é necessário reconhecer, de acordo com a fé católica, que o Cristo por inteiro está presente neste Sacramento… porque nunca a divindade deixou o corpo que assumiu".

Por fim, lembrou de um momento muito importante na vida dos jovens e convidou os envolvidos a se dedicarem a esse Sacramento. "Caros amigos, no tempo pascoal a Igreja, frequentemente, administra a Primeira Comunhão às crianças. Exorto, portanto, os párocos, os pais e os catequistas a preparar bem esta festa da fé, com grande fervor mas também com sobriedade. Este dia permanece na memória como o primeiro momento em que se percebe a importância do encontro pessoal com Jesus”.

Bento XVI pediu ainda a intercessão da Virgem Maria, para que ela "nos ajude a escutar com atenção a Palavra do Senhor e a participar dignamente do Sacrifício Eucarístico", para assim nos transformarmos "em testemunhas da nova humanidade".

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Bispos do Brasil buscam unidade em meio às diversidades


 O Bispo de Caruaru, Dom Bernardino Marchió, nasceu na Itália, mas há 37 anos vive no Brasil

O maior episcopado do mundo está reunido em Aparecida, no interior de São Paulo, para sua 50º Assembleia Geral. Dos 456 bispos (297 em atividade e 159 eméritos), 335 deles (sendo 29 eméritos) estão presentes.

Um episcopado formado não só por bispos de diferentes naturalidades, mas também de diferentes nacionalidades, como lembra o Bispo de Caruaru, Dom Bernardino Marchió, que nasceu na Itália, mas há 37 anos vive no Brasil.

“A Assembleia é uma grande oportunidade para nos conhecer melhor, criar laços de amizade, ver a realidade do Brasil que é muito diferente desde a Amazônia e até o Rio Grande do Sul”, destaca Dom Bernardino.

Diante de tantas realidades episcopais distintas, os bispos brasileiros compõe uma só voz que anuncia a Palavra de Deus.

"Temos consciência que devemos trabalhar pela unidade lembrando daquela oração de Jesus 'Pai, que todos sejam um para que o mundo creia'. Então se nós bispos não temos essa consciência não podemos evangelizar", salienta o Bispo de Caruaru.

Realidades distintas que compõe o grande mosaico da Igreja Católica. Em cada região, em cada diocese, em cada paróquia uma riqueza única que engrandece a fé católica, a cultura do país e a alma das pessoas.

“No nordeste temos uma religiosidade popular muito viva, com muitas tradições religiosas, mas nós conseguimos colocar em comum essas riquezas, porque Deus é o Pai único de todos nós”, exalta Dom Bernardino.


A Palavra de Deus na vida e missão da Igreja

“Todas nossas ações evangelizadoras devem partir da Palavra de Deus, não temos outro tesouro para evengelizar. Junto com a Palavra temos, é claro, a Eucaristia, todos os Sacramentos e a comunidade, mas tudo deve ser animado pela Palavra de Deus”, enfatiza Dom Bernardino.

“Depois da apresentação do texto principal, refletimos nos diversos grupos e apresentamos sugestões para que a Palavra seja realmente esta grande força interior iluminando nossas mentes e animando nossas ações”, conta o Bispo de Santo Amaro, Dom Fernando Figueiredo.

Ele explica que tudo aquilo que é refletido na Assembleia é levado depois para as dioceses, para os padres, religiosos e religiosas e para todos os fiéis.

“Vamos agora juntar todas as sugestões e continuaremos com esse tema na manhã desta sexta-feira. Nosso desejo é ajudar a Igreja no Brasil a viver essa animação bíblica”, conclui o Bispo de Caruaru.


Nicole Melhado da Canção Nova
Enviada especial a Aparecida

terça-feira, 17 de abril de 2012

Dom Orani completará 3 anos como arcebispo do Rio de Janeiro

Dom Orani João Tempesta completará nesta quinta-feira, 19, três anos como arcebispo do Rio de Janeiro.

Tempo que passou muito rápido, segundo Dom Orani, devido aos trabalhos desenvolvidos na Arquidiocese. "O nosso trabalho foi marcado nesses anos pela preocupação com questões relativas à relação da Igreja com a sociedade, à luta a favor da vida, à evangelização e à missão e à inserção da Igreja do Rio de Janeiro na cultura da cidade, na questão social e no diálogo com todas as religiões. Busquei também ser presença nas comunidades, paróquias, movimentos e pastorais", recordou.

Neste período em que está à frente da Arquidiocese, Dom Orani visitou todas as paróquias da cidade. Isso possibilitou a ele, que é natural da cidade paulista de São José do Rio Pardo, conhecer melhor como são os cariocas. Para ele, o povo do Rio, diferentemente daquilo que é propagado pela mídia em geral, é religioso, marcando presença nas igrejas e nos trabalhos pastorais.

Após esses anos de trabalho, Dom Orani deixa seu agradecimento: "Em tudo agradeço a Deus, aos irmãos e à Igreja do Rio de Janeiro por ter podido servir ao povo de Deus".

O arcebispo participará da 50ª Assembleia Geral dos Bispos, que a partir desta terça-feira, 17, reunirá cerca de 350 bispos de todo o país em Aparecida, no interior de São Paulo.


Da Canção Nova, com Arquidiocese do Rio de Janeiro

CNBB divulga nota sobre julgamento de terras quilombolas




“A garantia da propriedade das terras secularmente ocupadas por eles é dever constitucional e compromisso ético-moral”. Desta forma, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se manifestou por meio de nota, nesta terça-feira, 17, a respeito do julgamento que será realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) quanto à titulação de terras quilombolas pela União.

A CNBB recorda no documento que os artigos 215 e 216 da Constituição Federal asseguram aos quilombolas o direito à preservação da própria cultura e do seu patrimônio imaterial.

Leia, abaixo, a declaração na íntegra:

"Diante do iminente julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), da Ação Direta de Inconstitucionalidade, que questiona a titulação de terras quilombolas pela União, como determina o Decreto 4887/2003, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil vem ratificar seu apoio à manutenção do referido Decreto, assegurando o atual processo de reconhecimento, demarcação e titulação das terras quilombolas.

O Brasil tem uma dívida histórica para com a população afro-brasileira, da qual muitos são remanescentes de quilombos. A garantia da propriedade das terras secularmente ocupadas por eles é dever constitucional e compromisso ético-moral.  Os Quilombos são de vital importância na estruturação da cultura brasileira. São espaço do cultivo da terra para a sobrevivência e também da continuidade de um modo de vida original, rico e diverso, reconhecido mundialmente.

Os artigos 215 e 216 da Constituição Federal asseguram aos quilombolas o direito à preservação da própria cultura e do seu patrimônio imaterial. A garantia constitucional do reconhecimento de seus territórios é, portanto, fundamental para a manutenção desta trajetória de resistência.  Acrescente-se, ainda, que o disposto no artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias determina que cabe ao Estado garantir a propriedade dos ocupantes das terras remanescentes dos quilombos.

A CNBB, fundada na norma constitucional, insiste no respeito a estes dispositivos legais que garantem a tradição quilombola ligada à posse e a propriedade da terra. Os territórios quilombolas sustentam a memória cultural, a identidade étnica e são o principio de uma existência cidadã.

Na fidelidade à opção evangélica e preferencial pelos pobres, a CNBB coloca-se, mais uma vez, ao lado das comunidades Quilombolas para as quais pede especial proteção e bênção de Nossa Senhora Aparecida, padroeira e mãe de todos os brasileiros".

Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

É hora de censurarmos Michelangelo?



A religião plasmou a cultura ocidental? Uma pergunta que em primeiro momento pode receber uma resposta negativa. Mas, se observamos com atenção o quanto tal pergunta é abrangente, é possível que, aos poucos, mudemos nossos conceitos.
Na era do Estado Laico, onde acontece a ruptura total entre Igreja e Estado, a religião é tida como questão privada e esquece-se, por exemplo que, a mesma é um fato social.
Os dias de guarda, instituídos pelo cristianismo, por exemplo, ainda não foram excluídos do calendário. Aliás, quem se atreveria a recusar um dia de descanso?
Dentro de uma realidade de Brasil, o que caracteriza a cidade do Rio de Janeiro é a figura do “Deus Cristão” de braços abertos, sendo assim, alguém se habilitaria a demolí-lo a fim de sustentar sua 'laicidade'?

O teólogo responde
Diante das respostas à essas perguntas, que com certeza serão negativas, como não responder à primeira pergunta do texto com um generoso “Sim”?  O Papa Bento XVI, que escreveu um livro intitulado "Europa e seu fundamentos de hoje e de amanhã", quando ainda era cardeal, reforçou o seu parecer sobre a religiosidade enraizada na cultura em um recente pronunciamento, na Alemanha.
"A cultura da Europa nasceu do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma, do encontro entre a fé no Deus de Israel, a razão filosófica dos Gregos e o pensamento jurídico de Roma. Este tríplice encontro forma a identidade íntima da Europa. Na consciência da responsabilidade do homem diante de Deus e no reconhecimento da dignidade inviolável do homem, de cada homem, este encontro fixou critérios do direito, cuja defesa é nossa tarefa neste momento histórico”, ressaltou Bento XVI durante discurso proferido no Parlamento alemão, em setembro de 2011.

E agora? Excluímos os símbolos religiosos?
Diante de tamanha fundamentação, é hora de ir adiante, aos dias atuais. Tirar os crucifixos das escolas e demais locais públicos diminuiriam a laicidade de um estado ou seria o caso de desenvolver-se uma maior “consciência cultural” capaz de discernir aquilo que está enraizado na história de um povo daquilo que não são traços característicos de tal cultura? O professor universitário Flaubert Paiva, jornalista com especialização em Jornalismo Cultural e doutorando em Humanidades e Artes pela Universidade Nacional de Rosário de Buenos Aires, Argentina, explica sobre este processo de fusão entre religião e Estado, que segundo ele, foi capaz de criar a identidade ocidental.
"Considero que a retirada de um crucifixo não vem contribuir em absolutamente nada, no que diz respeito a formação e ou intensificação da laicidade do Estado. A questão dos valores cristãos estão muito mais arraigados à nossa sociedade do que podemos pensar. Queiramos ou não, o nosso comportamento em sociedade – por mais transgressões que nós vejamos – é determinado pela conduta moral cristã. Acreditar que imagens sacras interferem na posição de um Estado Laico, ao meu ver, é a máxima demonstração de ignorância", afirmou o professor.

Considerações finais e... culturais



Quando pensamos em afrescos, igrejas, belíssimas esculturas e obras de arte, pensamos em Michelangelo, considerado um dos maiores autores da história da arte do Ocidente. A admiração por este grande artista não diminui se pensarmos que sua matéria prima foi justamente a fé de um povo. E então, censuramos Michelangelo? 

Mirticeli Medeiros
DaCanção Nova

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Papa fala sobre sua experiência pessoal com Deus

 'Eu sei que a luz de Deus existe, que Ele ressuscitou, que Sua luz é mais forte do que qualquer escuridão', exaltou Bento XVI


Numa Missa privada na Capela Paulina do Palácio Apostólico, com a presença de bispos alemães e personalidades da Baviera, o Papa Bento XVI agradeceu a Deus pelos seus 85 anos de vida. Nesta segunda-feira, 16, Bento XVI não comemora só seu aniversário de nascimento, mas também de batismo.

Joseph Ratzinger nasceu no Sábado Santo, numa pequena vila na Baviera, chamada Marktl am Inn, às margens do rio Inn, na Alemanha. O Santo Padre ressalta que a "vida biológica em si é um dom”, mas “a vida se torna realmente um dom se junto a ela se doa também a promessa que é mais forte que qualquer desgraça que possa nos ameaçar”, assim o nascimento associado ao renascimento é a certeza de que existir realmente é algo bom.

“Eu me encontro diante do último trecho da viagem da minha vida e eu não sei o que me espera. Eu sei, no entanto, que a luz de Deus existe, que Ele ressuscitou, que Sua luz é mais forte do que qualquer escuridão, que a bondade de Deus é mais forte que qualquer mal deste mundo. E isso me ajuda a prosseguir com confiança. Isso nos ajuda a avançar, e nesta hora agradeço a todos aqueles que sempre me fizeram perceber o ‘sim’ de Deus através da sua fé”, rexaltou.

Santa Bernadete, a vidente de Lourdes, e São Bento José Labre, um santo do século XVIII conhecido como o “mendigo peregrino”, foram de inspiração em sua juventude. O que Bento XVI mais admira em Santa Bernadete é a capacidade de ver na Mãe de Deus o reflexo da bondade e da beleza de Deus.

“Hoje é o dia desta pequena Santa que sempre foi um modelo para mim, um modelo de como devemos ser. De fato, mesmo com todas as coisas que devemos saber e fazer, que são necessárias, não devemos perder o coração simples, o olhar simples de coração, capaz de ver o essencial”, afirmou.

Santa Bernadete, disse ainda o Santo Padre, entendia aquilo que Nossa Senhora indicava: a fonte de água viva e pura. Esta água, explica, que é imagem “da verdade que vem ao encontro da fé, verdade sem disfarces ou contaminação. Porque para poder viver, para se tornar puros, afirma ele, é preciso nascer no coração a saudade pela vida pura, pela verdade, de ser humanos sem pecado.

“Neste nosso tempo, no qual vemos o mundo com tantos problemas e com grande necessidade de água, de água pura, este sinal é ainda maior. De Maria, da Mãe do Senhor, do coração puro, vem também a água pura, sem contaminação, que dá a vida, água que neste século, e nos séculos que possam vir, nos purifica e nos cura”, salientou.

Já sobre São Bento José Labre, peregrino que atravessou toda a Europa e visitou todos os santuários do continente, o Pontífice destacou que ele não fez nada mais que rezar e dar testemunho daquilo que é o mais importante na vida: Deus. Só Deus importa, Ele por si basta e quem se abre a Deus não é estranho ao mundo e aos homens.

“Somente Deus pode eliminar as barreiras, porque sob o olhar de Deus, somos todos apenas irmãos, fazemos parte um dos outros, a unidade de Deus significa fraternidade e reconciliação com os homens, a destruição das fronteiras que nos une e nos sana”, ressaltou o Papa.


Nicole Melhado
Da Canção Nova, com Rádio Vaticano (Tradução: equipe CN Notícias)

Fiéis podem parabenizar Bento XVI pela internet

auguri.benedettoxvi@vatican.va


O Vaticano divulgou um email para as pessoas que quiserem enviar felicitações ao Papa Bento XVI pelo seu aniversário de 85 anos, nesta segunda-feira, 16. O endereço eletrônico auguri.benedettoxvi@vatican.va também estará disponível para o envio de mensagens por ocasião do 7º aniversário da eleição de Bento XVI como Sumo Pontifice, celebrado na próxima quinta-feira, 19.

No aniversário: conterrâneos do Papa o emocionam, no Vaticano

Bento XVI recebe homenagem de delegação da Baviera, região onde nasceu Joseph Ratzinger


Após presidir a missa em ação de graças pelo seu aniversário, nesta segunda-feira, 16, o Papa Bento XVI dirigiu-se à Sala Clementina, no Pálácio Apostólico Vaticano, para assistir a uma apresentação em sua homenagem.

Uma delegação composta por 170 pessoas oriundas da Baviera, região onde Bento XVI nasceu, ofereceu ao Pontífice apresentações musicais e alguns presentes.

O Papa, que chegou a receber uma cesta com comídas típicas de sua região, demonstrou seu agradecimento através de um discurso, no qual afirmou estar 'comovido' diante de tantas expressões de afeto.

"Em todas estas etapas, que aqui estão presentes, existe sempre um pedacinho da minha vida, uma parte na qual eu vivi e lutei e que contribuiu para que eu me tornasse o que sou e como agora me encontro diante de vós, e como um dia deverei apresentar-me ao Senhor", disse emocionado.

Diante das danças típicas e músicas que marcaram a infância do jovem Ratzinger, Bento XVI mais uma vez expressou sua gratidão por aqueles que naquele momento o conduziram aos seus tempos de menino.

"O coração, que está repleto, pediria tantas palavras, ao mesmo tempo me limita, porque seria muito grande aquilo que teria a dizer. No fim, tudo se resume na única frase com a qual gostar de concluir: 'Vergelt’s Gott!'- Deus vos abençoe", ressaltou.

Homenagem do presidente da Itália

Giorgio Napolitano, presidente italiano, enviou, através de um telegrama, as felicitações a Bento XVI.

"Santidade,

Na feliz ocasião de seu aniversário, e na proximidade de seu 7º ano de Pontificado, desejo dirigir-lhe, em nome do povo italiano e em meu próprio nome, as mais calorosas e sinceras felicitações pela sua pessoa e pela fecunda execução do alto magistério ético e espiritual ao qual olham com esperança a nação italiana e toda a vasta comunidade católica", escreveu.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

No Estado laico, direitos fundamentais podem ser desrespeitados?


                                                          Dr. Manoel de Lima



Estaco Laico. Você com certeza já ouviu falar dele, afinal, você vive em um país que é governado a partir dos princípios da chamada 'laicidade'.


A laicidade vivida por um determinado Estado, o qual é oficialmente neutro em relação às questões religiosas, também garante a liberdade de cada indivíduo em relação à escolha de sua crença e da sua filosofia de vida.


"O Estado brasileiro é caracterizado como Estado laico pois está disposto na Constituição Federal :  “Art. 5º, VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” e, em seu art. 19, I, proíbe à União, aos Estados, ao Distrito Federal  e aos Municípios, “estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.”, ressaltou o magistrado e professor universitário aposentado, Dr. Manoel de Lima Júnior.


Estado laico e direitos fundamentais


Mas tal liberdade previamente garantida concede ao indivíduo o direito de desrespeitar os direitos fundamentais do outro? Até que ponto cada cidadão pode viver sua 'laicidade' sem ferir os direitos coletivos? O jurista também explica que, de fato a Constituição já possui normas muito claras e precisas no que diz respeito à salvaguarda da dignidade de cada ser humano.
"Todos têm direito à vida. É uma garantia fundamental constitucionalmente prevista. Não tenho qualquer dúvida de que a descriminalização do aborto constitui um atentado à vida, direito fundamental previsto na Constituição de 1988. A questão do aborto não é e nunca foi uma questão religiosa; é uma questão da própria natureza humana. Não é necessário apelar a princípios religiosos para repudiar a prática e a descriminalização do aborto. É cientificamente indiscutível que a vida começa com a concepção e que o aborto é um atentado contra a vida humana", disse o magistrado.


Estado laico e herança cultural


Quando se fala em laicidade, naturalmente as questões ligadas a aborto, união homoafetiva, divórcio e o uso de símbolos religiosos se transformam em pauta de debate. No caso do Brasil, cuja história desde os seus primórdios está profundamente ligada à religião católica, por exemplo, até que ponto é lícito retirar os símbolos religiosos dos espaços públicos? Tal prática não estaria indo contra a identidade cultural do país?


"Desse fato mesmo "de ser a religião um fato social, emerge, 'ipso facto', a ingente dificuldade de distinguir, em fronteiras nítidas, se as coisas tidas como da religião, como seus símbolos, pertencem apenas aos domínios do campo religioso ou se amalgamam e difundem pelos domínios da cultura, da tradição, do costume”. E tanto "as coisas são assim que Arnold Toynbee, o grande historiador inglês, chegou a sustentar que as próprias civilizações se desenvolvem nas linhas conceptuais de uma religião fundamental e entram em agonia quando se esvai o poder vital dessas religiões" (Parecer no Pt. n. 48723/07, de 27.8.2007)", salientou.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo faz parceria para implantar curso em Portugal


 Professor Claudio José Langroíva Pereira

Um curso voltado à família, ao Direito e à Igreja será lançado em Lisboa, Portugal, no dia 17 deste mês, resultado da parceria entre a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a Universidade de Lisboa, a Pontifícia Universidade Gregoriana e a Universidade Maria Santíssima Assunta (as duas últimas de Roma). O curso será ministrado em Lisboa e transmitido para Brasil e Roma por videoconferência, tendo a participação de quatro professores de cada uma das universidades, que falarão sobre “Dignidade do ser humano”, “Direito e família”, “Direito e Igreja” e “Sociedade e família”, tendo como princípio o Magistério da Igreja. O curso é resultado, sobretudo, do esforço dos diretores das faculdades de Direito da PUC-SP, e de Lisboa, professores Marco Antônio Marques da Silva e Eduardo Vera-Cruz Pinto, respectivamente.
De acordo com o , chefe de gabinete da Reitoria da PUC-SP, o curso disponibilizará 15 vagas para cada uma das quatro universidades, totalizando 60 vagas. Ele adiantou também que as aulas deverão começar ainda este ano, possivelmente no segundo semestre. “Destacamos a importância do curso, porque a PUC-SP participará de igual para igual com as demais universidades, o que nos dá um salto de reconhecimento no cenário mundial entre as pontifícias universidades; vamos fazer o resgate de nossa própria imagem junto ao Vaticano, confirmando que temos razão de ser e estamos justificando nosso título e nossa bênção papal”, completou.
O lançamento do curso acontece num momento especial em que a Exortação Apostólica Familiaris Consortio completa 30 anos. Pensando nisso e para aproveitar a ocasião, a Universidade de Lisboa e a PUC-SP – por meio de seu Núcleo de Fé e Cultura – se juntaram à Confederação Nacional das Associações de Família de Portugal (CNAF) e à Comunidade de Juristas de Língua Portuguesa para prover uma série de palestras sobre a Familiaris Consortio.
A abertura do encontro será feita pelos cardeais dom Ennio Antonelli, presidente do Pontifício Conselho para a Família; dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo e grão-chanceler da PUC-SP; por dom José da Cruz Policarpo, arcebispo de Lisboa; e pelo núncio apostólico de Lisboa, dom Rino Passigato.
A mesa será composta também pelos reitores da Universidade de Lisboa, professor Sampaio da Nóvoa; da PUC-SP, professor Dirceu de Mello; pela consultora do Pontifício Conselho para a Família e presidente do CNAF, Maria Teresa Costa Macedo; pelo representante do Ministério da Justiça, Fernando Santo; e pelo diretor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, professor Eduardo Vera-Cruz Pinto. Entre as palestras, destaque para “A família no século 21”, que terá fala do cardeal Scherer, e “A família portuguesa e o seu Direito”, proferida pelo professor Langróiva. O professor Marco Antonio Marques da Silva será o moderador do debate sobre “A família e a Lei”.

 Qua, 11 de Abril de 2012 16:35 por: cnbb

Amor de Deus dá sentido à vida, exalta Papa


'Deixai-vos encontrar por Cristo Ressuscitado', exaltou o Papa na Catequese desta quarta-feira

Nesta primeira Catequese depois da Páscoa, o Papa Bento XVI enfatizou que a confiança em Cristo Ressuscitado “tem o poder de dar a vida, a liberta do medo, dá a ela firme esperança, a torna animada por aquilo que doa sentido à existência, o amor de Deus”.


Aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro, Bento XVI falou da experiência dos primeiros discípulos e como ela faz refletir sobre o sentido da Páscoa.

“A paz que Jesus traz é o dom de salvação que Ele havia prometido durante os seus discursos de despedida: ‘Vos deixo a paz, vos dou a paz. (Jo 14,27). Neste dia da Ressurreição, Ele a doa em plenitude e ela se torna para a comunidade fonte de alegria, certeza de vitória, segurança no apoiar-se em Deus. ‘Não se turbe o vosso coração, e não tenhais medo’ (Jo 14,1) diz também a nós”, salientou o Papa nesta quarta-feira, 11.

Também hoje o Ressuscitado, explica o Papa, entra nas casas e nos corações, apesar de, às vezes, as portas estarem fechadas. Só Ele pode atravessar estas portas e fazer retomar o caminho a quem vive desanimado e sem esperança. Foi isto que experimentaram os dois discípulos de Emaús.

O Santo Padre salienta que por meio da escuta da Palavra e do gesto de partir o pão, os discípulos reconheceram a Jesus. Assim, “também nós, escutando a palavra de Deus e participando na Eucaristia, experimentamos Cristo presente junto de nós, dando-nos alegria e paz, vida e esperança”.

“Deixai-vos encontrar por Cristo Ressuscitado, pois só Ele tem o poder de dar a vida e fazer renascer como filhos de Deus: Ele libertar-vos-á do medo e dará pleno sentido às vossas vidas”, disse o Pontífice especialmente aos peregrinos de língua portuguesa.

Nicole Melhado
da Canção Nova

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Bento XVI viaja para o Líbano em setembro

Na ocasião, Bento XVI entregará aos bispos a exortação apostólica pós-sinodal para o Oriente Médio


Na manhã deste Domingo de Páscoa foi anunciada, oficialmente, a visita apostólica de Bento XVI ao Líbano, de 14 a 16 de setembro próximos. O comunicado veio da Presidência da República libanesa e da Comissão Episcopal católica para os Meios de Comunicação.

Na ocasião, o Papa irá promulgar a Exortação Apostólica pós-sinodal para o Oriente Médio – lembrando que Assembleia Especial para o Sínodo dos Bispos do Oriente Médio que se deu de 10 a 14 de outubro de 2010.

Na agenda, ainda um encontro com as autoridades civis e religiosas do Líbano, uma reunião dedicada à juventude do país e uma Missa, que o Papa celebrará na capital Beirute, onde serão distribuídos exemplares da nova Exortação.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Com a obediência é possível renovar a Igreja, ressalta Papa

Papa consagra os Santos Óleos durante a Missa do Crisma, na Basílica de São Pedro, no Vaticano

Na manhã desta quinta-feira, 5, o Papa Bento XVI presidiu, na Basílica de São Pedro, a Santa Missa do Crisma. A liturgia é celebrada em todas as catedrais do mundo com a consagração dos óleos dos catecúmenos, da unção dos enfermos e do crisma.

Participaram da celebração, cerca 1600 cardeais, bispos, párocos romanos, sacerdotes diocesanos e religiosos que renovaram suas promessas sacerdotais. É nesta Missa que o bispo, através da imposição das mãos e da oração consagratória, integra os padres ao sacerdócio de Jesus Cristo, para serem “consagrados na verdade” (Jo 17, 19).

“Mas somos consagrados também na realidade da nossa vida? Somos homens que atuam a partir de Deus e em comunhão com Jesus Cristo?”, questionou o Papa em sua homilia. Para isso são necessárias duas coisas, ressalta o Papa: uma união íntima, mais ainda, uma configuração a Cristo, uma renúncia àquilo que é exclusivamente individual, à tão falada auto-realização.

De fato, é pedido que cada um deixe de lado a própria vida para colocá-la a disposição de Cristo. Então pode surgir outra pergunta: “O que ganho eu com isso?” e ainda “Como se deve realizar esta configuração a Cristo, que não domina, mas serve, não toma, mas dá. Como se deve realizar na situação tantas vezes dramática da Igreja de hoje?”

“Recentemente, num país europeu, um grupo de sacerdotes publicou um apelo à desobediência, referindo ao mesmo tempo também exemplos concretos de como exprimir esta desobediência, que deveria ignorar até mesmo decisões definitivas do Magistério, como, por exemplo, na questão relativa à Ordenação das mulheres, a propósito da qual o beato Papa João Paulo II declarou de maneira irrevogável que a Igreja não recebeu, da parte do Senhor, qualquer autorização para o fazer”, afirmou Bento XVI.

Será a desobediência um caminho para renovar a Igreja? – questiona ainda o Papa. Realmente Cristo corrigiu certas tradições humanas que ameaçavam sufocar a Palavra e a vontade de Deus, mas para despertar novamente a obediência à verdadeira vontade de Deus, à sua palavra sempre válida.

“Queridos amigos, daqui se vê claramente que a configuração a Cristo é o pressuposto e a base de toda a renovação”, enfatiza o Pontífice. Para saber como funciona a renovação e como servi-la, basta olhar para os Santos, indica o Papa. É preciso entender também que “Deus não olha para os grandes números nem para os êxitos exteriores, mas consegue as suas vitórias sob o sinal humilde do grão de mostarda”.

Como entender a fé

O Ano da Fé, instituído por Bento XVI em razão das comemorações pelos 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II, deve ser uma ocasião para anunciar a mensagem da fé com novo zelo e nova alegria, salienta o Pontífice.

A fonte primária de conhecimento, sem dúvida está na Sagrada Escritura, mas os textos do Concílio Vaticano II e o Catecismo da Igreja Católica são os instrumentos essenciais que indicam, de maneira autêntica, aquilo que a Igreja acredita a partir da Palavra de Deus.

“Não anunciamos teorias nem opiniões privadas, mas a fé da Igreja da qual somos servidores”, destaca Bento XVI.

Nicole Melhado
Da Canção Nova

terça-feira, 3 de abril de 2012

Falece Dom Efraim Basílio Krevey


O corpo de dom Efraim Basílio Krevey está sendo velado na Catedral São João Batista, em Curitiba (PR).

Na madrugada desta segunda-feira, 3, por volta de 1h, morreu o eparca emérito Dom Efraim Basílio Krevey. Seu corpo está sendo velado na Catedral São João Batista, em Curitiba (PR). O bispo que em sua larga trajetória se distinguiu principalmente pelo seu perfil zeloso e empreendedor, deixa um grande exemplo e legado apostólico.

Dom Efraim sempre se destacou pela característica de ser um incansável incentivador do crescimento das eparquias no Brasil. Em 1972, iniciou a construção da sede eparquial, em Curitiba (PR), e esteve à frente de outras obras de caráter social, como a Casa de Repouso para Idosos Nossa Senhora do Amparo, no município de Marcelino Ramos (RS).

O eparca emérito também foi um grande incentivador da cultura, responsável pela construção do Centro Religioso-Cultural Ucraniano Poltava, em Curitiba (PR), além de participar, ativamente, de empreendimentos como os congressos dos profissionais e da juventude ucraniana no Brasil.

O bispo nasceu no dia 12 de dezembro de 1928, na colônia Saltinho, em Ivaí (PR), onde cursou os estudos primários. Em 1940, ingressou no Seminário São José, em Prudentópolis (PR), e posteriormente, em 1943, ingressou no noviciado dos Padres Basilianos, também, em Prudentópolis.

Dom Efraim Basílio Krevey tornou-se o segundo Eparca no dia 10 de maio de 1978, cargo que ele exerceu até o dia 13 de dezembro de 2006. Foi nomeado bispo coadjutor pelo papa João Paulo II, no dia 10 de dezembro de 2003, e foi ordenado bispo no dia 21 de março de 2004, em Curitiba.

Filósofo e Teólogo, por formação, atuou como reitor e professor no Seminário São José (RS). Em Prudentópolis, foi superior do mosteiro São Josafat e mestre do noviciado das Irmãs Maria Imaculada. Em 1951, no Colégio de São Josafat, em Roma, recebeu pelas mãos do bispo dom Ivan Butchko, a ordem diaconal, e em 1951 foi ordenado sacerdote, na igreja de São Sérgio e Bakcha, Roma.

Em 13 de fevereiro de 1972, em Roma, recebe do Santo Padre, o papa Paulo VI a ordenação de bispo, na Basílica de São Pedro, e em 1978 torna-se Eparca da Eparquia São João Batista, em Curitiba. Tornou-se bispo emérito em 2006, quando dom Volodemer Koubetch, é nomeado eparca.

As duas principais cerimônias de exéquias acontecem nos dias 3 e 4 de abril. O sepultamento será realizado na cripta da na Catedral São João Batista, em Curitiba (PR).

CNBB

Jovens são protagonistas na difusão da mensagem da Igreja


Uma das organizadoras do Seminário, Gracielle Reis, salienta que os jovens profissionais de comunicação devem estar prepatados para a JMJ Rio 2013


Eles estarão nos diferentes meios de comunicação, católicos e seculares, e deverão transmitir as atividades e discursos do Papa Bento XVI durante a Jornada Mundial da Juventude Rio 2013 de forma coerente, com um compromisso com a verdade. Para eles as Comissões Episcopais Pastorais para a Comunicação e para a Juventude da CNBB preparam um seminário com o tema “Jovens católicos: comunicação que transforma vidas”.

O Seminário para jovens comunicadores está com as inscrições abertas e acontecerá entre os dias 18 e 20 de maio, em Brasília (DF). Jornalistas, publicitários, designers e fotógrafos, que trabalham nas mídias católicas e nas seculares, são o público alvo para este evento.

“Nós sabemos quantas mídias deturpam o que o Papa fala, fazem diversas críticas à figura do Papa e da Igreja. A ideia é que eles possam ser formados e tenham esse compromisso com a verdade”, destaca a organizadora do evento Gracielle Reis.

A programação é diversificada: debates com profissionais de comunicação, bispos e sacerdotes, além de atividades musicais, teatro, painéis e rodas de conversa. São presenças confirmadas: pesquisador e professor italiano, padre Antonio Spadaro; irmã Rosana Pulga da Pia Sociedade Filhas de São Paulo (Irmãs Paulinas); professora Elisabeth Saad, da UPS; e professor e doutor padre Gildásio Mendes dos Santos. Além de Dom Eduardo Pinheiro, presidente da Comissão Episcopal para a Juventude; e de Dom Dimas Lara Barbosa, presidente da Comissão Episcopal para a Comunicação.

Inscrições

As inscrições têm o valor de R$ 150,00 e podem ser feitas até o dia 15 de abril através do site Jovens Conectados (http://www.jovensconectados.org.br/seminario-comunicadores). As vagas são limitadas. O valor inclui alimentação e material a ser utilizado no seminário.

Jovens comunicadores

Gracielle lembra que há um ano os Jovens Conectados, grupo formado por jovens de diferentes partes do Brasil, atualizam o site e as redes sociais mostrando a peregrinação da Cruz e do ícone, símbolos da JMJ, por todo país.

“Essa ideia que surgiu da Comissão para a Juventude da CNBB, o projeto Jovens Conectados, é para que eles produzam materiais e conteúdos mostrando as diferentes expressões juvenis pelo país”, explica Gracielle.

O trabalho dos Jovens Conectados mostra que a Igreja é jovem e que os jovens têm conteúdo para mostrar e são protagonistas na evangelização de outros jovens.

“Estamos numa Igreja viva e dinâmica, que tem espaço para todas as idades, especialmente para a juventude, numa época tão rica de grandes descobertas e desafios. Eles mostram que é possível viver como católicos e cristãos engajados”, salienta.

Tantos os responsáveis de grupos quanto cada jovem católico individualmente pode utilizar das mídias digitais como facebook e twitter para evangelizar e testemunhar sua fé. E nessa dinâmica de testemunho vão se criando novas pontes de evangelização.

Utilização das novas mídias

Na mensagem para o Dia Mundial das Comunicações 2011, Bento XVI destacou o uso das novas mídias digitais. Para o Pontífice, é de grande importância que a Igreja saiba utilizar esses novos meios como instrumentos de evangelização e difusão de suas mensagens, doutrina e fé.

“A Igreja é totalmente aberta para a utilização das novas tecnologias. Em toda a história, principalmente do mundo ocidental, podemos ver que a Igreja sempre esteve à frente no estudo científico e na promoção da arte e da cultura”, reforça Gracielle.

Existem ainda outras iniciativas de comunicação dentro da Santa Sé, a partir do Pontifício Conselho para as Comunicações, um dos mais recentes foi a criação do site Aleteia onde qualquer um, de qualquer parte do mundo, pode enviar suas perguntas e obter respostas sobre a doutrina, a fé e as diversas questões da Igreja.

“Mas como o Papa disse o usa das novas mídias não substitui o contato e o relacionamento pessoal, vamos utilizar dessas ferramentas sim, mas sem substituir esse contato, pois na sociedade vivemos de relacionamentos”, destaca a organizadora do seminário para jovens comunicadores.

Nicole Melhado
Da Canção Nova, com colaboração de Jéssica Marçal

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Intenções de oração do Papa para o mês de abril

Neste mês, Papa reza pelos africanos e pelos vocacionados à vida religiosa e sacerdotal


Neste mês de abril, o Papa Bento XVI reza pelos que vivem na África e pelos vocacionados à vida sacerdotal e religiosa.

Na intenção geral o Santo Padre pede para que "os jovens acolham o chamamento de Cristo a segui-Lo no sacerdócio e na vida religiosa". Como intenção missionária, o Pontífice pede "para que Cristo ressuscitado seja sinal de esperança segura para os homens e mulheres do continente africano".

Todos os meses, o Pontífice confia suas intenções ao Apostolado da Oração, uma iniciativa que é seguida por milhões de pessoas em todo mundo.

Kelen Galvan
Da Canção Nova

Papa: Falem do amor com simplicidade, Cristo vos dará força

Cristo necessita de vocês para estender e edificar o seu reino de caridade ', diz Bento XVI aos jovens


O Papa Bento XVI recebeu nesta segunda-feira, 2, em audiência, na Sala Paulo VI, no Vaticano, cinco mil jovens espanhóis da arquidiocese de Madri e de outras dioceses da Espanha, que participaram da Jornada Mundial da Juventude 2011.

No início do discurso, o Santo Padre agradeceu aos organizadores, aos bispos e às autoridades, que segundo ele, proporcionaram o bom êxito do evento.

"Sempre que trago à memória a 26ª Jornada Mundial da Juventude de Madri, meu coração se enche de gratidão à Deus pela experiência de graça daqueles dias inesquecíveis", acrescentou.

Bento XVI tem um jeito particular de dirigir-se aos jovens, fazendo com que eles sempre se sintam os protagonistas da evangelização. Não foi diferente no discurso de hoje, no qual, ele lançou um novo desafio a eles.

"Falem do amor com bondade e simplicidade, sem complexos e temores. O Próprio Cristo vos dará a força para isto", destacou."

O Pontífice também os encorajou para que assumam concretamente a tarefa do anúncio da boa nova de Cristo.

"Cristo necessita de vocês para estender e edificar o seu reino de caridade. Isto será possível se vocês o tem como o melhor dos amigos e o confessais levando uma vida segundo o Evangelho, com valentia e fidelidade", salientou.

Por fim, Bento XVI falou sobre a Semana Santa, a qual iniciou-se neste domingo e fez um convite para que os jovens a vivam intensamente.

"Animo-vos a carregar também a vossa cruz, e a cruz da dor dos pecados do mundo, para que entendais melhor o amor de Cristo pela humanidade", concluiu.

Mirticeli Medeiros
Da Canção Nova